terça-feira, 10 de agosto de 2021

Um tontinho n’A BOLA TV


Este fulaninho, “jornalista” de A BOLA TV chama-se José Rafael Lopes. A sua idade – 28 anos - o seu pouco traquejo ou falta de vocação para esta actividade, e depois de ontem, no Aeroporto da Portela, ter questionado estupidamente Pedro Pablo Pichardo, são um indicador claro para que os seus mentores o obriguem a um imediato e novo desmame ou então a receber uma reciclagem profunda sob pena de eles próprios deixarem se ser considerados profissionais sérios.

Mas actualmente, do órgão da CS de onde vem, já se espera tudo. A BOLA tem-se transformado num veículo de anti-Benfiquismo primário, repleto de invejosos e ressaibiados que vão aproveitando os momentos mediáticos de que dispõem para dar azo aos seus aberrantes sentimentos, comportamentos e raciocínios ou então para agradar aos respectivos chefes, desempenhando papéis mesquinhos e pouco recomendáveis. Ontem, foi destacado para a zona de chegadas do Aeroporto da Portela com a missão de fazer uma perguntinha a Pedro Pablo Pichardo, brilhante campeão olímpico do triplo salto.

Na conferência de imprensa quase que improvisada após a sua chegada e que se seguiu a uma homenagem por diversas entidades, esta abécula jornalística teve o desplante e o cinismo de questionar novamente o atleta português com uma pergunta semelhante à de um mísero bandalho que em Tóquio e após a cerimónia da entrega da medalha de ouro indagou junto do atleta “se ele, Pedro Pichardo, já que estava de máscara, tinha cantado o hino nacional”.

Quero em primeiro lugar referir a este papalvo jornalístico, armado em espertalhufo de pacotilha, que há muitos anos, aquando da cerimónia da entrega da medalha de ouro a Carlos Lopes pela sua brilhante vitória na maratona, este manteve-se impávido e sereno aquando do içar da bandeira de Portugal e do toque do hino nacional. Nessa altura, ninguém interpelou o atleta (que nem sequer usava máscara, como seria óbvio) do porquê de não ter entoado o hino ou se não o fez por ter sotaque tipicamente beirão. O respeito e admiração pelo êxito do atleta português falaram muito mais alto do que a mesquinhez e a parvoíce agora patenteadas por vários virgens ofendidos, entre os quais este dito cujo engraçadinho Rafael, todos anti-benfiquistas básicos. Sim, porque esta gajada é de um desplante deprimente e condenável – má formação, má educação, inveja e pequenez, características de fulaninhos ressaibiados e frustrados.

Mas para quem não teve a possibilidade de ver o triste espectáculo proporcionado pelo fulaninho, aqui vai a pérola para o director de A BOLA TV emoldurar e pendurar numa das paredes do seu gabinete.

José Rafael Lopes de A BOLA TV dirigindo-se a Pedro Pablo Pichardo:

- José Rafael Lopes de A BOLA TV, parabéns pela medalha de ouro, orgulho de um país inteiro…agora, neste momento teve oportunidade, tivémos oportunidade de ouvir o hino nacional…desta vez o Pedro acab…optou por não cantar. Não deixa de ser curioso. Teve medo que nós não ouvíssemos o seu sotaque?

Eis a resposta de Pedro Pablo Pichardo:

- Não, não, não, para nada…acho que todo o mundo sabe que tenho um sotaque cubano, penso que não, não há diferença nenhuma…se canto ou não canto…já todo o mundo sabe que sei cantar o hino há muito tempo…o único problema que tenho é o sotaque cubano, mesmo para falar, então para mim não há problema nenhum. A Portuguesa faz parte de mim já, é o meu país e é o meu hino.

(Ouve-se de imediato uma grande salva de palmas!) 

Perante isto, a minha exclamação quando via esta cena em directo, através da BTV, foi:

- Ó RAFAEL VAI CATAR ESSA COMICHÃO. TU E O SOTAQUE!

E para a próxima, daqui a três anos em Paris, se cair novamente uma medalha de ouro para Portugal do Pedro Pablo Pichardo no triplo salto, ficas incumbido de quando este chegar ao Aeroporto da Portela, pegares no microfone e ao lado da banda de música da PSP, cantares a solo “A Portuguesa”!

Até lá, para te condecorar pelo teu acto ridículo, vou enviar-te uma MEDALHA DE CORTIÇA made in Portugal.

 

MAXIMUS VERMILLUS

domingo, 8 de agosto de 2021

INDECÊNCIA ARBITRAL E PULHICE DA CS

 


A sacanice fomentada pelos responsáveis arbitrais indígenas começou cedo. É que nem esperam pelo decorrer do campeonato. Logo no seu início começaram as provocações ao Benfica, ao ser nomeado um árbitro da AF Braga para o jogo entre o Moreirense FC, membro dessa associação e o SL Benfica, tendo como VAR uma peça de artilharia que merece a desconfiança total dos Benfiquistas. Luís Godinho, que entre alguns outros, tem sido promovido, como que levado ao colinho por Fontelas Gomes e sus muchachos – há que pagar o tributo e demonstar vassalagem a quem manda!

Vítor Ferreira já tinha feito das suas esta pre-época ao apitar um jogo-treino do Benfica no Seixal. Agora, por “artes mágicas” foi novamente nomeado para este jogo em Moreira de Cónegos.

Luís Godinho, sempre com excesso de rigor no que respeita a analisar lances do Benfica, foi a escolha certa para VAR, como complemento da armadilha montada ao Benfica em Moreira de Cónegos. Se um falhasse lá estaria outro para a compensação.

E relativamente aos lances em que o Benfica foi penalizado, o “especialista” Godinho foi lesto e zeloso. Quanto àqueles em que potencialmente o Benfica tiraria vantagens, actuou de forma errática e manhosa, sub-reptícia e mesmo leviana, decidindo sempre a favor do Moreirense e contra as cores Benfiquistas.

Com a lição bem estudada, ambos quase que conseguiram os objectivos obscuros – arredar rapidamente o Benfica da candidatura ao título ou tentar de todas as maneiras dificultá-la - de uma contra-força anti-Benfica que existe em Portugal, que tem actuado à descarada e que envolve muitos dos árbitros, observadores e quejandos da divisão cimeira do nosso futebol.

Há que pôr um grande travão a todo este despautério. Não poderão ser somente os blogues, as redes sociais e um ou outro Benfiquista nas rádios, TV’s e jornais a dar o peito às balas numa luta desigual. Os jornais A BOLA e record, com o beneplácito dos seus directores - o sherpa dos croquetes e o bernardelho ribeiro (este, um lagarto inchado, vesgo, fanático e manhoso) -  estão tomados por fulanos mesquinhos afectos e declaradamente ao serviço do sporting, com O JOGO subjugado completamente pelos portistas. Nos generalistas, o séquito destes anti-benfiquistas é imenso. Bastar-nos-á ver a quantidade de artigos e fotos que se sucedem sem parar, numa manipulação reles e asquerosa, tentando apoucar, amesquinhar denegrir e minimizar o Benfica.

O SL Benfica, institucionalmente, através dos seus elementos – presidente, vice-presidentes e demais dirigentes – e dos órgão próprios, tem obrigatoriamente de encetar um combate sem tréguas perante uma bandalheira e uma batota infindáveis com que todas as nossas equipas são quase diariamente brindadas, e não me refiro só ao futebol.

Uma das medidas prioritárias é colocar a BTV em canal aberto, custe o que custar, denunciando todas as arbitrariedades, suspeições, insultos e ofensas ao nosso Clube e a quem o representa. A REVOLTA tem que surgir custe o que custar. É mandatório pôr esta corja imunda na linha.

Como é que é possível que nenhum órgão da CS se refira e dê destaque ao erro de Luís Godinho no lance em que Gonçalo Ramos é alvo de uma agressão grosseira de Artur Jorge quando se esgueirava para a baliza adversária?

 

Mas regressando às ocorrências em Moreira de Cónegos, pergunto:

- será que o lance entre Waldschmidt e Artur Jorge teria o mesmo desfecho se fosse ao contrário? Artur Jorge atinge ou não atinge o Benfiquista? A realidade é que Godinho esmiuçou o lance até encontrar uma justificação para reverter a decisão do seu colega de campo. Conseguiu o que pretendia.

- Vítor Ferreira, num instinto persecutório e bem pensado, amarelou a partir de determinada altura – momentos em que o Benfica segurava a vantagem mínima – os centro-campistas do meio-campo Taarabt, Meïte e logo depois Weigl, continuando a fazer vista grossa à agressividade incontrolável dos jogadores do Moreirense, sob a batuta desse anti-benfiquista intragável e cínico chamado João Henriques, treinador dos cónegos. Rafa também comeu pela mesma medida. Enfraquecer o nosso meio-campo e com menos um era uma medida que se tornaria prioritária para que os nossos adversários se acercassem com mais perigo da nossa baliza. Vítor Ferreira executou o “plano” na perfeição.

- Mas as gravosas incidências do jogo não se ficaram por aqui, já que aos 75’ o “cónego” Artur Jorge ferra uma galheta ou um murro?!? na cara/pescoço de Gonçalo Ramos prendendo-o e derrubando-o quando este se esgueirava perigosamente para a área do Moreirense para receber um centro de um seu colega. Jogada feia, suja e contemplando uma clara agressão. Vítor Ferreira marcou a respectiva falta mostrando amarelo ao infractor. E o Godinho?

Cadê o Godinho?

Não terá visto o lance?

Estaria distraído?

Estaria a assobiar para o ar?

Fechou os olhos nessa altura?

Terá ido arriar o calhau?

Estaria a telefonar ao Fontelas a perguntar se estava tudo dentro dos “conformes”?

Estaria a coçar a micose?

Não! A resposta é NÃO!

ESTAVA A VER E FEZ DE CONTA QUE NÃO VIU!

A ÚNICA DECISÃO ACERTADA de Godinho foi a reversão da decisão do seu colega em relação ao lance protagonizado por Diogo Gonçalves. Vermelho e rua!

Pois é!

Diogo é jogador do Benfica e aí já não há mas nem meio mas.

Foi a decisão certa?

Foi!

Mas iremos tomar em atenção quantas faltas destas ou piores farão o Palhinha e o Pepe ao longo desta época e qual será a decisão a tomar pelos Godinhos desta vida…

 

Para finalizar, em relação aos 8 minutos de prolongamento além dos 90’ que foram dados pela equipa de arbitragem no jogo de ontem, significam que se o Benfica estiver a ganhar pela margem mínima poderão não ser suficientes para a equipa adversária empatar. Portanto para a próxima vez prolonguem o jogo por mais meia-hora. Pode ser que consigam fazer com que o Benfica perca pelo menos dois pontos.

Mas já saberemos de antemão se o Benfica precisar de algum prolongamento extra para ganhar, esse não será concedido, tal como fez o Arturinho Pasteleiro quando com a pressa de acabar com um desafio onde o Benfica empatava, se esqueceu que nos curtos três minutos e que não correspondiam ao imenso tempo perdido pelo adversário, o Benfica enfiaria a bola dentro das redes ganhando assim o jogo.

 

Uns “berdadeiros” artistas, esta gajada arbitral sob o comando de Fontelas Gomes!

“Manda quem pode, obedece quem deve!”

E assim vai a bandalheira do nosso futebol… e desporto em geral!

MAXIMUS VERMILLUS

sexta-feira, 6 de agosto de 2021

UMA MEDALHA DE OURO CRAVADA NA GARGANTA DO LOPES

 


Pedro Pablo Pichardo ganhou ontem, brilhantemente, a medalha de ouro no triplo salto nos JO de Tóquio. Os três melhores saltos da final da competição foram deste extraordinário atleta português, pelo que se o critério de classificação obedecesse às marcas efectuadas, a prata e o bronze também seriam dele. Limpava tudo!

O salto de 17,98 metros foi efectivamente um salto de Pedro Pichardo para a glória. Absolutamente fantástico!

Em Portugal e mesmo entre os portugueses em Tóquio a divisão era notória. Alguns sonhavam que Nelson Évora ainda teria capacidade de rivalizar com Pichardo. Pura ilusão. Nelson só lá foi para tentar atrapalhar o que já se afigurava imparável – a vitória de Pedro Pichardo no triplo salto.

Nelson portou-se mal. Os ares de Alvalade, a ridícula volta “olímpica” aquando da sua transferência peseteira para o lagartêdo com brunalgas e vicente de moura atrás dele, completamente inebriados pela façanha de o terem desviado do Benfica e a alucinação colectiva da turba do lagartêdo nas bancadas foram o canto do cisne de um atleta que acabou primeiro por ser postergado pela ralé leonina e depois por sair dos JO pela porta pequena. Ressaibiado e desagradável, as suas declarações, com directas e indirectas ao seu companheiro de equipa olímpica, mostraram o carácter de Nelson.

Inclusivamente, segundo informações chegadas a alguma CS indígena, apontaram para o facto dele andar a apoiar um dos mais sérios concorrentes de Pablo Pichardo. Um triste.

Mas se Nelson, 29º classificado no triplo salto o que correspondeu ao último lugar dos finalistas, foi o que foi, pior estiveram alguns jornalistas e comentadores que pela sua parcialidade, fanatismo clubístico e raiva anti-Benfica mostraram como vai a nossa CS.

Desde a azia crónica e severa de Luís Lopes na RTP - um lagarto reles e anti-Benfica - até ao bandalho que após a cerimónia da entrega da medalha de ouro ao Pablo, lhe perguntou se cantou o hino português, tudo valeu para apoucar e amesquinhar uma retumbante vitória de um atleta que quis abraçar os Portugueses e Portugal com o seu empenho e a sua dedicação, agradecendo-lhes e dedicando-lhes a vitória no final da prova.

Execráveis profissionais da CS da trêta! Bandalhos de merda!

Ressaibiados e invejosos! Nojentos!

Luís Lopes, até partir deste mundo, irá continuar a remoer, a ruminar, a lançar a sua manhosa e miserável verrina sobre tudo o que é Benfica e a colocar ilusoriamente o seu grémio do lagartêdo nos píncaros da Lua. Mas para gáudio dos Benfiquistas e de todos os Portugueses que exultam com as vitórias dos nossos atletas qualquer que seja a sua etnia, côr, religião ou clube, enquanto representantes de Portugal, Lopes viverá sempre com a medalha de ouro de Pedro Pablo Pichardo cravada na sua garganta venenosa e xénofoba.

MAXIMUS VERMILLUS

terça-feira, 13 de julho de 2021