48' Foi por um cabelo (ou
quase) que Pavlidis conseguiu escapar ao fora de jogo. O atacante do Benfica
estava milimetricamente em jogo quando Tomás Araújo fez o passe na sua direção.
Excelente leitura do árbitro assistente, a validar o único golo no Luís II –
duarte gomes dixit.
Nas análises (textos) deste “einsteinezinho arbitral” às prestações
da equipa de arbitragem nos jogos onde o SL Benfica participa, há sempre uns
floreados persuasivos (retórica escrita) que revelam subliminarmente a
tendência, por vezes obsessiva, de demonstrar de uma forma intelectualmente
desonesta que o Glorioso é sempre ou quase sempre beneficiado.
Neste caso particular do
grande golo marcado por Pavlidis, o pequeno sabichão
arbitral - que virou o bico ao prego,
num autêntico flic-flac à retaguarda
no lance protagonizado por Florentino no jogo SL Benfica-Moreirense na Luz, dando
o dito por não dito – refere que foi “por
um cabelo (ou quase) a escapadela do grego ao fora-de-jogo”.
Porquê esta abordagem
desnecessária e contraproducente ao respectivo lance, a partir do momento em
que a análise do árbitro italiano, do seu auxiliar e do VAR confirmam a
legalidade posicional de Plavidis?
Lamentavelmente, é o
subconsciente do einsteinezinho a
funcionar. Até dá a entender, ou parece, que o c@r@lho daquele cabelo do
Plavidis não devia estar penteado para a frente; deveria estar todo puxado para
trás ou mesmo depilado, para ser mais evidente a legalidade do lance.
O SL Benfica estava em França
a ganhar (e ganhou!), com todo o apoio de peso dos nossos Emigrantes Gloriosos
e dos Indefectíveis que normalmente o acompanham nos jogos fora do país. Assim
sendo, o Instituto Internacional de Pesos e Medidas de Sèvres, Paris, em função
desta descoberta científica do
c@r@lho do “cabelo” (ou quase) pelo “einsteinezinho
arbitral” luso, decidiu introduzir mais uma divisão no metro padrão – o “PINTELHÍMETRO
by duarte gomes”, desde já, candidato ao prémio Nobel da Física de 2025!
Sigamos para os Açores para
mais uma "malheirada”…
MAXIMUS VERMILLUS