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E isto, porquê?
A razão é simples. O rancor e a inveja de um bando de filhos da puta - que chafurda na Comunicação Social indígena, afectos ao lagartêdo de Odorico Barandas “da Costa” e ao putêdo fruteiro do Calor da Noite presidido actualmente por uma ratazana pseudoaristocrática - pelo talento e classe de um jogador muito jovem que se projectou na alta roda do futebol europeu a partir de excepcionais exibições como elemento fundamental na conquista de um campeonato nacional pelo Sport Lisboa e Benfica.
Como consequência dessa notoriedade, esses sentimentos caninos cresceram desmedidamente até hoje e assim continuarão. A partir da sua transferência do SL Benfica para o At. de Madrid superando o inimaginável, batendo todos os recordes de transferências relativas a qualquer profissional de futebol nado e criado em Portugal.
As bestas jornalísticas anti-Benfica ficaram incrédulas. Quase que caía o Carmo e a Trindade! Todas as ronaldettes e outras bajuladoras comunicacionais que lambem o escroto de outrem, que não do SL Benfica, tiveram um ataque de urticária tal foi a comichão dos milhões arrecadadados pelo Maior e pelo próprio João Félix!
Na realidade o preço exigido pelo Glorioso de Portugal era estratosférico, mas a transferência consumada por um valor galáctico, posicionou-a nessa altura como das maiores ao nível do mundo do futebol, provocando ainda mais uma acidez tremenda na matilha anti-Benfiquista.
A partir desse momento começou a crítica sistemática e mordaz à vida de João Félix, dentro e fora dos relvados. Acompanhado de uma ninfa deslumbrante começou a ser falado, não só na área futebolística, como também no falatório da society.
Aí, sim. Gabo-lhe o bom gosto. Não só pelo perfume inigualável do seu talentoso futebol como pela fragância de uma companhia feminina de uma beleza e linhagem física de fazer inveja (leia-se, no bom sentido) a qualquer galã cinematográfico.
João Félix não perdeu a oportunidade de garantir o seu futuro logo que ela apareceu. A sua concordância pela opção colchonera que relembre-se, bateu a cláusula de rescisão estabelecida pelo SL Benfica, definiu-lhe o seu destino. Com um treinador que sempre preteriu o talento e o virtuosismo futebolístico, optando por um futebol feio e muitas das vezes trauliteiro – por isso perdeu várias finais e jogos decisivos da Champions – começou a ver o seu brilhantismo ofuscado pela teimosia de um conceito táctico demasiadamente rigoroso que poucos benefícios tem trazido ao grémio colchonero de Madrid. Este grémio é e será sempre relegado para um plano secundário pelo colosso da capital espanhola e assim começou a ver-se diminuir o brilho de uma estrela de primeira grandeza. Seguiu-se Chelsea que já se encontrava numa curva descendente e agora por empréstimo, o Milan, também a fazer uma travessia do deserto agora em cima de um boi a fazer de camelo. Nada disto traz desportivamente bons ventos a João Félix. No entanto a sua brisa financeira continua de vento em popa e isso é que aquela raça de rafeiros invejosos e ressaibiados da Comunicação Social Indígena não engole.
Enquanto JF escolhe caviar, a rafeiragem a ter que pôr o pão na mesa não desgruda e zurze forte e feio no rapaz. Ao que vejo, JF está a marimbar-se para este chafurdo jornalístico.
Já dizia Saramago um tempo depois da entrega do prémio Nobel da Literatura numa conferência de imprensa improvisada na feira do livro de Frankfurt:
– “Se me dão licença o prémio é de todos mas o dinheiro já agora fico eu com ele".
Ora bem.
Para o João Félix os milhões. Os jornalistas e as suas invejas, que se fød@m! Nem os títulos levam!...
MAXIMUS VERMILLUS
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