Ao vê-lo e ouvi-lo sobre Prestianni, chego à conclusão que em matéria de futebol andam mentecaptos à solta no Brasil, a quem têm de ser colocados açaimes de aço.
Este jagodes, cujo nome é Flávio Prado, jornalista, coach, professor universitário e advogado, de naturalidade brasileira, aparece no facebook “urubu reels” com declarações que merecem a reprovação e a condenação totais.
Quero vê-lo a atravessar a fronteira do Brasil com a Argentina e ver os “inchas da Albiceleste” a lançá-lo de cabeça do alto das Cataratas de Iguaçu. Como é possível um bastardo mental deste calibre aprovar a violência e a selvajaria de alguns jogadores do Flamengo sobre o jogador argentino ao serviço do Benfica? Em que se fundamenta este demente para condenar Prestianni, dando como adquirido que o rapaz insultou o seu adversário – pressupostamente terá chamado “mono” a Vinicius Jr. (o que negou sempre) e este antes tê-lo-á tratado por V. Exa. - no 2º jogo na Luz entre o SL Benfica e o Real Madrid.
Ouvir este bandalho de comentador é o mesmo que ouvir um cagalhão pestilento a fazer splash! no buraco da retrete. O SL Benfica tem a obrigação de considerar personas non gratas, não só esta deplorável besta como também o treinador do Flamengo, Leonardo Jardim e alguns dos seus jogadores - Bruno Henrique, Emerson Royal, Erick, Samuel Lino e alguns mais.
Durante toda a 1ª parte a equipa brasileira mais parecia um grupo de bandoleiros à solta!
É assim que Flávio Prado, muita gentalha semelhante e toda esta ralé que acampou no relvado do estádio do Algarve vai transformando um país de futebol sui generis, outrora admirável com grandes “génios” da bola, numa selva onde vale tudo, desde samba provocador, simulações de actos sexuais junto das bandeirolas de campo e insultos debitados à tripa forra. No sábado, um “amigável” foi transformado pelos brasileiros num jogo louco que mais parecia uma final desesperada da Champions League onde a vitória sobre o SL Benfica teria de ser alcançada a todo o custo, sem escrúpulos. Para este triste espectáculo muito contribuiu um sarrafeiro mental mascarado, de apelido Royal, ainda pior que um rebenta-canelas, aviando por três meses um jovem jogador promissor do SL Benfica com uma entrada assassina por trás, com a conivência de um miserável do apito que deixou que este acto violento, entre outros, passasse impune. A Prestianni montaram-lhe uma caçada criminosa. Para Leonardo Jardim, um treinador meio-rafeiro, com cara de poucos amigos que em determinados momentos mais parecia um insurrecto faveleiro e que nunca tinha ganho ao Glorioso, só duas palavras: - vai bardamerda pela triste figurinha que fizeste e boa viagem para o lado de lá do Atlântico!
MAXIMUS VERMILLUS





