
ESTA IMAGEM DE PAVLIDIS NÃO TEM NADA A VER COM O TÍTULO DO POST
Os
últimos dois jogos do SL Benfica para o campeonato nacional, a par do jogo com
o Estoril, foram aqueles em que o Glorioso revelou mais dificuldades e que
acabaram com a vitória pela diferença de 1 golo – SLB,2-Estoril,1, Sta. Clara,1-SLB,2
e SLB,1-Alverca,0. Poderemos acrescentar a estes, os dois jogos em que o SLB já
defrontou o Gil Vicente apesar de vitórias mais folgadas. O jogo contra o grémio do putêdo não faz parte desta
contabilidade que embora tenha tido alguns contornos semelhantes, foi na sua
essência uma batalha viciada por Miguel Nogueira & sus muchachos, incluindo Fábio Melo e Luís Advogado de Defesa no Apito Dourado Ferreira no VAR.
Todos
estes desafios mostraram um denominador comum – os jogadores das equipas
adversárias correram do início ao fim dos jogos, parecendo autênticos cavalos
selvagens. A percepção que fica sobre a energia e resistências físicas dos
ditos cujos, é que nesses jogos, mesmo que tivessem o dobro do tempo de duração,
todos eles ainda lá andariam no mesmo ritmo frenético com que os começaram.
Pilhas
Duracell?
Ontem
foi impressionante. Agressividade nos limites, com empurrões, lances a roçar a
violência, provocações com o desafio interrompido, discussões e contestações ao
árbitro numa pressão constante e mais um conjunto de truques e manhas que
definem qualquer equipa treinada por adeptos ligados umbilicalmente ao fruta corrupção & putêdo, vulgo fcp. Uma cultura futebolística rafeira e
não só, que lhes está no sangue.
Exceptuando
o treinador do Estoril, um ilustre desconhecido, Tiago Margarido do Vitória de Guimarães, Petit do Sta. Clara,
Luís Pinto do Gil Vicente, nado e criado na freguesia da Sé, no Porto e ontem
Sérgio Ferreira, ex-treinador dos sub19 do grémio
do putêdo e treinador actual do Alverca são peças de uma engrenagem
complexa que desde há muito tenta travar o Benfica. Um all-in impressionante e perturbador que lança mão de todos os meios,
desde os condicionamentos a árbitros até às octanas de um combustível
desconhecido. Vejam-se as CI pós-jogo da maioria desta fauna e a abordagem que
fazem quando jogam contra o SLB. Ontem, a equipa do Alverca mais parecia um
autocarro com dois andares muito juntinhos um ao outro, tal era o congestionamento
de passageiros, a transbordar, junto à sua grande área durante todo o tempo.
Depois são chutões para a frente à espera que qualquer cavalão de dois metros
de altura se aproveite de uma fífia de Lenglet, Araújo, Bah ou Dahl e tentar
marcar na baliza do Samuel. Uma táctica perfeita recorrendo aos anais “científicos”
do grémio do putêdo.
Alguma
razão há para o Alverca ter com esta derrota, três jogos seguidos sempre a
perder. Ontem, mesmo com gás butano de alta pressão voltaram a ceder. Muito a
custo, mas voltaram a ceder.
Não
se podem dissociar deste último jogo três componentes por demais visíveis no
grupo ribatejano – os depósitos de combustível atestados de gasolina com muitas
octanas, a lavagem cerebral prévia porque o adversário é o Benfica, incómodo
competidor directo dos grémios do lagartêdo
e do putêdo e a associação às arcas
encoiradas, modelo Ali Bábá com o código da fechadura a poder ser desvendado se
o desfecho fôr uma vitória ou mesmo um empate.
Neste
campo, ficou tudo a ver navios, com todos a regressarem ao local de partida com
os bolsos vazios.
O
“prémio de jogo” deveria ser bem chorudo!
Aos
77 minutos de jogo abandonei a visualização do jogo. Tal como a minha falência
emocional, a quebra física da equipa Gloriosa era notória perante a
impressionante frescura dos jogadores do Alverca, estando o desafio a correr
vertiginosamente para o seu epílogo. Muito a custo e revelando um grande
espírito de união, os jogadores Benfiquistas lá conseguiram levar a água ao seu
moinho. Mais um jogo de campeonato onde se fazem campeões.
Ao
contrário do passarôco da BTV, não gostei do apitadeiro de Viana do Castelo. Por várias vezes fechou os olhos a
faltas no meio-campo sobre jogadores do Benfica, especialmente sobre Palhinha,
facilitando ataques prometedores e perigosos à equipa adversária cada vez mais que o desafio avançava para o seu final. No penalty, nem Luís Ferreira lhes valeu por
tão evidente que foi.
O
título deste post encerra uma
pergunta de muito difícil resposta e que só aqui fica para memória futura.
MAXIMUS
VERMILLUS