sexta-feira, 10 de março de 2023

MAIS PEDREGULHOS NO CAMINHO


Fontelas e a sua pandilha rasca não desgruda.

Depois de ter nomeado o morcone soares dias pastel, esse manhoso do apito, para o jogo na Luz do Benfica contra os famalicenses – uma prestação deplorável, tendenciosa, à moda da Inbicta Corrupta, com a imprescindível colaboração de outro morcone, o analfabeto arbitral basco santos – atira agora para a linha da frente o tendencioso, habilidoso e incompetente lagartão anti-Benfica Fábio Ver(d)íssimo,. A frente de batalha contra o Benfica no próximo domingo, não terá só os maritimistas como protagonistas. Para além de escolhido a dedo, este apitadeiro principal terá a acompanhá-lo no VAR, o lagartunço André Narciso. Olha que dois!

Fábio Ver(d)íssimo vai à Madeira tendo na mira uma potencial escorregadela do Benfica. O Marítimo aspira encurtar distâncias para os canários do Estoril que estão 6 pontos à sua frente e vão jogar à Inbicta Corrupta ao estádio dos morcões azuis e broncos. É um jogo do tudo ou nada para os madeirenses. Um empurrão de Ver(d)íssimo neste jogo será uma factor decisivo. Vamos ver se terá o descaramento para o fazer.

Quanto ao Glorioso, os seus jogadores terão de manter a mesma bitola exibicional do jogo europeu de 3ª feira passada, pois o foco principal desta época é o campeonato, não obstante o excelente desempenho com que têm brindado os Benfiquistas na Champions League.

Não irá ser uma deslocação tranquila. Por isso, “cautela e caldos de galinha…

O "38" ainda está muito longe de estar ganho!

segunda-feira, 6 de março de 2023

SILVA E BENITES, OS PAPAGAIOS DA MINHA RUA

 

Desde já, faço aqui uma declaração de interesses.

Nunca tive grande atracção por bicharada doméstica, nem por animais de companhia, e agora muito menos, consequência das medidas propostas pelas entidades e partidos políticos ligados aos animais, que actualmente proliferam a granel por toda a nossa sociedade. Cada vez mais, ridículos e ignaros colocam animais e humanos no mesmo saco só faltando proporem que o coelho-bravo, a formiga-branca, o rato-do-campo, o abelhão, a perdiz, o javali e demais fauna tenham passaporte, cartão de cidadão e direito de voto. Desde que vi da janela da minha cozinha, numa manhãzinha fria e chuvosa, uma prima-dona do meu bairro a limpar o pequeno e peludo cagueiro do seu caniche de estimação com papel higiénico Dodot, esquecendo-se de recolher os seus dejectos e jogá-los no contentor apropriado, fiquei bastante esclarecido quanto à mentalidade e comportamento cívico de um número significativo deste tipo de cidadãos.

Nos tempos das minhas grandes viagens pelo continente africano, quis o destino que um dia fosse parar a Brazzaville, capital da República do Congo. Durante uma expedição ao interior do país, um pigmeu que vivia num vilarejo na bacia do rio com o mesmo nome, em plena selva tropical, acabou por me presentear com um “erudito” papagaio-do-congo. A ave, de plumagem cinzenta com as penas da cauda vermelhas, exibia um charme muito especial. Já vinha treinado num papaguear cómico e o nosso grupo de aventureiros apelidou-o de “Silva”, em homenagem a um dos nomes mais genuínos e o mais comum da antroponímia portuguesa e que quer dizer selva, bosque ou floresta.

O “Silva” tinha um vasto leque de vocábulos enriquecendo-o ainda mais quando chegou à nossa metrópole e o seu ponto alto era quando brindava os meus vizinhos e transeuntes com citações de Ortega y Gasset, considerado o maior filósofo espanhol do século XX (sinceramente não sei onde ele foi aprender isso). No entanto duraram pouco essas divagações linguísticas da ave canora. A sua inadaptação ao clima invernal e gélido das Beiras provocou-lhe reumático na pata direita e várias semanas depois, numa dessas frias manhãs de forte geada, ao preparar-lhe o pequeno-almoço, dei com ele pendurado pelas patas, de gargalo para baixo, balbuciando algo imperceptível. Quinou instantes depois e segundo o veterinário, com uma broncopneumonia aguda. Na rua onde morava, a consternação foi geral, pois o “Silva” era já um elemento integrante do dia-a-dia da vizinhança e participante activo no forrobodó dos arraiais de fim-de-semana, com uma presença sempre alegre e espertalhufa.

A sua falta levou a que os moradores se quotizassem e adquirissem um novo papagaio. Não houve muito por onde escolher e lá se conseguiu numa loja de passarada, um papagaio rechonchudo de plumagem esbranquiçada mas com aparência de trombalazanas. Como tinha sido importado de Espanha, já vinha com o seu cognome de origem – “Benites”. Mas a desilusão foi total. O bicho protestava por tudo e por nada. Ao ver passar o presidente da junta de freguesia com questões na justiça, gritava “corrupto, coño, corrupto, coño”, “hijo de puta” e “demissión ya”, ainda nem sequer o homem tinha sido julgado, muito menos condenado. Já mais familiarizado com a língua, no dia em que a Florbela do pronto-a-vestir próximo mudava de passeio, as “bocas” do “Benites” eram de “puta para cima e adúltera para baixo” e “quantas foram ontem, ó badalhoca?” Quando o carro do lixo de aproximava arengava logo, “aí estão os porcos da sociedade”. Quando avistava o fulano da GALP papagueava com um “lá vem o gajo dar gás à puta da minha vizinha”! Muitas das vezes, em tom provocatório, virava-se para o dono do tasco em frente e saudava-o com “tás bom ó Ximenes cornudo”! Quando a polícia municipal fazia a ronda ao bairro, clamava “abaixo a opressão, abaixo a mordaça, abaixo os cassetetes”, “rebelião, rebelião”, “insurgência, insurgência”!

Curiosamente, este papagaio mantinha um estatuto de intocável, pois o Gomes carteirista e o Zé das Palmadas, dois dos mais conhecidos delinquentes do bairro, davam-lhe excelente cobertura e segurança. A razão para esta colaboração era simples. Quando “Benites”, do alto do seu poleiro avistava as sirenes luminosas da Judite, as viaturas Nivea ou os cavalos da GNR à entrada do bairro para as buscas rotineiras, os malandrins eram imediatamente avisados pela ave que palrando em código soltava este grito de alerta - “atenção pessoal, os russos estão a invadir a Ucrânia!”

O povo morador já estava farto e um dia aproveitando a ausência dos dois patifes em “comissão de serviço” na baixa citadina, um vizinho de apelido Costa acabou com aquela bandalheira de vez. Simulou que ia condecorá-lo e zás… torceu-lhe de vez o gasganete. Piou, ainda piou… e ouviu-se do lado de lá da rua o Ximenes rindo-se, dizendo – “tarde piaste ó passarôco!”

Ainda bem que este tipo de papagaios anda longe do SL Benfica…

sábado, 4 de março de 2023

UM PASSARÔCO NA BTV, A MANHA DE SOARES DIAS E O “CRIME” ARBITRAL DE VASCO SANTOS

Já não é a primeira vez que faço alusão ao desempenho de António Rola na BTV. As suas análises e as respectivas notas de rodapé, as auto-declarações justificativas da sua isenção e os seus comentários bacocos tiram-me do sério.

O “especialista” arbitral da BTV é um personagem sui generis, pouco incisivo, pouco assertivo. É notória a sua tendência corporativista apesar de no seu traje de estudante sobressair o emblema do Glorioso (o que eu me ri com esta pose e com o folclórico traje de pins e afins!). Agora mais farfalhudo no couro cabeludo e candidato a participar numa qualquer feira de vaidades, continua a ter o seu apito demasiado básico e anquilosado, evitando polémicas, dando uma no cravo e outra na ferradura – nem sim, nem não, antes pelo contrário.

Ontem, no seu comentário à arbitragem de Soares Dias e à prestação do VAR Vasco Santos revelou-se titubeante e inseguro na análise, rematando surpreendentemente com um 3,5 pontos ao famigerado pasteleiro arbitral, dizendo que não lhe dava 4 pontos num máximo de 5, atendendo à ocorrência de um penalty contra o Famalicão que o VAR Vasco Santos escandalosamente escamoteou ao Benfica.

Este “crime” lesa o futebol. Aconteça onde acontecer. Rola tinha por obrigação moral e respeito ao Benfica dar a nota ZERO a todo o conjunto arbitral que ontem se postou na Luz como mais um empecilho na caminhada do Benfica para a obtenção do 38.

António Rola na BTV, quando se trata de despir a sua fatiota corporativa assemelha-se umas vezes a um rei Salomão de pacotilha, outras a um juiz de Barrelas e ainda noutras a um Passarôco de Arribação, pertencente a um grupo de aves mencionado curiosamente num adágio popular - “quando faz bom tempo elas vêm, quando faz mau tempo elas vão”…

Ao ouvi-lo fiquei estarrecido, como também fiquei banzado no início da transmissão quando outro que tal, o Hélder “imparcial” Conduto falou no “árbitro português mais consagrado pela UEFA” referindo-se como é óbvio ao pasteleiro da Boavista, omitindo estupidamente as suas reles prestações indígenas, os surripianços sistemáticos ao Benfica e as suas ausências dos grandes palcos europeus e mundiais por manifesta incompetência nos seus desempenhos arbitrais.

Rola esteve a cochilar num qualquer poleiro da BTV, o tempo todo em que decorreu o Benfica-Famalicão ou então esteve a assobiar para o ar qual rouxinol ou toutinegra – “cantou um triste trinado e caiu morto na corrente larga da água que o arrastou para longe” – fazendo lembrar o rouxinol de Bernardim. Enfim, um passarôco inenarrável!

Então como é que Rola explica que com os jogadores do Famalicão a distribuírem cartuchada de meia-noite o tempo todo e só para lá do meio da 2ª parte é que Soares Dias lhes mostrou o 1º amarelo?

E o amarelo a Otamendi?

É que sendo Otamendi o capitão de equipa do Benfica e manifestando indignação pelo escândalo da NÃO MARCAÇÃO do famigerado penalty contra o Famalicão, visível até da estratosfera, por soco na bola de um jogador famalicense, como é que é punido daquela forma arrogante e canalha protagonizada pelo Arturinho pasteleiro?

Soares Dias foi sobretudo manhoso, de uma sacanice arbitral deplorável. Lembro-me daquela falta sofrida a meio da 1ª parte por João Mário no meio-campo Benfiquista com o inefável pasteleiro a deixar seguir, originando um perigoso contra-ataque do Famalicão. Um “verdadeiro” artista…

A premeditação reinou, sempre na esperança que o jogo se tornasse muito complicado para o Benfica com um golo improvável do Famalicão. Se Soares Dias procedeu em conformidade com as directrizes, vá lá saber-se de quem, Vasco Santos no VAR ainda aumentou de sobremaneira a escandaleira na Luz. Ao não querer ver o penalty cometido pelo jogador famalicense, Ivo Rodrigues, este aborto arbitral disse bem ao que vinha com a sua nomeação para VAR por Fontelas Gomes e sus muchachos.

Uma desfaçatez incrível e imperdoável que poderia ter custado muito caro ao SL Benfica.

Rola, no seu pedestal de “professor catedrático do apito” tinha a obrigação de dar uma forte e mediática censura a este “crime” arbitral.

Para mim, não o fez devidamente e ainda foi brando para com a quadrilha que tentou mais um “assalto” na Luz.

 

OS JOGADORES DO BENFICA SÃO UNS AUTÊNTICOS HERÓIS AO CONSEGUIREM AGUENTAR TODAS ESTAS MASCAMBILHAS ARBITRAIS.

 

E quanto aos elementos do conselho de disciplina cujas recentes decisões só serviram para atrapalhar o Benfica – a Roger Schmidt referiram que uma garrafa de água lhe foi arremessada, mas em vez de dizerem que o alemão a devolveu sem qualquer gesto agressivo, também o culparam e castigaram por arremesso. Uma vergonha, uma filha da putice execrável! E bem podem enfiar a cabeça na fossa depois dos castigos a Roger Schmidt versus os castigos ao Vizela.

 

Sigamos para 4ª feira, na Luz contra o Brugge.

sexta-feira, 3 de março de 2023

UM POLEIRO APETITOSO

Primeiro foi Gomes da Silva e a sua medíocre entourage, com o blogue NOVO GERAÇÃO BENFICA a servir de trampolim mediático rasca e com a colaboração de dois asquerosos lacaios – shadows & byGB – também querendo mamar na têta do ouro vermelho, que é como quem diz, batendo-se com denodo por um tacho na Luz. Depois apareceu Xico Benítez – quase me lembrou aquele bandarilheiro malaguenho que morreu em plena praça de La Maestranza, em Sevilha, com uma cornada fatal no bucho – e a sua inefável pandilha (em andaluz tauromáquico é quadrilha) a tentar abocanhar a tão desejada cadeira do poder.

Um bando de asquerosos oportunistas, sem memória, que tudo têm feito para destruir o que de muito bom se conseguiu no SL Benfica nas últimas duas décadas. O contra-vapor interno tem sido tanto ou mais prejudicial do que a própria oposição externa anti-Benfica, encabeçada a norte pela corja do fruta corrupção & putêdo, vulgo fcp e a sul pelos desmiolados viscondes falidos do lagartêdo, acompanhados por um séquito de polícias, magistrados, juízes, advogados, jornalistas, cartilheiros, cUmentadeiros e demais fauna selvagem, a chafurdar num medonho lodaçal onde o SL Benfica e as suas Gentes são constantemente enxovalhados, maltratados, vilipendiados com notícias, rumores, insinuações, especulações e processos e mais processos derivados de denúncias anónimas que até à presente data se revelaram uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma, só servindo para denegrir o bom nome da nossa Instituição Gloriosa, tentando assim abalá-la financeiramente também.

Gomes da Silva desapareceu pura e simplesmente da circulação. Com 1,64% dos votos nas eleições do SL Benfica a que concorreu, era expectável que viesse a reduzir-se à sua insignificância. A maioria esmagadora dos sócios do Benfica mostraram um cartão vermelho às suas pretensões. Uma mensagem cristalina para quem quase de um momento para o outro rodou 180º. Um ambição desmedida que equivaleu a uma humilhação tal, que o dito cujo nunca mais irá esquecer.

A sua “orquestra” composta por gentinha incompetente, pouco qualificada e ressaibiada levou uma “lição” democrática que os obriga ainda hoje a remoer sobre o “leite derramado”, concretamente o seu “órgão” comunicacional – o blogue NGB – que sofreu uma derrota brutal, afectando-o significativamente e em que os seus asquerosos escrevinhadores sofreram um vexame total que até afectou a sua credibilidade como adeptos supostamente do Glorioso.

A ganância de conquistar o poder no Benfica a qualquer preço desvaneceu-se de uma só penada. Enquanto Gomes da Silva, vergado à sua própria e inapelável derrota pessoal, se remeteu ao silêncio, os seus esbirros geracionais continuam a ladrar agarrados a um passado sem memória continuando a achincalhar quem durante duas décadas engrandeceu e de que maneira o SL Benfica, validando denúncias anónimas e alinhando ostensivamente pelo inimigo externo – os morcões corruptos, a norte o o lagartêdo anti-Benfica a sul.

Já Xavi Benítez é como aquelas lobas esfomeadas. De tempos a tempos e quando convém, regressa ao povoado tentando abocanhar umas côdeas nojentas sobre o SL Benfica que caiem estrategicamente da mesa da CS W52 a conta-gotas. Logo que são aventadas suspeitas ou se especula sobre temas sensíveis e que pressupostamente envolvem o Glorioso lá está ele de atalaia, a alfinetar dolorosamente tudo e todos no Clube fazendo lembrar o bandarilheiro malaguenho.

Lamentável e próprio de um frustrado de tasca. E não está com muitas modas – toca a pedir demissões, condenações e tudo o que lhe passa por aquela (des)cabelada caraminhola. Não presta.

E por sermos muitos, haverá inevitavelmente tal como a cambada de idiotas delirante que aparece sempre que há um caso ou um resultado menos bom, um coro de asquerosos que não merece o Benfica de hoje, incluindo nesta triste fauna um palerma do Norte a quem o pasquim record dá sempre voz, com um nome semelhante ao psicopata que na sua miserável passagem pelo lagartêdo, o deixou completamente em cacos.

A sede de poder (pelo dinheiro que disponibiliza) é tenebrosa, nem que para isso esta corja tenha de recorrer a uma gritante falta de escrúpulos, desrespeitando por completo o SL Benfica e quem o dirige, embarcando na especulação, na insinuação, no diz que disse, na boataria.

Todos sabemos que o poleiro é apetitoso, mas esta matilha não conseguirá pôr as patas no SL Benfica nos próximos tempos.

Mentecaptos!

 

 

NOTA

Um “passarinho” segredou-me ao ouvido.

Muita atenção!

A merda benfiqueira começa a voltar aos poucos à liça.

Com o Benfica a liderar começam a ficar novamente à toa.

Um bando de javardos, sem vergonha no focinho.

Dentre eles, emerge um “biriatolas maltrapilha”, uma asquerosa criatura que não há muito tempo se preparava para “mamar” no SL Benfica, integrando a lista de Gomes de Silva, titulando-se pomposamente (não tinha mais nenhum título à mão, porque é uma alternadíssima trampa) “antigo combatente do Exército Português”, quando na verdade o seu serviço militar foi feito com um tripé às costas pelos quartéis de Angola, a projectar filmes da Marilyn Monroe e da Elisabete Taylor. Palhaço!

É caso para dizer que o Lingueirão de Ferragudo botou novamente a cabeçorra de fora para acusar uma pessoa que ainda nem sequer foi julgada, quanto mais condenada.

Pulha!

quarta-feira, 1 de março de 2023

"GANDA" PIMENTA!

 

"Já que estão aqui os jogadores da equipa principal [de futebol]... Vocês são um exemplo para muitos dos que estão aqui, para muitos dos que estão a ver em casa, por isso sempre que entrarem em campo não pensem que estão a representar apenas o clube, pois vocês estarão a representar uma nação, outras modalidades, um clube, uma instituição grandiosa. Por isso, nem que tenham de comer a relva! Até ao final, até ao fim! De todos, um, o Benfica!"