segunda-feira, 11 de março de 2024

MANUEL DE OLIVEIRA, MANDARETE DE ENCOMENDA

 


O mandarete arbitral Manuel de Oliveira teve ontem, no Estádio da Luz, uma das suas mais deploráveis prestações de que há memória. Uma exibição de encher o olho, melhor dizendo, uma exibição de encher o olho do cu de muita gentalha anti-Benfica deste país e arredores. E digo também arredores, porque a Inbicta Corrupta é já há muitas décadas um pardieiro mal cheiroso, mal frequentado e pouco recomendável desta terra à beira-mar plantada, cuja capital, felizmente é e será Lisboa, contra a vontade de uns pseudoregionalistas de cácárácá que a querem ver a arder.

Manuel de Oliveira fez vista grossa ao “penalty” não assinalado, cometido por Mangala, um algoz africano cujo tirocínio de ferocidade anti-Benfica efectuado em tempos na Pocilga Corrupta azul e bronca do Freixo, fez com que Marcos Leonardo fosse alvo da sua fúria danada, demasiado patente ao longo de todo o encontro (resquícios de outros tempos, locais e pessoas, onde lhe ensinaram que o diabo morava na Mouraria) ao aplicar uma violenta palhetada de sola e simultaneamente um golpe de karaté à retaguarda – que deixaram o brasileiro prostrado e dorido a reclamar a falta sobre si cometida. Mas MO não se ficou por aqui. Ele e sus muchachos, auxiliares-de-campo, cometeram mais um chorrilho de asneiras, decerto, muito do agrado de Luciano Gonçalves, Fontelas Gomes, Paulo Costa e todo o séquito de manhosos que deambulam pela FPF, Liga e respectivo conselho de arbitragem, APAF e demais entidades futeboleiras, controladas por azuis e broncos da Inbicta Corrupta e lagartinóides complexados de Alvalixo.

Será que MO quis provar à comandita que deseja andrades corruptos e biscondes falidos nos dois primeiros lugares deste campeonato e que está apto para prejudicar o Glorioso de Portugal logo que seja necessário?

Será que esta bandalheira arbitral de escamotear escandalosamente o já mencionado “penalty” e posteriormente ter justificado publicamente para todo o estádio ouvir - fazendo dos espectadores um grupo de estúpidos e néscios - de uma forma esfarrapada a sua miserável decisão, tinha a intenção de manter o Estoril em jogo?

Apesar de um 3 a 1 favorável ao SL Benfica, esta oferta aos canarinhos da linha foi literalmente um balão de oxigénio que obrigou a nossa equipa a ter de aplicar-se seriamente até ao fim do desafio, provocando um maior desgaste dos nossos jogadores para 5ª feira em Dublin.

Em A BOLA, um desportivo de eleição de outros tempos, transformado hoje num pasquim onde os sherpas, os urbanos, os travassos, os luisesmateus, os nunosreis, os rogériosazevedos, os feiteironas, os paralvas, os hugosvasconcelos, os joõespimpins e quejandos deste mundo escrevinham e faladram desalmadamente num indescritível malhanço sistemático e subreptício no Glorioso de Portugal. Duarte Gomes, um palhaço arbitral com agenda pessoal, não podendo evitar a referência a esse “penalty”, visível até da estratosfera, lá teve que vir dar “uma no cravo e outra na ferradura”, contrabalançando este erro crasso e premeditado de MO com a alusão ao fogo–de-artifício provocado por um bando de jagunços que valha a verdade terá obrigatoriamente de ser expurgado do nosso Templo Sagrado. Duarte Gomes e a sua merdilhice literária do costume. Um procedimento escrito sem vergonha, em tudo semelhante ao desplante arbitral do descarado MO. Não esqueço a sua grosseria ao inventar um “penalty” contra o Benfica provocado por uma “rajada vento” sobre um adversário que ficou para a história da arbitragem em Portugal como um case study de como se deve manipular um resultado.

DG tem essa agenda em pleno funcionamento. Nós, há bastante tempo que o sabemos. Mas o que se passa nas bancadas não é com ele. É com os delegados ao jogo.

Portanto, pianinho, ó DG. Não metas o nariz onde não és chamado.

Quanto a MO, se o conselho de arbitragem e sus muchachos tiverem vergonha na focinheira, terão de proibir o Apitadeiro do Camarote da Pocilga Corrupta de arbitrar qualquer jogo onde o Benfica seja interveniente. E a direcção do SL Benfica e seu Presidente que tomem também as devidas providências.

MAXIMUS VERMILLUS


 

 

terça-feira, 5 de março de 2024

ROGER SCHMIDT – UM SACO DE PORRADA!

  

Em tempos, houve alguém que disse que uma franja significativa de sócios, adeptos e simpatizantes do Sport Lisboa e Benfica sofria de clubite bipolar – iam num ápice dos oito aos oitenta como após um momento de euforia entravam numa espiral depressiva medonha. Esta é a realidade, que continua muito actual, quando uma faixa que eu apelido há muitos anos de “quinta coluna”, após glorificar Roger Schmidt pelas vitórias no campeonato passado e da supertaça já esta época, iniciou uma onda de contestação vergonhosa, quase animalêsca, em que só falta crucificá-lo em praça pública. Esta pandilha está tão obcecada, tão cega, que o faria caso pudesse, já ali na Rotunda Cosme Damião. Nunca teve, nunca tem, nem terá respeito por nada que signifique verdadeiramente o Glorioso de Portugal.

Um grupo de assobiadeiros, contestatários, desvairados, bombistas, em suma, uma corja a quem só falta chegar a cada uma das suas casas e ferrar uma carga de porrada na mulher (às tantas é isso que miseravelmente acontece), amante ou namorada. Uns autênticos alienados cujas ressonâncias magnéticas feitas aos seus cérebros apontam para um único meio-neurónio.

Todos estamos sujeitos a aplausos, a críticas, a discordâncias e concordâncias. Mas tal como em tudo na vida, há que haver bom senso, equilíbrios, em que a razão se sobreponha à emoção do momento. Só assim poderemos discernir com serenidade e frieza suficientes para elaborarmos os planos de acção e estratégias adequados, quando o destino não nos corre de feição e aparecem um ou outro insucesso ou revezes a emperrar a máquina, independentemente do impacto mediático que eles possam causar. Como dizia o célebre bispo maçon, Alves Martins, “a religião é como o sal na comida, nem muito, nem pouco, o que baste”. Uma máxima (substituindo a palavra religião) que se aplica nesta situação em que o treinador do Benfica tem sido um alvo constante de críticas a raiar o insulto pela asquerosa CS desportiva indígena e não só, maioritariamente pró-morcanzoada corrupta azul e bronca e pró-lagartêdo hipócrita, e que um número significativo de Benfiquistas tem engolido para logo tudo vomitar num destrambelho total nas suas redes sociais e noutros fóruns. A imagem que este bando de ignaros dá, é aquela que muitos usam no banal motejo – “comer gelados com a testa”.

Doa a quem doer, a realidade do momento passa muito por este cenário, quase pueril, em que Roger Schmidt foi transformado num saco de porrada, de escárnio e maledicência. Malham os anti-Benfica e a tal faixa demencial pintada de vermelho com um T de tolinhos na testa. “Ora agora malhas tu ora agora o fariseu”.

Até o Trêtas da Silva ou Gomes da Selva, para os devidos efeitos tanto faz, veio a terreiro pela mão (dêdos) do gajo mais asqueroso do blogue novo geração Benfica, mandar uns bitaites (nisso ele é um especialista nato) após a derrota do Glorioso na Inbicta Corrupta. O primeiro, que se tivesse decoro nunca mais diria uma palavra que fosse, após ter tido 1,64% nas eleições a que concorreu no Benfica e o outro, um calhandreiro de urinol que se entretém a malhar em tudo o que mexa no Clube e cuja agenda ficou vazia após essa humilhante derrota nessas eleições gorando-se assim o desejado tacho na estrutura do Glorioso.

Um fulano que se lembrou só agora de ir ao armário retirar cá para fora os esqueletos da Era LFV. Seria de bom-tom que estes dois melros – há um bando deles no SLB – tivessem deitado a cabeça de fora aquando da conquista do campeonato na época passada e da supertaça recente. Tá queto, ó deitas!...

Na 5ª feira, lá estarei a apoiar incondicionalmente o nosso Glorioso, os nossos jogadores, jogue quem jogar, marque quem marcar.

 

MAXIMUS VERMILLUS