Guelho!
Que apelido tão estapafúrdio!
A etimologia desta palavra é diversa e com diferentes significados, desde o latim, passando pelo galaico-português até aos sobrenomes característicos lá para os montes e pedregulhos da Egitânia...
Quis o destino que “guelho” fosse sobrenome de baptismo de um títere que compõe o elenco no teatro dos robertos do apito, cujo supervisor é um tal de Luciano Gonçalves, que por si depende do boss Pedro Proença…
Guelho!
Onde é que o conselho de arbitragem da FPF apanhou este espécime arbitral? Já com 35 anos, o que anda a fazer esta pobreza franciscana nos jogos da 1ª liga? Tê-lo-ão ido buscar à paragem que o Sud Express faz na estação dos caminhos-de-ferro da Guarda ou foi apanhado na AE 25 à saída de Vilar Formoso?
A verdade, é que à semelhança da época anterior na Luz, no hábil empate a 1-1 entre o SL Benfica e o Rio Ave por si concebido, desta vez, Guelho foi enfiado no avião rumo ao Funchal, ilha da Madeira, para fazer mais uma arbitral cagada no Estádio dos Barreiros – desta vez as contas saíram furadas ao conselho de arbitragem que para adornar mais a mascambilha ainda indicou o malhadiço do “Camarote” para VAR - que paradoxalmente entupiu o cano de esgoto que liga os Barreiros ao Curral das Freiras, não se coibindo de tentar travar habilmente a fluidez de jogo do SL Benfica, através de uma condescendência inadmissível perante agarrões contínuos e porrada de três em pipa que os jogadores do Marítimo distribuíram durante o desafio.
A sua prestação foi miserável, bem como a de “Camarote”.
“Camarote” no VAR, na cidade do futebol, acompanhando a sinfonia cagatória de Guelho, talvez provocada por indigestão de funcho, não se fez rogado e mandou às malvas a travagem ilegal sobre Prestianni, ignorando, qual malabarista de vídeo, o penalty escandaloso sobre o argentino. Terá sido nesse momento, enquanto cagava, que também estaria a pensar quando iria sentar-se novamente no camarote do calor da noite, vulgo Pocilga do Billas.
A tarde destes dois comparsas foi um regabofe arbitral. O deixa-andar, da porrada dos jogadores do Marítimo até ao 2º golo de Leandro Barreiros, para ver até onde paravam as modas foi um fartar vilanagem, um fartote de incompetência!
E para tornar mais ridícula a prestação desta pandilha, 3 amarelos para jogadores do SL Benfica e 2 para os do Marítimo!
Incompetência?!?
Não!
Será que estamos a dar um nome diferente à desonestidade subreptícia, ao compadrio promíscuo ou à obediência canina a quem manda?
Mas, infelizmente, para que a controvérsia atinja patamares nunca vistos, temos um Rola na BTV a dar nota satisfatória (3) a Guelho e Ciª, com o P. Poia Henriques a escrever e a dizer que no pasa nada!
Incompetência arbitral?
Não!
Coloquem-lhe o verdadeiro epíteto!
Em Vila do Conde, no sábado à noite, aconteceu um assalto à supertaça de futsal no Pavilhão dos Desportos dessa cidade!
Um golo limpo de Carlinhos, marcado com o ombro e que colocava o SL Benfica a vencer por 2-1, foi escandalosamente transformado em jogada ilegal - mão em vez de ombro – por parte de dois “artistas” que nem no vídeo conseguiram ver o óbvio e assim ofereceram em bandeja de ouro o troféu ao adversário do Glorioso.
Uma completa indecência!
Para finalizar a ronda desportivo-futeboleira uma breve alusão à MANITA das jogadoras da equipa de futebol do SL Benfica que no Fontelo “encavaram” mais uma vez um Daniel Chaves [uma cópia aparvalhada e grosseira do "poliglota" fariol(e)i(ro) que só fala em inglês para gáudio dos pulhas jornalísticos] intragável e desportivamente ordinário – as jogadoras dos jerseys azuis e brancos das barracas de praia até se devem sentir incomodadas com tanta verborreia odienta que o fulano e a sua entourage bolçam pelas goelas fora - causando-lhe novamente um azedume incontrolável. A porcaria verbal e comportamental que sai daquela estrumeira da Palermo Portuguesa através de indivíduos sem classe, formatados para a guerrilha no desporto, e neste caso no futebol feminino, revela também que este tipo de reles estirpe é o que define uma agremiação que não se liberta do jogo sujo, do provincianismo bacoco e do ódio que foi semeado durante muitos anos pelo maior bandido da nossa história contemporânea que lamentavelmente tem continuidade num delfim que ontem estava visivelmente azamboado no final do desafio em Viseu, macambúzio com o abanão de cinco dedos e com o olhar fixo e vago no descalabro desse horizonte.
Ainda bem! Também têm de começar a
aprender!
MAXIMUS VERMILLUS

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