segunda-feira, 13 de julho de 2026

QUAL DESTES PRIMATAS É O MACACO ALFA?

Este instigador assinalado acima num círculo cor-de-laranja, é acima de tudo um ser inqualificável!

Ao vê-lo e ouvi-lo sobre Prestianni, chego à conclusão que em matéria de futebol andam mentecaptos à solta no Brasil, a quem têm de ser colocados açaimes de aço.

Este jagodes, cujo nome é Flávio Prado, jornalista, coach, professor universitário e advogado, de naturalidade brasileira, aparece no facebook “urubu reels” com declarações que merecem a reprovação e a condenação totais.

Quero vê-lo a atravessar a fronteira do Brasil com a Argentina e ver os “inchas da Albiceleste” a lançá-lo de cabeça do alto das Cataratas de Iguaçu. Como é possível um bastardo mental deste calibre aprovar a violência e a selvajaria de alguns jogadores do Flamengo sobre o jogador argentino ao serviço do Benfica? Em que se fundamenta este demente para condenar Prestianni, dando como adquirido que o rapaz insultou o seu adversário – pressupostamente terá chamado “mono” a Vinicius Jr. (o que negou sempre) e este antes tê-lo-á tratado por V. Exa. - no 2º jogo na Luz entre o SL Benfica e o Real Madrid. 

Ouvir este bandalho de comentador é o mesmo que ouvir um cagalhão pestilento a fazer splash! no buraco da retrete. O SL Benfica tem a obrigação de considerar personas non gratas, não só esta deplorável besta como também o treinador do Flamengo, Leonardo Jardim e alguns dos seus jogadores - Bruno Henrique, Emerson Royal, Erick, Samuel Lino e alguns mais.

Durante toda a 1ª parte a equipa brasileira mais parecia um grupo de bandoleiros à solta! 

É assim que Flávio Prado, muita gentalha semelhante e toda esta ralé que acampou no relvado do estádio do Algarve vai transformando um país de futebol sui generis, outrora admirável com grandes “génios” da bola, numa selva onde vale tudo, desde samba provocador, simulações de actos sexuais junto das bandeirolas de campo e insultos debitados à tripa forra. No sábado, um “amigável” foi transformado pelos brasileiros num jogo louco que mais parecia uma final desesperada da Champions League onde a vitória sobre o SL Benfica teria de ser alcançada a todo o custo, sem escrúpulos. Para este triste espectáculo muito contribuiu um sarrafeiro mental mascarado, de apelido Royal, ainda pior que um rebenta-canelas, aviando por três meses um jovem jogador promissor do SL Benfica com uma entrada assassina por trás, com a conivência de um miserável do apito que deixou que este acto violento, entre outros, passasse impune. A Prestianni montaram-lhe uma caçada criminosa. Para Leonardo Jardim, um treinador meio-rafeiro, com cara de poucos amigos que em determinados momentos mais parecia um insurrecto faveleiro e que nunca tinha ganho ao Glorioso, só duas palavras: - vai bardamerda pela triste figurinha que fizeste e boa viagem para o lado de lá do Atlântico!

MAXIMUS VERMILLUS

terça-feira, 7 de julho de 2026

EU… GÉNIO NARCISO AINDA LIGOU A TRUMP…


Vaidade, arrogância, presunção, muita, muita bazófia… e por fim o choro convulsivo com muita baba e muito ranho à mistura. A habitual tragicomédia à portuguesa, tendo como protagonista principal essa figura incontornável do mundo do pontapé na chincha, de sua graça Eu… génio Narciso!

A farfalha e o folclore nos órgãos da CS indígena foi um fartote. Eu… génio para cima, Eu… génio para baixo, Eu… génio para a direita, Eu… génio para esquerda, Eu... génio à varanda, Eu... génio a acenar, Eu… génio a esticar os elásticos das cuecas, Eu... génio para cá, Eu... génio para lá,  Eu... génio como se não houvesse mais ninguém. Narciso era o rei das atenções, ainda que se parecesse mais com o marco geodésico de Vila de Rei, o centro de Portugal. Os restantes 26 atletas seleccionados fizeram de cabeçudos, num corso carnavalêsco ensaiado pela CS nojenta que chafurda há vários anos pelo país inteiro. Para evitar o enjôo, o televisor da minha casinha teve o sempre o som desligado quando a emissão vinha dos States. Nunca vi tanto mudo “a falar”, tanto surdo a “ouvir” e tudo a ir desgraçadamente para o galheiro a começar no Manel Fernandes da Selva, passando pelo Beiça Rachada, pelo alienígena pivot da RTP desporto, e a acabar no Gordolas e no Bytorino Pyntello da TV do lamaçal. Já nem falo da restante corja bajuladora...

Quanto à festa em todos os cantos do país foi uma grande ilusão de óptica. A visão do rancho As Costureirinhas de Cavernães, dos Bombos de Lavacolhos, de um grupo folclórico do Bailinho da Madeira, dos Campinos e seu Fandango e do Corridinho Algarvio no AT&T Stadium em Arlington, no Texas, foi um sonho molhado numa noite de verão.

Eu… génio Narciso, mesmo considerado pela crítica internacional como um zero à esquerda, uma carta fora do baralho, continuou orgulhosamente só até ao fim, tal como noutros tempos um velho mandão. Com a conivência do falo murcho catalão. O “Brilhantinas” bem pode oferecer a esta eminência futeboleira umas férias em Trás-os-Montes. Pode ser que aprenda alguma coisinha com os burros bragançanos, espécimes bem mais sagazes que todos eles. Hoje, na segunda metade da contenda, a trupe do Narciso mais parecia a Sociedade Filarmónica de Lobelhe. Tudo à defesa, a “tocar ferrinhos” e fé em Deus. Abdicar do ataque e apontar ao prolongamento foi o “canto do cisne”. Audácia, zero!

Eu… génio Narciso a pressionar com os seus dedos indicadores os parietais da sua cabeça, olhando para o céu, ainda ligou a Trump, implorando o impossível:

- Tá? Donald? É o Narciso, pá! Será como me poderás fazer um jeitinho?

Trump, já a esfregar as manápulas, caso a sua selecção ganhe à Bélgica, para depois encavar os hispânicos na próxima eliminatória abrindo caminho para a meia-final com a França, respondeu com ar de gozo:

- Hello, ó Narciso… well, well, diz lá o que queres…

- Donald, já que falaste com o Infantino para tirar o cartão vermelho ao teu Balogun para ele continuar a jogar com a Bélgica, exige-lhe que o nosso jogo contra os nuestros hermanos seja repetido por faltas técnicas do Taylor, se me fizeres o favor… - implorou Narciso.

Trump largou uma gargalhada e ripostou:

- Com que então querias tentar bater ainda o record do prêto, o tal dos 9 em 1, não era? Tão iludido que tu estás! Reforma-te crlh!

- Não me digas que depois de eu ter estado na sala oval contigo e a render-te homenagens e salamaleques, não vais meter a cunha ao homem… - desabafou, já desesperado, o pobre do Narciso.

- Olha, Narciso, o que tu precisas é de férias. Vai dar banho à minhoca com a Gina para Miami, porque eu para fazer passar pelo Estreito de Ormuz os planos secretos contra os ayatollahs, prefiro aquele anão argentino que até consegue meter uma bola de futebol no cu de uma agulha. Não preciso de um pino…- atirou Trump, enquanto pulverizava a sua cabeleira com um aerossol de laca rasca comprada numa tienda da Chinatown.

O fórróbódó acabou! 

Bye, bye, até ao meu regresso!

MAXIMUS VERMILLUS

segunda-feira, 29 de junho de 2026

OBRA GLORIOSA! 13 SEGUIDAS E UMA BI-ENCAVADELA!


A realidade é só uma. Todo e qualquer título do SL Benfica, seja qual for a modalidade, é sempre alcançado com sangue, suor e lágrimas. Cada vez mais a superioridade Benfiquista, muitas das vezes mais que evidente, é diluída no ódio, na hostilidade que os jogadores e as jogadoras encontram e enfrentam recorrentemente nos recintos alheios e colocada em causa pelo principal entrave às nossas vitórias, neste caso, quer em casa, quer fora - um conjunto de palhaços do apito que na dúvida, ou nalguns casos premeditadamente, tentam prejudicar as nossas equipas de todas as formas e feitios.

Como já não aguento as transmissões em directo do futsal, especialmente nos jogos contra o lagartêdo, autênticas batalhas sempre disputadas nos limites e muitas vezes para lá deles e sempre ou quase sempre em nossos claro prejuízo, rebobino o canal BTV e já consigo assistir de uma forma muito mais fria e analítica às incidências dos jogos, para mais a mais este em que obtivemos mais um título de campeão nacional contra a equipa que tem sido a mais beneficiada durante anos e anos a fio. Por isso, não posso compreender atitudes arbitrais claramente cobardes, reveladoras de um inexplicável temor em relação a determinados intervenientes dos jogos.

No que concerne à finalíssima de ontem de futsal no Pavilhão da Luz, é inadmissível que já a findar o desafio entre o SL Benfica e o lagartêdo, o nosso treinador Cassiano Klein tenha visto um cartão amarelo, quando um palhaço que durante todos os jogos está mais ocupado em moer a cabeça aos árbitros que tem por perto, pressionando-os e insurgindo-se sistematicamente contra as suas decisões, não veja uma única advertência – refiro-me obviamente ao treinador da cor-do-ranho, o intragável Nuno Dias. Absolutamente surreal o que se passa com as atitudes constantes deste fulano. Hoje aos 10 minutos do 1º tempo já a equipa do SL Benfica estava tapada com faltas. Um critério arbitral deplorável, sistemático, especialmente de um apitadeiro de barbas que estava do lado oposto às câmaras televisivas. Nessa altura o 2-0 para o SL Benfica já era um resultado bastante preocupante para o lagartêdo e seu treinador. Ele sabe isso como ninguém, pois conhece bem o valor e a alma de todo o Benfica – jogadores, técnicos, dirigentes e especialmente os adeptos. Como seria de esperar, lá apareceu o livre milagreiro para a diferença ser reduzida. Escreveu-se direito por linhas tortas e o Carrera encheu a baliza gloriosa evitando assim o 2-1 que no entanto numa jogada confusa acabou por aparecer, atendendo ao receio fundado dos jogadores Benfiquistas de fazerem nova falta para mais um livre directo contra si. Não foi de uma maneira, foi de outra. Frieza e muita cabecinha dos jogadores Benfiquistas resultaram numa vitória muito bem conseguida. Um Bicampeonato com sabor muito especial. Parabéns!

O que eu não posso aceitar como assinante da BTV é que sejam necessários tantos elementos para relatar/comentar o desafio. Se dois já são demais, três já parecem uma orquestra., neste caso muito desafinada. Ter o sr. Carlos Louzeiro como comentador-mór das modalidades é um verdadeiro absurdo. Um desastre! Arrasta a voz, gagueja, usa adjectivos fora do contexto, inventa intelectualidades de pacotilha, repete elogios ao adversário, etc., etc.. Já me estava a enojar ao repetir que o adversário era o campeão europeu. Isso já todo o mundo sabe e os Benfiquistas fartam-se deste tipo de abordagens inúteis, tal como o “Arrepiado” e o “Censor” que não se comprometem com nada nos programas que comentam ou moderam. Outro é o sr. Nuno Saraiva que neste campo dos comentários e relatos é outra nulidade. A BTV merece fulanos muito mais enquadrados e tecnicamente competentes neste tipo de funções.

Agora vamos ao hóquei feminino. Também não vi em directo para não me incomodar. Mas fiquei estupefacto com a atitude arbitral para com a Raquel Santos, que de tanto persecutória que foi e com a agravante do apitadeiro a enviar para o banco quando se aproximava o final da partida com as miúdas do Benfica a segurar o 4-3 tangencial. Quero mencionar o jogo duro da equipa do Gulpilhares para o qual Marlene & Ciª não estão habituadas. No entanto as hoquistas Benfiquistas cedo entenderam como deveriam actuar perante tal cenário. A nossa capitã pegou na batuta, marcou o 1º golo só como ela sabe e apesar das incidências dentro e fora do ringue, arregaçaram as mangas, vestiram o fato de macaco como tão bem referiu o Paulo Almeida e com uma 2ª parte competente e inteligente, viraram o resultado acabando por vencer o campeonato pela 13ª vez consecutiva, sem recurso a uma finalíssima (3º jogo). Parabéns miúdas. Continuam a fazer história!

MAXIMUS VERMILLUS

domingo, 21 de junho de 2026

GLÓRIA AOS CAMPEÕES E ÀS CAMPEÃS

Tudo foi feito para arrastar estas duas equipas excepcionais para a lama.

Arbitragens com evidente premeditação e a habitual CS rafeira tudo fizeram para arrombar com o moral, a motivação e a crença destes grupos – hóquei em patins masculino e futsal feminino seniores.

No hóquei, uma equipa com um talento e um virtuosismo excepcionais, com muita inteligência e frieza, matou o felídeo com três fogachadas certeiras mas sempre com uma concentração absoluta na mira, quer na sua coutada na Luz como na selva agreste e hostil do lagartêdo. Edu Castro e seus Globetrotters provaram que o Benfica com a isenção que tem faltado a muitas arbitragens será sempre o topo do hóquei indígena. O Benfica teria tido muitos mais títulos nacionais se não tivesse havido durante mais de vinte anos um Apito Dourado no hóquei-em-patins. A roubalheira era tanta que os morcões azuis e broncos da Inbicta Corrupta, sempre com a cumplicidade arbitral, conseguiram aproximar-se e mesmo ultrapassar o Benfica em títulos tendo ganho na primeira década deste século dez seguidos que ninguém consegue explicar. Só mesmo os corruptos arbitrais poderão um dia confessar essas vigarices contínuas, impunes e desavergonhadas. Dez anos de despautério total que ainda hoje se reflectem em algumas finais como aquela em que o Benfica marca um golo por João Rodrigues mesmo ao soar do gongo – que dava o título ao SL Benfica - e dois dos sacaninhas arbitrais dessa altura revertem-no para falta contra o Glorioso. Jogo em que um selvagem do hóquei equipado com um pijama às riscas verdes e brancas conseguiu com a sua fúria enxaropada atirar o seu stick para a assistência ferindo seriamente um adepto da sua equipa. Uma vergonha! Um nojo! Anos tenebrosos que não podem nem devem ser branqueados. 

No futsal feminino, após duas roubalheiras monumentais no 2º - onde muitos adeptos do Nun’Álvares tiveram um comportamento deplorável para as jogadoras Benfiquistas e com a árbitra principal exibindo as suas unhinhas pintadas de azul forte - e 3º jogo (este na Luz, ganho pelas nossas heroínas nos limites do quase impossível), e num clima de cortar à faca no 4º, em Fafe, com a equipa gloriosa seriamente desfalcada, o panorama não era muito animador, sabendo da intensidade física e da qualidade das jogadoras do Nun’Álvares. Entretanto, com uma Chama Imensa impressionante e após estarem em desvantagem quase toda a 1ª parte do 5º e decisivo jogo, arrancaram para uma exibição e um resultado que marcará não só a equipa mas também todos os adeptos que acompanharam de perto esta grande odisseia, demostrando ao público furibundo e de uma hostilidade incompreensível do pavilhão de Fafe que “quem ri por último, ri melhor”. “À volta cá te espero”, como dizia o outro… Foi demasiado chocante o clima de selva densa e intimidatória do 4º jogo. Mais parecia uma luta sem tréguas como na arena do Coliseu de Roma onde as pobres atletas do Manto Sagrado foram devoradas numa perspectiva de que já não haveria volta a dar ao campeonato. Puro engano. O arreganho e a vontade de vencer na Luz foi tal, que os 4-1 de Maria, Janice e Ciª na finalíssima, perante um fortíssimo adversário altamente profissionalizado, vieram confirmar que “até ao lavar dos cestos é vindima”. E que vindima!

PARABÉNS ÀS EQUIPAS!

 

BTV

“O Comenta-Tudo” (hãmmm, hãmm, hâmm…de, de, de…te, te, te…, “O Arrepiado” e o “Censor”.

Ver qualquer jogo hoje na BTV, neste caso das modalidades de pavilhão é deprimente no que concerne à locução. Apesar de haver alguns elementos com qualidade adequada, o comentador mais parece uma entidade divina de constante omnipresença. Aparece em quase tudo menos no Voleibol. Pode ser um Benfiquista indefectível (e sei que é), mas não tem capacidades nem talento para estar em frente de um microfone. Torna-se “chato”, pouco objectivo e com uma dicção irritante, invocando por vezes ideias e frases completamente fora do contexto a roçar a intelectualidade barata, arrastando continuamente a sua voz e gaguejando, soando muito mal aos ouvidos dos espectadores/ouvintes da BTV. Quando começa a falar, corto o som para não me aborrecer com aquele tédio vocal. Nem sequer tem presença e à vontade para perante as câmaras, responder às questões muito bem colocadas pelo elenco feminino da BTV, esse sim, todo ele de grande competência. O Benfica não pode ter destes perfis nos comentários em directo dos jogos das modalidades de pavilhão, mas o responsável mantém-no a ele e a mais dois ou três, incompreensivelmente nessas funções. Este por sua vez, num dos programas que modera, mais parece um censor do que propriamente um colaborador dos elementos do painel em causa. Estou, obviamente a falar do programa “Lanças Apontadas” onde não manifesta comprometimento nenhum com as opiniões dos quatro elementos que compõem a mesa, levantando logo o stop se algum deles “se atira para fora de pé”.

Para finalizar uma referência ao “Arrepiado”. Outro igual a estes dois. Comprometimento nada! Se há pivots na BTV que me impressionam pela negativa ”O Arrepiado” é um deles. Ao dar uma de isento, mesmo nos próprios relatos e mesmo que os lances cruciais a favor do SL Benfica sejam por demais evidentes há sempre da sua parte aquele senão para não se comprometer com qualquer tipo de tendência Benfiquista. Ora bem, a BTV é ou não um veículo de Benfiquismo a sério? Se o é, para quê tantos salamaleques do “Arrepiado”? Já nem falo naqueles songamongas que por lá vão aparecendo e que do conhecimento do fervor e da História de puro Benfiquismo têm muito, muito pouco. Oferecem a percepção de que um dia se por um acaso deixarem de mamar na BTV vão ter as portas abertas noutras estações tal qual como o Calado faz na CMTV. O exemplo mais flagrante desta trupe é o Queirós que desde que saiu da BTV e se pôs ao serviço da Medialivre, malha no Glorioso e no seu Presidente como quem malha em centeio. Não vale um pataco!

 

DOIS DOS GRANDES ÓDIOS ANTI-BENFIQUISTAS DO HÓQUEI-EM-PATINS


Parabéns pelas tristes figuras que sempre fazem quando jogam contra o SL Benfica.

MAXIMUS VERMILLUS

  

PS.

Parabéns também ao "fulgor vermelho". Um blogue ao serviço do anti-Benfica, do lagartêdo da cor-do-ranho e do putêdo da Inbicta Corrupta. Este energúmeno é constantemente atormentado pelo nº 65 que carrega penosamente às costas. Até dá dó. Que o SL Benfica tenha piedade de ti.