terça-feira, 3 de novembro de 2026

SPENCER, VAIS BOTAR A BOCA NO TROMBONE?

 ESTA IMAGEM DE PAVLIDIS NÃO TEM NADA A VER COM O TÍTULO DO POST

Os últimos dois jogos do SL Benfica para o campeonato nacional, a par do jogo com o Estoril, foram aqueles em que o Glorioso revelou mais dificuldades e que acabaram com a vitória pela diferença de 1 golo – SLB,2-Estoril,1, Sta. Clara,1-SLB,2 e SLB,1-Alverca,2. Poderemos acrescentar a estes, os dois jogos em que o SLB já defrontou o Gil Vicente apesar de vitórias mais folgadas. O jogo contra o grémio do putêdo não faz parte desta contabilidade que embora tenha tido alguns contornos semelhantes, foi na sua essência uma batalha viciada por Miguel Nogueira & sus muchachos, incluindo Fábio Melo e Luís Advogado de Defesa no Apito Dourado Ferreira no VAR. 

Todos estes desafios mostraram um denominador comum – os jogadores das equipas adversárias correram do início ao fim dos jogos, parecendo autênticos cavalos selvagens. A percepção que fica sobre a energia e resistências físicas dos ditos cujos, é que nesses jogos, mesmo que tivessem o dobro do tempo de duração, todos eles ainda lá andariam no mesmo ritmo frenético com que os começaram.

Pilhas Duracell?

Ontem foi impressionante. Agressividade nos limites, com empurrões, lances a roçar a violência, provocações com o desafio interrompido, discussões e contestações ao árbitro numa pressão constante e mais um conjunto de truques e manhas que definem qualquer equipa treinada por adeptos ligados umbilicalmente ao fruta corrupção & putêdo, vulgo fcp. Uma cultura futebolística rafeira e não só, que lhes está no sangue.

Exceptuando o treinador do Estoril, um ilustre desconhecido, Tiago Margarido do Vitória de Guimarães, Petit do Sta. Clara, Luís Pinto do Gil Vicente, nado e criado na freguesia da Sé, no Porto e ontem Sérgio Ferreira, ex-treinador dos sub19 do grémio do putêdo e treinador actual do Alverca são peças de uma engrenagem complexa que desde há muito tenta travar o Benfica. Um all-in impressionante e perturbador que lança mão de todos os meios, desde os condicionamentos a árbitros até às octanas de um combustível desconhecido. Vejam-se as CI pós-jogo da maioria desta fauna e a abordagem que fazem quando jogam contra o SLB. Ontem, a equipa do Alverca mais parecia um autocarro com dois andares muito juntinhos um ao outro, tal era o congestionamento de passageiros, a transbordar, junto à sua grande área durante todo o tempo. Depois são chutões para a frente à espera que qualquer cavalão de dois metros de altura se aproveite de uma fífia de Lenglet, Araújo, Bah ou Dahl e tentar marcar na baliza do Samuel. Uma táctica perfeita recorrendo aos anais “científicos” do grémio do putêdo.

Alguma razão há para o Alverca ter com esta derrota, três jogos seguidos sempre a perder. Ontem, mesmo com gás butano de alta pressão voltaram a ceder. Muito a custo, mas voltaram a ceder.

Não se podem dissociar deste último jogo três componentes por demais visíveis no grupo ribatejano – os depósitos de combustível atestados de gasolina com muitas octanas, a lavagem cerebral prévia porque o adversário é o Benfica, incómodo competidor directo dos grémios do lagartêdo e do putêdo e a associação às arcas encoiradas, modelo Ali Bábá com o código da fechadura a poder ser desvendado se o desfecho fôr uma vitória ou mesmo um empate.

Neste campo, ficou tudo a ver navios, com todos a regressarem ao local de partida com os bolsos vazios.

O “prémio de jogo” deveria ser bem chorudo!

Aos 77 minutos de jogo abandonei a visualização do jogo. Tal como a minha falência emocional, a quebra física da equipa Gloriosa era notória perante a impressionante frescura dos jogadores do Alverca, estando o desafio a correr vertiginosamente para o seu epílogo. Muito a custo e revelando um grande espírito de união, os jogadores Benfiquistas lá conseguiram levar a água ao seu moinho. Mais um jogo de campeonato onde se fazem campeões.

Ao contrário do passarôco da BTV, não gostei do apitadeiro de Viana do Castelo. Por várias vezes fechou os olhos a faltas no meio-campo sobre jogadores do Benfica, especialmente sobre Palhinha, facilitando ataques prometedores e perigosos à equipa adversária cada vez mais que o desafio avançava para o seu final. No penalty, nem Luís Ferreira lhes valeu por tão evidente que foi.

O título deste post encerra uma pergunta de muito difícil resposta e que só aqui fica para memória futura.

MAXIMUS VERMILLUS

sexta-feira, 30 de outubro de 2026

LUCIANO GONÇALVES, NOBEL DO ANEDOTÁRIO NACIONAL E AS TRAVESSURAS DE LUÍS PINTO


“Cláudio Pereira podia ter "explicado melhor"
– ipsis verbis, Luciano Gonçalves, https://www.record.pt/futebol/arbitragem/detalhe/luciano-goncalves-comenta-caso-duran-claudio-pereira-podia-se-ter-explicado-melhor?ref=HP_DestaquesPrincipais.

As declarações de Luciano Gonçalves no pasquim on line “record” são uma ode à pouca vergonha, à promiscuidade, ao encobrimento, ao branqueamento de aldrabices, com uma intenção declarada – tentar salvar o infractor Cláudio Pereira, que ao ter mentido no relatório arrisca uma suspensão e instauração de processo como refere o artigo 173º do regulamento disciplinar da FPF.

Artigo 173º - “Se for provado que um elemento da equipa de arbitragem, observador ou delegado falsificou deliberadamente o relatório para prejudicar ou beneficiar alguém, a infração é considerada muito grave.”

SANÇÃO – “O regulamento estipula a suspensão de funções e a instauração de um processo em sede própria, sendo que o procedimento disciplinar depende de participação prévia do Conselho de Arbitragem da FPF.

O corporativismo e o compadrio andam de mão dada no chafurdo arbitral indígena e nos órgãos federativos. A porcaria transborda por todos os cantos e Luciano de aspirador e vassoura em punho, de uma forma atabalhoada e confusa, tenta “limpar” tudo quanto pode, inclusive as suas indecorosas acções.

O exemplo mais flagrante de tudo isto foi, até à data de hoje, a repreensão por escrito dada pelo Conselho de Arbitragem a Gustavo Correia por ter mentido no relatório do jogo entre o Famalicão e o Benfica da época transacta que retirou o SL Benfica da mais importante competição europeia – a Champions League.

Gustavo Correia por aquilo que fez em Famalicão deveria ter sido irradiado da arbitragem. Mas não, Luciano e sus muchachos concederam-lhe um prémio, proporcionalmente inverso à sua chafurdice – já arbitrou esta época 7 jogos do campeonato nacional, vulgo Liga.

A isto chama-se indecência, devassidão e é caso para dizer metaforicamente que “o crime compensa”!

A chungaria continua sem que ninguém lhe ponha cobro. Tudo a assobiar para o ar.

A tutela do Desporto o que faz? NADA!

E Luciano, ai c’um catano!, lá vai cantando e rindo com o alfobre repleto de euros mensais.

Mais um nobel do anedotário nacional!

 

PS.

Ontem, Luís Pinto, armado em tirone, veio a terreiro bolçar mais parvoíces para além daquelas que Mourinho lhe endereçou na época passada. A estupidez, por vezes, aparece donde menos se espera. Neste caso, nos jogos contra o Benfica, estas atitudes de LP têm sido recorrentes. No entanto, no jogo anterior entre a sua equipa, o Gil Vocente e o fruta, corrupção & putêdo, vulgo fcp, instado a comentar a polémica expulsão do seu jogador Elimbi por Luís Godinho, respondeu de uma forma cobarde e conveniente. Nado e criado na freguesia da Sé, na cidade do Porto, Luís Pinto não deixou o seu nome em mãos alheias e toca a fazer jus ao seu apelido. Em detalhe, de uma forma simples mas textual, cito em primeiro lugar a pergunta do repórter na flash interview no final desse jogo:

- Qual a sua leitura da expulsão de Elimbi? – o repórter.

- NENHUMA! – respondeu o parvalhão.

Mas ontem ganiu a torto e a direito, desbragadamente, quer na flash, quer na CI, um chorrilho de imbecilidades contra o SL Benfica, contra a inclusão de Jhon Durán no onze que defrontou, onde os jogadores da sua equipa fizeram um jogo como se não houvesse amanhã, não se coibindo de arreganhar a dentuça, debitando insinuações injustificadas. Em suma, um MERDAS, pelo qual não há que ter consideração absolutamente nenhuma.

MAXIMUS VERMILLUS





terça-feira, 27 de outubro de 2026

CLÁUDIO, CLÁUDIO, PORQUE ME PERSEGUES?

Na obra-prima da literatura de Victor Hugo – transposta para a tela, em diversas versões, da qual destaco aquela em que John Malkovich e Gerard Depardieu interpretam os personagens principais – a figura que mais me impressionou foi Javert, o cruel inspector policial que fez da implacável perseguição a Jean Valjean a sua doentia obsessão. Nessa obra, cujo título é “Os Miseráveis”, o desgraçado Jean Valjean personifica o eterno fugitivo, condenado por roubar um naco de pão.

Ontem, Cláudio Pereira fez-me lembrar o inspector Javert, tal o instinto persecutório demonstrado aos jogadores do Glorioso em todo o desafio entre o Sta. Clara e o SL Benfica que descambou num final surreal - o destrambelho de um desvairado de cabeça perdida pela vitória do impensável levou este miserável do apito a distribuir cartões vermelhos como quem distribuiu “fruta para dormir”…

Quando esta fotografia mostra este pardalão - reprovado recentemente nas provas físicas que regularmente são exigidas aos apitadeiros do burgo e com um currículo arbitral medíocre - com as insígnias da FIFA ao peito, apetece-me perguntar:

- Cláudio, Cláudio, porque me persegues? Porque foste nomeado para este jogo?

Ah, Luciano! Oh, c’um catano!

Então envias esta peça arbitral mais dois zelosos comparsas auxiliares e VAR?!? a Ponta Delgada, nos Açores, para quê?

Para fazer aquele deprimente espectáculo teatral, arbitral, que por ironia do destino transformou o seu instinto persecutório ao Glorioso numa cena final ininteligível?

Não, Luciano. Tudo isto que tem vindo a acontecer com os medíocres do apito, e são quase todos, não pode voltar a acontecer. Mas tu, Luciano, és o mais medíocre dentre eles! Ou melhor, és mais que medíocre, és mau, muito mau! Muito mau e manhoso!

Ontem, Araújo não rasteirou nenhum jogador santaclarista com a cabeça, nem Jhon Durán foi pisoteado por qualquer cornúpeto desembestado, mas que as malas estavam lá, não há dúvidas. Cláudio, para além do vento forte desfavorável à equipa Benfiquista no 1º tempo, foi empurrando sistematicamente os jogadores Benfiquistas para o seu meio-campo, punindo-os com faltas imaginárias e fazendo vista grossa ao jogo rasteiro e desvairado da equipa açoriana composta maioritariamente de brasileiros liderados por um petit trauliteiro com memória selectiva. Ao marcar célere, o penalty que deu vantagem ao Sta. Clara num lance em que a bola bateu ao de leve no braço de Samuel Dahl sem que este sequer a visse nesse momento e ao no passa nada ao descarado empurrão a Bah por um defesa santaclarista na grande área açoriana, demonstrou à saciedade ao que vinha.

Cláudio, armado em justiceiro de pacotilha ferrou logo de entrada com um amarelo em Marco Silva. Uma pintelhice autoritária que começou a definir a sua parcialidade arbitral demonstrada ao longo de todo o jogo. Mal ele imaginaria que num espaço curto de seis minutos, Prestianni e Pavlidis mudariam o rumo dos acontecimentos. Com vaselina purificada de grande qualidade, encavaram de tal forma Cláudio, que este acabou por atingir o zénite da sua frustração com aquela vingançazinha final em Jhon Durán & Cia, no pós-jogo.

O jogo foi um triste espectáculo. De início, o que parecia uma disputa leal, intensa e meramente futebolística, transformou-se rapidamente numa contenda obsessiva muito dura, extremada por um colaboracionista que disse muito cedo ao que vinha. Os jogadores do Sta. Clara pareciam possuídos pelo demónio tal o ímpeto rasteiro que colocavam em cada lance – agarrões, rasteiras, empurrões provocadores. A equipa do SL Benfica mostrou estar à altura das responsabilidades, muito embora na primeira metade do desafio tivesse passado por um mar de tormentas muito difícil de travar – relvado, vento, equipa arbitral e adversário a funcionar com combustível de muitas octanas. Tudo isto mudou no período complementar. Com vento favorável, substitutos expeditos e estratégia redefinida, mesmo com um apitadeiro miserável a fazer contra-vapor, o SL Benfica acabou imparável com um triunfo categórico, apesar de todas as contrariedades. É assim que se constrói um campeão e como os Benfiquistas dos Açores ficaram tão felizes com tão saborosa vitória! Um Efe-Erre-Á para todos eles! 

MAXIMUS VERMILLUS


segunda-feira, 5 de outubro de 2026

NARCISO LAURISSILVA E A TRAVESSIA DO DESERTO


Por 40 anos o Povo Hebreu vagueou pelo deserto do Sinai. Um castigo divino, segundo a Bíblia, devido à sua rebeldia e falta de fé.

Um exemplo milenar que poderá repetir-se dentro em breve com este nómada da mundanice mediática. Para já, aterrou com o seu séquito nas tórridas areias da Arábia. Para a “travessia do deserto”, dinheiro é coisa que não lhe falta para comprar mais uma cáfila, para além daquela que já o acompanha por todo o lado, com roupeiro especial e tudo…

Narciso Laurissilva, numa atitude incompreensível e rebelde, mesmo alvo de todas as mordomias, renegou, dentro das suas competências e obrigações, tudo o que diz respeito à portugalidade referenciada de forma despropositada, grosseira e absolutamente errónea pelo falso Profeta da Brilhantina e que estupidamente a associou a este personagem mediático.

Para completar o ramalhete, ainda escancarou as portas da federação e da selecção nacional futeboleira ao regresso do transgressor. Deprimente! É o único adjectivo que moderadamente pode qualificar atitude tão culambista, como a protagonizada pelo falso profeta na mini CI à RTP após a contenda de ontem entre portugueses e noruegueses.

Se a lei for cumprida, pois ela terá sempre de ser igual para todos, Narciso Laurissilva começará a sua “travessia do deserto” com o castigo de 1 ano de suspensão, agravado ainda pela sua condição, à data, de capitão do grupo índígena.

Antes desta triste e despudorada desfaçatez deste ex-malabarista do apito e agora contorcionista federativo – até o Tigre da Malásia, Bruto Alves, uma referência da brutalidade futeboleira tuga (só lá falta o Carniceiro do Bernabéu) anda a vagabundear por aquela entidade não se sabe bem em que funções, mas a mamar também - apareceu Jójó Chiklas, cagando e tossindo com algum temor numa surreal CI no pós-jogo de ontem; mas mesmo metendo alguma água sobre o seu quid pro quo com Laurissilva, ainda arranjou coragem para dizer que não tem de pedir desculpas a ninguém, que no seu métier quem manda é ele e que se Narciso quiser a porta estará aberta, não sem que antes se tivesse borrado todo desfazendo-se em encómios sobre o dito cujo. No entanto, e porque o seu saber da experiência feito lhe dita, tanto momentos luminosos como outros hilariantes, deixou desta forma hábil a batata quente nas mãos de Narciso Laurissilva.

O actual homem das Arábias, se tiver vergonha e decoro, limitar-se-á a recolher a penates e a um prudente silêncio de quem em mais um infeliz momento de arrogância desmedida, vaidade pura e pretensiosismo bacoco, esbanjou muitos dos créditos que granjeou como futebolista de alto nível, pois fora deste âmbito, atitudes questionáveis, polémicas, abusivas, perigosas e pouco recomendáveis acompanharam em paralelo e quase constantemente a sua carreira futeboleira, que através dos ganhos estratosféricos que rentabiliza, lhe têm servido para ultrapassar tudo e todos – desde o silêncio obrigatório da mãe incógnita do seu filho mais velho até à confidencialidade da anilha traseira da Mayorga! Já não falando do colinho de Badr Hari, o famigerado MMA marroquino…

Mesmo na sua área profissional, os conflitos foram muitos e só o seu mediatismo associado a um culambismo idólatra das suas fiéis ronaldettes têm permitido que ainda saia com pouco lodo no atoleiro em que se tem vindo a afundar.

Não é agora, neste tempo em que os culambistas, lambescrotos, lacaios comunicacionais, piers morgans, bytorinos pyntellos deste mundo e demais rataria mediática usam todo o tipo de produtos branqueadores para salvarem a pele de um indisciplinado e transgressor a quem tem sido perdoada toda a espécie de erros, tropelias e acções pouco éticas que a estória sobre este personagem será escrita. Não, não é no nosso tempo. Mas que a real estória dos anais futebolísticos e sociais modernos e contemporâneos de Narciso Laurissilva e todos os outros será bem contada e recontada é uma absoluta certeza. E depois disso, todos os que viverão esse tempo poderão saber quem foi Stanley Matthews, Di Stéfano, Puskas, Kocsis, Kubala, Czibor, Pélé, Rivelino, Gerson, Tostão, Maradona, Garrincha, Beckenbauer, Cruijff, Eusébio, Yashin, Müller, Platini, Gullit, Van Basten, muitos e muitos outros e… Messi!

E que os miseráveis papagaios desta vida não venham falar mais em símbolos de portugalidade!

Imperdoável e ofensivo a muitos portugueses que levaram e levam longe, muito longe, o nome de Portugal!

Basta aludir a Luís de Camões!

MAXIMUS VERMILLUS

sexta-feira, 2 de outubro de 2026

A FUGA DE NARCISO LAURISSILVA


Quando numa urgência inusitada o boss da brilhantina abalou da Portela de Sacavém rumo a Malmo na Suécia, onde se encontrava o quartel-general do pontapé na chincha indígena em trânsito para a capital da Dinamarca, com o objectivo de resolver um diferendo de egos, já quase toda a CS, especialmente os prostitutos da medialivre, sabia que os serviços externos da entidade a que preside, tinham encomendado por sua ordem expressa uma sofisticada maca aeroespacial para ser colocada à disposição de Narciso Laurissilva e ser usada na contenda aprazada para a pretérita 5ª feira no Parken Stadium em Copenhaga. A maca, uma JJ.XPTO-CR7 expedida pela fábrica da NASA em New Orleans num 747 da DHL, chegou a tempo e horas dos técnicos fisioterapeutas poderem instalar comodamente o mediático craque em campo, salvaguardando assim a sua posição de pino no ataque do grupo, pois o raio do andarilho sem uma perna, ferrugento e sem as ventosas de borracha de aderência ao relvado, estava completamente obsoleto e não pôde ser restaurado a tempo e horas pelo mecânico de serviço. Laurissilva tinha o seu problema resolvido e nada indicava que a sua estória em terras nórdicas viesse a ter tão triste desfecho como se veio logo a constatar. 

Todos os salamaleques e mordomias estavam à disposição de Narciso Laurissilva quando, de um momento para o outro e de uma forma extemporânea, numa birra tremendamente agarotada por não concordar com as declarações do seu manager na CI do dia anterior relativamente ao próximo desafio de 5ª feira, resolveu dar de frosques, abandonando com um desprezo de um inculto e mal-formado nababo, os seus colegas de grupo, ordenando de imediato aos responsáveis pela sua aeronave pessoal que o viessem recolher ao aeroporto de Copenhaga com destino a um dos seus refúgios milionários em Madrid. A sofisticada maca, sem que tivesse tido o efeito pretendido, foi obviamente devolvida à sua origem para desilusão dos cérebros da NASA que através desta experiência de colocar um aparelho tão complexo em campo, poderiam saber de imediato se um ponta-de-lança obsessivo-compulsivo poderia ou não marcar 27 golos num único desafio…

O manager do grupo, Jójó Chiklas, pouco se importou com as bufas do garotelho de 40 anos - uma idade que na maioria dos casos proporciona maturidade, conhecimento, nível, formação, educação, saber estar, classe. Nada disso aconteceu. Narciso Laurissilva que continua numa ininteligível e longa adolescência, agarrou na sua Louis Vuitton de pele de tartaruga enfiando-se no black Bombardier sem dar quaisquer tipo de satisfações, marimbando-se pura e simplesmente para os seus colegas de grupo. Lá foi ele, alapado numa poltrona da sua aeronave a olhar para o telemóvel, lendo as mensagens que muitas das ignaras ronaldettes lhe enviaram de imediato a manifestar um apoio incondicional pela atitude que tomou, enaltecendo a sua coragem de dar às de Vila Diogo. Narciso até recebeu de um bacoco – será que já haveria indicações do staff comunicacional de Laurissilva, para ser preparada mais uma acção mediática a seu favor? - umas fotos de uns ridículos outdoors a endeusá-lo e a achincalhar o Jójó Chiklas pela sua firme posição de contrariar o que Narciso pretendia avacalhar. Mas coragem teve o Jójó Chiklas no primeiro whatsapp que lhe enviou, passava o Bombardier pelos céus da Germany – “Narciso, finito, meu!”. Logo a seguir e de acordo com a boçalidade de uma vivência dura e da sapiência empírica que se lhe reconhece há muito, enviou-lhe mais uma mensagem, bem extensa, de se lhe tirar o chapéu – [Olha lá, Narciso Laurissilva, tens a partir de hoje uma oportunidade de ouro para passares pelo boticário Juvenal das Sementes na Caparica e ires passar umas férias à tua ilha de nascimento, aproveitando o tempo para nas Fajãs dos Asnos e da Betesga, plantares umas sementes de “peaners” da minha safra e ires ao Funchal tratares o teu fiel apoiante Miguelito por "bocê"… e agradeceres a formação que te deu o teu professor da primária, Tobias Guedelhas, amigo do peito do padre Frederico. Quero também dizer-te que o Bytorino Pyntello, os Budas, os Avejões e restantes patetas e invertebrados do NOW e do correiodamerdaTV já se disponibilizaram para arrancar no próximo vôo da TAP para o Funchal, de enxadas e seitoiras nas unhas para limparem as ervas daninhas das ditas fajãs, preparando aquela terra fértil para semeares os meus famigerados “strong peaners”… e olha, não voltes mais para aqui, porque saudades foi coisa que cá não deixaste…]

MAXIMUS VERMILLUS