É
voz corrente no Minho que os cavalos das Caldas de Vizela correm e relincham
como loucos nas competições em que participam. Um galope nunca visto e em que
vale tudo – violência, agressões, discussões, protestos, simulações, provocações,
insultos.
Assim
foi, também, ontem no jogo de futebol entre o Vizela e o Benfica, pelo menos na
sua grande parte – não consegui aguentar os vinte minutos finais, pois já
estava arrasado e extenuado só de ver os jogadores vizelenses a correr e a
pressionar no campo todo, no tempo todo e a exibirem uma frescura física que lhes
poderia permitir efectuarem mais dois jogos de 90’ à vontadinha. Nesses
momentos lembrei-me que as águas das Caldas de Vizela deverão ter um
ingrediente secreto – sulfúreas, bicarbonatadas sódicas com PH de 9,4, parecem
fazer autênticos milagres.
Será
que jogadores e adeptos do Vizela bebem dessa água milagreira e ainda fornecem
uns bons hectolitros dela aos adeptos do fruta
corrupção & putêdo vulgo fcp,
mais os seus superdragões?
É
que ontem, no estádio, elementos desta escumalha futeboleira eram às resmas na
bancada principal e atrás do banco do Benfica, incitando ao ódio, gesticulando, protestando, cuspindo, insultando,
quase passando à agressão quando uma garrafa de água fez uma tangente à cabeça
de Roger Schmidt, já não falando na quantidade de isqueiros lançados em sua
direcção, num desvario e loucura tais, que toda esta corja parecia possessa
pelo demónio.
Quanto
aos jogadores vizelenses e sua equipa técnica, também padecendo do mesmo mal,
fizeram do jogo a batalha e a mala das suas vidas como se não houvesse mais
nenhum, pedindo penaltys imaginários
e cartões a torto e a direito para os
Benfiquistas, em simulações constantes permitidas por um apitadeiro comprometido, que desde que foi visado pelos macacos da
Ribeira de Palermo do Douro nunca mais arbitrou em condições, prejudicando seriamente o Benfica nos
jogos em que interveio. Tulipa e sus
muchachos, a cada lance disputado relinchavam em contínuos protestos,
levantando-se em simultâneo como uma mola, do banco, esbracejando e vociferando
contra tudo e contra todos, particularmente contra os Benfiquistas em campo e no banco e contra Nuno Almeida, o árbitro que
ainda lhes aparou este jogo sujo quase até ao seu final.
A
recomendação de um Benfiquista amigo, das Caldas de Vizela, foi a de que se
fizessem chegar à Luz, doze jarricãs dessa poção bendita (um por cada jogo que
falta ao Benfica) para ajudar os seus jogadores a aguentarem os embates (e
os combates) que se aproximam.
Ah!...
Como eu gostaria que ontem – no início e no final do jogo – tivessem aparecido
meia dúzia de “vampiros” às portas dos balneários do estádio, em Vizela!
O
plano para apear o Glorioso, accionado durante toda semana, foi bem engendrado,
desde a Comunicação Social W52 até à estratrégia badalhoca, congeminada por adeptos da fruta, em Vizela,
terminando nas deploráveis declarações finais do treinador dos locais e adepto
do fcp e nos inenarráveis comentários
do chico trafulha, mais a sul, na
Inbicta Corrupta. Este era um dos jogos e um dos locais onde o Benfica poderia
baquear. Aguentámo-nos rijamente, mas muito a custo e com muito sacrifício
também.
Neste
caso é oportuno citar aqui o slogan da noite:
-
“BENFICA A LUTAR E JOÃO MÁRIO A MARCAR
PUSERAM MARQUES TRAFULHA E TODA A SUA ESCUMALHA A LADRAR”.
Vale
tudo para este bando de pulhas!
BENFIQUISTAS,
LUTEMOS
ATÉ AO FIM, ATÉ À EXAUSTÃO!
SÓ
ASSIM PODEREMOS VENCER O CRIME E OS MAFIOSOS DE PALERMO DO DOURO!