segunda-feira, 28 de setembro de 2026

OS FIORDES DA NORUEGA E A PROBLEMÁTICA DOS ANDARILHOS


Proença não esteve com meias-medidas. Após a pobreza franciscana exibicional do grupo do Chiklas contra o País de Gales, o todo-poderoso da estrutura futeboleira nacional arrancou de imediato para o Ribatejo. Durante toda a noite e no dia seguinte visitou várias explorações agropecuárias, acabando por escolher uma vaca conhecida pelos boiadeiros e ganadeiros da zona por ser uma hábil equilibrista. Em princípio ninguém entendeu esta ideia luminosa de Proença ter ido alugar uma vaca leiteira batida, metê-la em contentor pressurizado e levá-la no porão do avião que transportou o seu grupo até Oslo, na Noruega. 

Na realidade ele lá tinha as suas razões. No meio daqueles fiordes, com ravinas vertiginosas e com um vendaval de futebol nórdico nunca visto, nada melhor que uma vaca leiteira para suster esse ímpeto viking, nem que a tivesse ido buscar à última hora aos curros da praça do Campo Pequeno…

E assim, cantando e rindo, lá refizeram as malas para seguir de Oslo directamente para Malmo, no Reino da Dinamarca, com três pontos muito mal paridos no bornal. Curiosamente a vaca, por causa das tosses, lá continuará a mugir junto da comitiva até 5ª ou 6ª feira próximas, datas do possível regresso da comitiva a terras lusitanas.

Mas a par desta grandiosa façanha visionária, em que Proença, sem rebuço, para além de levar os supermilionários da bola indígena, embarcou uma hábil herbívora ao preço da uva mijona e com direito a ser devolvida no final deste périplo por terras nórdicas aos prados ribatejanos, houve mosquitos por cordas no final dessa penosa e ilusória vitória sobre os vikings. Chiklas revelou uma ansiedade desmesurada durante a contenda, levando até um cartão amarelo de aviso às suas estapafúrdias atitudes e gesticulações. Para azar dos noruegueses, a pileca que guardava as suas redes tratou de cometer suicídio e assim, para mal dos seus empenhados e corajosos companheiros, do seu treinador e do numeroso público, o podão do tufo na nuca acabou com as pretensões, legítimas, de Haaland & Ciª.

Por essa altura já se vislumbravam algumas trombas de penico no banco tuga. Cris, a pseudomascote do Chiklas, olhava para o campo com um semblante carregado, mais parecendo o de uma criança bufona prestes a desencadear uma birra das sérias, pois até aquele perna-de-pau do Ramos, para destoar, aplicou uma chapelada monumental vitoriosa no meio de tanta barraca da pileca norueguesa.

Hummmmm…. já estou a pressentir que desta vez fico a ver navios… - balbuciou entre dentes a mascote jesuína.

E assim aconteceu. No final, o trombil era tal que Cris cagou em tudo e foi mijar e cuspir para os balneários à espera do seu presumível protector, o afamado Chiklas…

O diálogo entre eles foi assanhado e por muito pouco a mascote não exigiu a presença do boss máximo para lhe recomendar que o seleccionador seria a muito breve prazo para substituir por um Martinez II.

Mas afinal o que é que tu querias? – perguntou o Chiklas à mascote.

O que me disseste foi que eu iria entrar na 2ª parte e o que fizeste foi mandar lá para dentro uns coxos que sinceramente… - retorquiu o bufão.

Chiklas, já incomodado pela aspereza da conversa, atirou forte e feio:

- Olha lá, ó Cris, mas tu julgas que quê? Querias ir lá para dentro com um andarilho nessas condições como está o teu? O tratador das botas e teu roupeiro avisou-te que o teu andarilho já não tinha uma perna nem três das quatro borrachas de fixação ao relvado, e tu ainda querias ir nesse estado para dentro do campo perante aqueles cavalões nórdicos? Ó Cris por favor, primeiro vai lá reparar o andarilho se é que alguma vez aquele chaço ferrugento terá algum conserto…

Cris não se ficou e ainda mais irritado com a frontalidade de Chiklas questionou-o sobre outros andarilhos que por lá andam…

- Ainda estou para saber porque é que o dentolas do Fernandes também não jogou e puseste lá um pequeno andarilho no meio-campo que em tempos colocaste a defesa-esquerdo e que teria de nascer dez vezes e crescer muito mais… - observou a mascote.

Chiklas começou a ficar refodido com aquela contestação toda e disse-lhe peremptoriamente:

- Aqui quem manda sou eu! Percebeste? E digo-te mais, o Fernandes não jogou porque se esqueceu do andarilho na sala de espera do Aeroporto da Portela e o andarilho do Bernardo estava ainda em condições suficientes para que, já depois, no tempo de compensação ainda ter conseguido arriar duas ou três fragatadas, uma delas no Odegaard, um gajo que já me estava a mexer cá com as minhas entranhas e os meus poucos neurónios! E para a próxima 5ª feira, das duas uma, ou pões o teu andarilho em condições ou então nem no banco te sentas! – palavras onde se confundem a sapiência empírica com a boçalidade pura.

Depois desta séria altercação foi todo o mundo para o chuveiro, incluindo a vaca leiteira e o Proença das escutas…

Até 5ª!

MAXIMUS VERMILLUS

segunda-feira, 21 de setembro de 2026

"OLHO POR OLHO, DENTE POR DENTE"


Perante a barbárie futeboleira e farioleira de ontem, não resta ao Sport Lisboa e Benfica, direcção, órgão sociais, funcionários, sócios, adeptos, simpatizantes e todos os Benfiquistas que se prezem, mais nenhuma alternativa, senão aquela que é proporcionalmente directa às acções asquerosas que têm ocorrido ao longo destas jornadas iniciais, com especial incidência para a selvajaria de ontem no antro corrupto de Freixo.

“OLHO POR OLHO, DENTE POR DENTE!

Tolerância ZERO!

O filme de terror protagonizado por actores possuídos pelo ódio, completamente alucinados – os soldados alemães na 2ª Guerra Mundial eram “alimentados” com doses cavalares de Pervitin, uma metanfetamina, para manterem a intensidade física, mental e moral, necessárias para avançar como relâmpagos pelos campos de batalha, temerários raiando a loucura – foi por demais evidente, lançando-se desvairadamente sobre os seus adversários.

Esses actores foram os jogadores do fruta corrupção & putêdo, vulgo fcp, seu asqueroso treinador, todo o staff técnico, o engraxador dos cascos dos veigas, andrés, williams, bednareks e quejandos desta vida até ao despudorado fanático Billas do colarinho branco, precisamente herdeiro e mentor de toda uma paranóia que infecta toda aquela gentalha de merda há mais de 40 anos.

Quando quase no final do desafio vi um “gorila” a abrir a bocarra mostrando aqueles característicos caninos e que em vez de urrar e bater com os punhos no peito tipo King Kong, ferrou uma murraça nos costelados de um seu adversário, concluí que até os grandes símios – já que o “macaco” se encontra em período “sabático” – consomem aquelas folhas alucinogénicas que crescem nas insondáveis florestas e montanhas do Congo e do Uganda.

Mas não foi só a barbárie futeboleira e farioleira que imperou na Pocilga selvática da Inbicta Corrupta.

O que não posso admitir é que um capitão da GNR, árbitro como profissão complementar, exiba descaradamente tanta parcialidade e complacência, sendo cúmplice vergonhoso de uma farsa que se traduziu num ataque à sensatez, à lealdade e à seriedade de um conjunto de profissionais e jogadores – os atletas do SLB e respectiva comitiva – que quis sempre, de uma forma limpa, jogar o jogo pelo jogo.

Miguel Nogueira, Luís Ferreira, Fábio Melo e restante equipa arbitral actuaram mais como um bando de cobardolas do que se constituírem como juízes para colocar os transgressores na ordem, penalizando premeditadamente os leais, sendo coniventes com o jogo rasteiro da equipa que tem sido sempre protegida ao longo das suas miseráveis carreiras arbitrais.

O SL Benfica terá, a partir de agora e obrigatoriamente, de aplicar a Lei de Talião, antes que seja tarde!

“QUEM COM FERROS MELROS, MELROS FERROS!”

MAXIMUS VERMILLUS

domingo, 13 de setembro de 2026

ANTES QUE FOSSE TARDE DEMAIS…


Um denso nevoeiro paira desde há quarenta e muitos anos na arbitragem indígena. Tudo começou quando um dos maiores venenos de que há memória no futebol intramuros pediu, no contrato que esteve prestes a concretizar, uma quantia elevadíssima à época para resolver questões do apito - 15.000 contos para os árbitros, dizia ele descaradamente – associado à elevada quantia a ser paga como treinador do clube que o iria contratar, situação que nesse tempo mereceu a total repulsa do presidente desse mesmo clube, tendo a contratação sido abortada por esse motivo.

No entanto, esse veneno futeboleiro encetou esse mesmo caminho ínvio noutro local, noutra cidade, noutro clube. A sua obsessão contra a capital e contra o poderio futebolístico de uma equipa excepcional que se materializou de uma forma quase absoluta durante uma década – a de 60 e mesmo parte da de 70 – em que o próprio, disfarçando a sua calvície com a célebre bóina “à Zé do boné” dizia à boca cheia quando deambulava pelo submundo e pelas caves e tabernas da Inbicta Corrupta, onde se jogava também à sueca entre caixotes de leguminosas e sacos de batatas e de feijão, que “enquanto o preto jogasse naquela equipa, nenhuma outra, nem ninguém teria hipótese, nem mesmo com os árbitros a favor…”

Nesses tempos já longínquos e nesses antros lúgubres, a “quadrilha dos pintos” e esse sinistro personagem do boné que se juntavam às tardes para o joguinho da praxe, por vezes com mais alguns mirones colaboracionistas, começou a conspiração para transformar a arbitragem no pântano que ainda hoje continua a crescer à tripa forra, a par da guerrilha fomentada pela bandidagem acantonada na Palermo Portuguesa - um gang que “comprava títulos nos supermercados”, num modus operandi bem identificado no país e na Europa - como a ela tão bem se referiu um velho e proeminente manager escocês, figura incontornável do futebol britânico, nomeadamente do Manchester United.

Assim chegamos à história contemporânea do apito, numa brutal e contínua espiral de suspeição da qual ninguém, dentro desse meio, no momento actual, consegue sacudir a água do capote.

Alguns, antecipando o descalabro prevísivel foram-se afastando discretamente, enveredando por comentadores de pacotilha e analistas avençados, chafurdando na grande e escabrosa CS desportiva indígena. Outros, pagos a peso de ouro transformaram-se em “consultores”, formadores e conselheiros, envolvendo-se em tramóias de bastidores cujo exemplo mais paradigmático desse modus faciendi foi o Apito Dourado, tendo como percursores os famigerados Garridos do mundo antigo, já não falando dos actuais “bertinos” deste país.

Outros se seguiram com as mesmas estratégias e acções obscuras. Recordo aqui a citação de um debutante que depressa se tornou em mais um degradante actor nestas andanças futeboleiras – “tenho na minha lista dois juízes-conselheiros do Supremo, um Procurador da República, um Juiz-Desembargador. Acha que estas pessoas não vão (…) fazer braço de ferro na justiça, no Sporting?”.

Da justiça rapidamente se passou para o campo onde se têm definido os vencedores antecipados – a arbitragem. Em aceleração desenfreada, esta área do dirigismo futeboleiro onde as ocorrências do “apito” se incluem e onde abrir mão das mordomias e dos chorudos vencimentos é novamente o caminho para a penúria, chegou irreversivelmente ao “point no return”. Antes que fosse tarde alguém deu de frosques e meteu a boca no trombone, para salvaguarda da sua imagem e consequentemente evitar os tormentos condenatórios de acções suspeitas que o possam envolver.

A PJ está novamente em campo. No entanto, e como não é novidade para ninguém neste “país de brandos costumes à beira-mar plantado”, apesar da denúncia e dos alertas feitos “a montanha vai parir um rato” e continuaremos a ver na arbitragem, e não só, um chafurdo pestilento sem fim à vista.

MAXIMUS VERMILLUS

quinta-feira, 10 de setembro de 2026

ESTA DUPLA TEM DE SER CASTIGADA

Após a escandaleira parcial anti-Benfica do árbitro Fábio Veríssimo e sua entourage - árbitros auxiliares e 4º árbitro, respectivamente Pedro Mota, Hugo Coimbra e Vítor Ferreira - em campo, mais a incapacidade visual de Rui Costa no VAR – a luminosidade dos ecrãs de vídeo provocaram-lhe muitos encandeamentos e por consequência incapacidade visual?!? – no jogo Moreirense-SL Benfica, com graves prejuízos para o SL Benfica, todos nomeados por Luciano Gonçalves, o Sport Lisboa e Benfica não pode ficar de braços cruzados perante o tamanho ataque de que é alvo e às agressões contínuas, ofensivas à credibilidade da arbitragem índigena e do futebol em geral!

Mas na CS, o Poio Arbitral, o Faustino Poltrão e demais quadrilha conivente com a MERDA ARBITRAL À SOLTA NESTE PAÍS DE BRANDOS COSTUMES, alinham pela mesma desonestidade e mascambilhas contra o Glorioso, já não falando dos abortos artísticos d’O NOJO!

O que aconteceu ontem, desde o início do desafio, foi tão evidente que qualquer pessoa honesta não pode deixar de denunciar tamanha barbaridade arbitral. Foi demais! Marco Silva e os seus colaboradores a gesticularem de braços bem no ar, indignados, tentando alertar todos os intervenientes arbitrais para a infracção do jogador moreirense Parsemain sobre Lenglet, e Veríssimo a tentar por seu lado que o guarda-redes do Moreirense acelerasse o pontapé de baliza para passar como cão por vinha vindimada sobre a ilegalidade do jogador do Moreirense que fez penalty evidentíssimo sobre o defesa-central do SL Benfica. Isto, com o VAR Rui Costa calado que nem rato, só "acordando" com os "alertas" indignados do técnico e restantes Benfiquistas. Mas, FV - chamado por RC pela pressão sobre si exercida pelas hostes Gloriosas - hábil, esteve a pensar e a “visionar” o vídeo, 2' e 50'', e quase 4' para decidir (desde a falta até ao simbólico gesto do desenho do rectângulo no espaço e consequente explicação verbal), tentando entrementes enviar o penalty para as calendas e simultânemente descortinar algo que evitasse esse pontapé de Parsemain na cabeça de Lenglet. UMA VERGONHA, UM NOJO DE ÁRBITRO!

Após a decisão arbitral, Parsemain nem tugiu, nem mugiu, ao contrário dos herbívoros da CS - jornais e TV's - do dia seguinte (hoje)... 

Nesta época, neste jogo, Fábio Veríssimo foi um émulo de Nobre, Godinho e Moedas na bandalheira arbitral anti-Benfica das duas épocas antecedentes! Mas tem sido sempre assim. Veríssimo é sempre indicado quando há necessidade de puxar o SL Benfica para baixo. Juntamente com os outros três mencionados compõe um dos mais sinistros quartetos de toda a triste história arbitral indígena. Já para não falar no que foram os tempos áureos do APITO DOURADO em que muitos árbitros eram presenteados com prostitutas e dinheiro para beneficiar o clube mais corrupto do país, da Europa e do Mundo, o famigerado fruta corrupção & putêdo, vulgo fcp!

A PJ tem obrigatoriamente de pôr mão neste descalabro arbitral!

E TODO O BENFICA CALADO!

CARO PRESIDENTE E TODA A CLASSE DIRIGENTE DO GLORIOSO, TODOS VÓS, NÃO PODEREIS DEIXAR PASSAR TAMANHA ESCANDALEIRA!

OS BENFIQUISTAS ESPERAM DE VÓS ACÇÃO E PROCEDIMENTOS!

MAXIMUS VERMILLUS