sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

AS SACANICES NA POCILGA DA INBICTA CORRUPTA

Mais do mesmo. Pouco tempo passou desde o passamento do maior bandido da nossa história contemporânea para que a intimidação, a violência, a opressão, a humilhação, O ÓDIO contra o SL Benfica e os Benfiquistas regressassem em força ao antro corrupto da Palermo portuguesa.

Valeu tudo. Muito antes, durante e já muito depois do desafio de quarta-feira até aos dias de hoje. No relvado, nas bancadas, nos acessos ao estádio, na CS através dos Bitorinos Pyntellos deste mundo e de um bando de cabrões jornalísticos a soldo do anti-Benfica em pasquins desportivos e até generalistas o despautério, a desonestidade, o conluio com a organização criminosa da Inbicta Corrupta e do seu submundo.

Desde o foguetório da madrugada do dia do jogo junto ao hotel onde o SL Benfica pernoitava passando por um árbitro e um VAR absolutamente parciais, habilidosos e miseráveis sempre em benefício do fruta, corrupção & putêdo até ao sevandija que hoje ocupa a cagadeira de sonho da pocilga corrupta azul e bronca e que mesmo longe do ambiente futeboleiro tuga – quer em S. Petersburgo com o Zenit ou no Chelsea em Inglaterra - nunca parou de apoucar, achincalhar e hostilizar o SL Benfica, valeu tudo! Foi e continua a ser um fartar vilanagem!

Em tempos, o defunto das putas - de quem o actual herdeiro continua com o mesmo modus operandi - bolçou uma célebre frase a Eriksson quando este era treinador do Benfica. Disse a besta, aquando de um jogo entre o Glorioso de Portugal e o grémio da bandalheira corrupta que “isto é uma guerra e guerra é guerra!”. E não tenhamos quaisquer dúvidas. Essa violenta guerrilha continua. Agora com uma capa diáfana de sacanices e hipocrisias à moda dos queques da Foz, dado que os primatas catões foram neutralizados pela actual nomenklatura.

Quando vi entre muitos destrambelhos e selvajarias desta nóvel comandita azul e bronca, um esgazeado que mais parecia um gorila das montanhas furibundo, a evitar o cumprimento desportivo de Pavlidis e a agarrar o emblema corrupto que trazia ao peito de uma forma rancorosa e animalêsca, lembrei-me do que recorrentemente fizeram e fazem os aníbais pintos, os manuéis serrões, os piratas ruis pintos, bitorinos pyntellos desta vida e quejandos, nos canais comunicacionais radialistas e televisivos, e nas redes sociais - INSTIGAÇÃO AO ÓDIO AO SL BENFICA!

Para mim só há um tratamento possível para esta escumalha – “justiça de Fafe”

Portanto, na volta do correio e quando ocorrer o jogo da segunda volta na Luz, independentemente dos lugares na tabela classificativa, esta pandilha deverá ser tratada como manda a Lei de Talião – “olho por olho, dente por dente”!

Exactamente. Como PORCOS que são. A começar pelo JAVALI nº1! 

 

MAXIMUS VERMILLUS

domingo, 11 de janeiro de 2026

FALTOU PINHEIRO E BOMBA

Ainda me lembro bem da sã convivência entre Benfiquistas e bracarenses na cidade dos arcebispos. Um significativo número de colegas meus de trabalho, nados e criados nesse burgo histórico, manifestavam o seu Benfiquismo na cidade sem receio de quaisquer atitudes hostis ou mesmo ameaçadoras por parte dos adeptos do Sp. de Braga. Toda a animosidade e digo mesmo, violência e ódio, começaram a surgir quando num passado já distante, um pequeno trolha mal formado, mal-educado, ganhou a presidência desse grémio minhoto, ligando-se umbilicalmente, por conveniência, ao grémio da Inbicta Corrupta, o famigerado fruta corrupção & putêdo. Essa aliança tácita entre o falecido rei do peido e das putas da Palermo Portuguesa e o pequenote brácaro fez germinar um ódio visceral ao Benfica e aos Benfiquistas, cada vez mais estimulado, muito especialmente aquando dos jogos entre o Glorioso e os brácaros, quer no Minho ou na capital.

Quando esse trolha ressaibiado escarrou na cara do presidente do Glorioso em plena tribuna do Estádio da Luz simulando miseravelmente um gesto de surripianço com a mão, quando estava a levar na touca, num jogo em que a sua equipa jogou como se não houvesse amanhã, mas já sem quaisquer objectivos e pretensões no campeonato dessa época, revelou toda a sua má educação, o seu rancor anti-Benfica e espírito anti-desportivo.

Hoje levou outra vez na touca, ou melhor no trombil. No final do jogo entre o Vitória e o seu grémio, imaginei-lhe uns cornos dum tamanho tal que iam de Braga até ao Cabo Touriñán, a ponta mais ocidental de Espanha, no norte da Galiza. Numa passagem fugaz pela flash interview vociferou, bolçou bacoradas, roncou, expelindo um ódio visceral pela derrota sofrida. Desta vez, ao invés de criticar a inépcia da sua equipa, criticou o VAR desta final, esquecendo-se de fazer o mesmo quando o seu amigo do apito escamoteou dois penaltys ao Benfica na meia-final desta Taça, evitando que a partida acabasse empatada. Deu-me um gozo tremendo vê-lo naqueles deploráveis propósitos muito semelhantes às ordinarices que com ele ocorreram em tempos no Estádio da Luz.

Na última quarta-feira a sua equipa esgotou todo o combustível de muitas octanas que consumiu durante esse jogo contra o SL Benfica. Muitos dos seus jogadores mais pareciam verdadeiros foguetões. Esta noite, em Leiria, os foguetões abortaram a descolagem. O exemplo de Zalazar é paradigmático. Em jogos contra o SL Benfica, o foguetão Zalazar atravessa toda a galáxia. Numa noite para esquecer como esta, perdeu-se, deambulando pelo relvado futeboleiro sem o gasogénio necessário e mesmo no final, o foguetão foi o keeper vimaranense. E a ausência de um pinheiro natalício foi crucial para regressarem a penates com o rabinho entre as pernas. 

Mas Malheiro, supondo que era um ajudante de trolha a acartar calhaus na Pedreira, prolongou, prolongou, prolongou o jogo até que um negligente do Vitória, dentro da sua área, acertou com uma cotovelada desnecessária na cara de um brácaro, deitando tudo a perder. Penalty indiscutível, mas escreveu-se direito por linhas tortas. Charles Silva, o keeper que virou herói, fez uma defesa do outro mundo.

Quem falha?

Zalazar, Zalazar, Zalazar!

Quem manda?

Dói, Ndoye?

 

MAXIMUS VERMILLUS

segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

OS SINAIS DE MOURINHO E OS ABJECTOS DO COSTUME

“É o futebol que temos… mas eu limito-me a fazer o melhor que posso o meu trabalho, limito-me a dedicar-me ao máximo ao trabalho que faço...

… Estou a falar com ironia… vocês, obviamente, sabem que se não fizer com ironia irei ser seguramente, fortemente penalizado… eventualmente pode o Clube, enquanto instituição querer fazer algo ou não. Pode perfeitamente seguir a linha de que começamos a estar habituados e acomodamo-nos à situação. Eu, enquanto treinador, o trabalho que fizemos ao intervalo para tentar mudar as coisas, conseguimo-lo fazer. [Quando diz o Clube fazer algo, é fazer um protesto, um comunicado, alguma coisa?] Não, não sei. Eu limito-me a treinar, limito-me a fazer a avaliação… - Mourinho ipsis verbis.

Este é um extracto textual de algumas frases de Mourinho na conferência de imprensa pós-jogo de Braga.

UM AVISO!

Se tudo se mantiver como está, arriscamo-nos a que Mourinho mais tarde ou mais cedo bata com a porta e deixe o Sport Lisboa e Benfica, em termos de futebol, completamente pendurado.

Mourinho tem feito mais neste espaço de tempo em que é treinador do Benfica do que todo aquele grupo de mamões que deambula pelos passos perdidos da Luz. Todo o maralhal a navegar à vista, em atitudes acobardadas, preocupados acima de tudo em defender os ricos tachos que os alimentam.

NÃO PODE SER, SR. PRESIDENTE!

Não poderemos ter tímidos arremedos após os graves prejuízos que muita gentalha nos tem infligido.

HÁ QUE ACTUAR EM ANTECIPAÇÃO!

Como é possível tolerar sem qualquer assomo de indignação que Tiago Martins tivesse sido o VAR do jogo de Braga? Quanto ao árbitro, nos 8 jogos que já arbitrou o Benfica, recorro ao uma única palavra – premeditação e malabarismos sempre visando prejudicar o SL Benfica. Este árbitro não é um árbitro. É uma merda arbitral a mando de alguém.

Actualmente e do modo como a situação está só há um caminho – PESSIONAR A ADOP NO QUE RESPEITA ÀS ANÁLISES ANTI-DOPING E ATRAVÉS DE DENÚNCIAS ANÓNIMAS COLOCAR A POLÍCIA JUDICIÁRIA EM CAMPO!

Como é possível que os Aroucas, os Gil Vicentes, os Rios Aves, os Famalicões deste mundo corram na Luz como se não houvesse amanhã do princípio ao fim do jogo e depois nos jogos com outros adversários, joguem com uma descontracção tal que perdem pontos e são derrotados por equipas que à partida são inferiores ou de qualidade mediana?

Para terminar os ABJECTOS.

“Salbador”, esse personagem rasca que ainda há pouco tempo na Luz fez de uma forma ordinária, com a mão, o gesto de roubo, ainda ontem se levantou da sua cadeira na tribuna onde estava a seu lado Rui Costa, para protestar algo, com um comportamento igual ao de qualquer adepto de sarjeta e que demonstra mais uma vez uma hostilidade e um ódio intragáveis ao Benfica e às suas Gentes.

Ainda teve o descaramento de vomitar que o jogo tinha sido em seu prejuízo, atirando-se a um árbitro que tudo fez para o levar ao colo com um empate imerecido. Em circunstâncias sérias e honestas o Sp. Braga e esse traste do “Salbador” tinham sido derrotados sem apelo nem agravo. Mais uma filha da putice que Rui Costa deve registar para futuros confrontos.

Por mim, como presidente do SL Benfica, declarava-o imediatamente persona non grata e avisá-lo-ia para não pôr mais nenhuma vez as patas na Tribuna do Estádio da Luz e mesmo no próprio recinto, sob pena de o Benfica não se responsabilizar pelas consequências que daí pudessem advir. Este gajo é um escarro do piorio que deambula no futebol indígena e deve ter da parte do Benfica e dos Benfiquistas o tratamento adequado – escorraçá-lo, tratá-lo abaixo de cão, tal como ele subliminarmente e na maioria das vezes, declaradamente, faz ao nosso Clube e aos nossos adeptos!

Quanto ao apitadeiro João Gonçalves e ao VAR Tiago Martins é largá-los na fossa. Conscientemente e muitas vezes de uma forma premeditada – basta ver, quando as coisas na 2ª parte desandavam para os brácaros, as faltas atacantes marcadas aos jogadores do Benfica e a interrupção de jogadas no ataque benfiquista que se anteviam perigosíssimas, como foi o contra-ataque que envolveu Pavlidis nos minutos finais, beneficiando assim os infractores (jogadores do Sp. Braga) - e habilidosa, prejudicando ostensivamente o SL Benfica, retirando-lhe o ímpeto e assim evitando que se abatesse em Braga uma hecatombe para “Salbador” e sus muchachos. Absolutamente vergonhoso.

INDECENTE, INDECOROSO!

MAXIMUS VERMILLUS

 

PS

Eis os jogos do Benfica arbitrados pelo malandrote e professor de E.Física, Gonçalbes

18/02-24 Benfica, 6 – Vizela, 1

05/05-24 Famalicão, 2 – Benfica, 0

15/12-24 AFS, 1 – BENFICA, 1

17/01-25 Benfica, 4 – Famalicão, 0

16/03-25 Rio Ave,2 – Benfica, 3

03/05-25 Estoril, 1 – Benfica, 2

26/09-25 Benfica, 2 – Gil Vicente, 1

28/12-25 Braga, 2 – Benfica, 2

 

Tirem as conclusões que bem quiserem. Eu já tirei as minhas!

domingo, 28 de dezembro de 2025

NO CALDEIRÃO DAS BRUXAS DE FAMALICÃO

 

A epidemia que grassou em Famalicão desde a semana passada até ao início da noite de ontem resultante de uma frente ciclónica vinda dos Açores, segundo Miguel Ribeiro, “meteorologista de pacotilha” e mandarete encomendado pelo grémio da fruta da Inbicta Corrupta, teve como epílogo um forte abalo sísmico no relvado do estádio de futebol da dita localidade. Uma desgraça nunca vem só!

Desde a passada semana que o xarope milagreiro que todo o mundo procurava, também conhecido pelo “Elixir dos 100 à hora”, estava esgotado em qualquer farmácia, botica ou ervanária dessa cidade e redondezas. Com os stocks nas lonas foi o bom e o bonito! Os fornecedores do produto ao fazerem gazeta nesta quadra natalícia deixaram a trupe pendurada e deficitária.

E tudo isto bastou para que um grémio amadorense deixasse pelas ruas da amargura aquela gentinha que na semana passada se esfarrapou em Lisboa como se não houvesse amanhã.

Miguel Ribeiro, “meteorologista” por encomenda, não compareceu desta vez na sala de imprensa para relatar tamanho trambolhão. É que ontem, também foi o VAR que decidiu o lance do desastre famalicense. O seu peão de brega, Hugo Oliveira – que deveria ter muito respeitinho pelo SL Benfica - pouco tossiu sobre o assunto em causa, limitando-se a uma desculpa esfarrapada ligando a barracada ao estado emocional dos seus jogadores.

Hoje em dia, é fácil a qualquer forasteiro chegar à sala de imprensa do Estádio da Luz e bolçar as bacoradas que quiser. Não sei se é possível, mas os miguéis ribeiros deste país nunca deveriam ter assento e voz num local tão sagrado como é todo o espaço da Gloriosa Luz.

Façam como quiserem, mas a esse trambolho destrambelhado cortava-lhe imediatamente o pio logo que tivesse a ousadia de se sentar naquele cadeirão vermelho da sala de imprensa. No entanto, e perante a vergonhosa derrota de ontem, não vi nem ouvi nenhum mentecapto do futebol famalicense a insurgir-se contra a decisão do VAR. Decisão essa que ditou a derrota sem apelo nem agravo daquela trupe enxaropada que apareceu na Luz, durante 96 minutos à velocidade de um super-avião a jacto.

Já com o Casa Pia e com o Gil Vicente foi mais do mesmo.

Mas que há bruxas em Famalicão, lá isso há. Só falta saber onde fica o caldeirão das mistelas.

 

MAXIMUS VERMILLUS