quarta-feira, 1 de fevereiro de 2023

ENZO, UM PARADOXO DESCONCERTANTE

Em Palermo do Douro e na Fossa de Alvalixo os foguetes estralejaram ao início da noite de ontem. Fogo-de-artifício, rebusca-pés e muita música comemorando o óbvio – Enzo deu de frosques.

Na Inbicta Corrupta, logo que se soube da notícia, o Capo dos Capos largou instantaneamente quatro torpedos e oito rasgadores por cada dez milhões que o argentino rendeu aos cofres da Luz; o rei da Arruaça também conhecido pelo bovídeo do Jamor já tinha parado farisaicamente em Fátima e acendido 121 velinhas rogando uma prece à Santa para afastar aquele pequeno diabinho sul-americano do Benfica e enviá-lo o mais depressa possível para a Velha Albion, e o verme octaviano ao saber da boa-nova encheu o tanque mais próximo com 121 litros de cuspe.

A turba anti-Benfica exultou. Já não se via tanto entusiasmo e alvoroço entre os anuros do lagartêdo e os concessionários azuis e broncos corruptos das barracas de praia.

“Agora é que vai ser, agora é que os gajos vão amargar!”, exclamavam os compadres farsantes, renovando assim as suas esperanças nesta sua difícil época futeboleira. “Agora é que a lampionagem vai saber o que custa a vida sem o craque… e com as nódoas arbitrais a dar uma mãozinha, vem aí a hecatombe anunciada!”. “Enzo já foi e não quis ficar no Benfica!”. “Assim é que é!”. “Bem feito para quem se diz que tem muito dinheiro…!”.

 

Esta foi a vitória recente, mais apetecida dos inimigos do Glorioso. Logo que se soube do desfecho, um enxame de moscas varejeiras abalou de imediato da órbita do seboso Bernardeco, outras descolaram da careca e da barba do Bonzinho, voando directamente para a Etar de Contumil onde estava a ser impressa a edição mais gostosa d’O NOJO das últimas semanas e onde as esperavam, radiantes, Amaral Mostrengo, também conhecido pelo Gigantone Frangueiro, os pintos corruptos, Bítor & Aníbal, Encornação Calhorda e Rudolfo Roncolho. Mais a sul, Octávio Bisgas, desvairado e rancoroso, procurava inconstitucionalidades no contrato de compra e venda entre o Benfica e os ingleses, esmiuçava, cheio de comichões invejosas, as comissões aos intermediários e a certificação do mecanismo de solidariedade com o beneplácito jurídico de Babosa dos Cus e o apoio incondicional do Cabeçorra de Algodão com tudo o resto aos pinotes na TV do Correio da Merda.

 

O objectivo tinha sido alcançado – Enzo fora do Glorioso. No entanto, convém não esquecer, por 121 milhões de euros! Uma bagatela que urge por ora desmistificar e que não passam de 83 M€ limpos para Rui Costa os esfregar contra os muros circundantes da rotunda Cosme Damião. “Tomem lá destas, ó lampiões!” – arrotavam os paulinhos e as cuspideiras desta vida.

 

Esta euforia de ontem em relação ao maior negócio desta janela futeboleira, contrastava com a apreensão dos adeptos Gloriosos ao verem em Arouca o seu Benfica desfalcado da vedeta argentina e de mais alguns imprescindíveis a sarar mazelas no estaleiro da Luz.

No final da noite a realidade e o estado de alma do Mundo Benfiquista era bem diferente da do seu início. Afinal, com uma exibição categórica e muito personalizada a equipa do Benfica escalada para Arouca mostrou à canzoada concorrencial que como soe dizer-se, “não é por morrer uma andorinha que acaba a Primavera”.

Numa demonstração inequívoca de poder, técnica e jogo colectivo os nossos atletas e o seu treinador disseram presente e claro, todos nós, Benfiquistas ficámos com a convicção inabalável de que poderemos contar com todos eles para os embates que se seguem.

 

O mister alemão Roger Schmidt, assim o ditou nas suas declarações no final do jogo cada vez mais enregelado mas também humanamente muito caloroso em Arouca – “só conta com quem gosta e está feliz no Benfica” e que “o Benfica é muito maior do que apenas um jogador”, manifestando assim o seu apoio aos que cá estão e o seu evidente desagrado pelo comportamento oportunista e pouco ético de Enzo não exigindo sequer a sua substituição, valorizando e transmitindo absoluta confiança para quem ficou.

 

Enzo já foi. É assunto encerrado.

Lamentavelmente o futebol é mesmo assim.

 

PS. – Ontem, após toda a agitação pela transferência do argentino, passei na diagonal pela Blogosfera Vermelha, melhor , um paradoxo vermelho com muitos temas erráticos, sem qualquer interesse, profundamente desgastada por uma “quinta coluna” que não se enxerga. Poucos são aqueles que defendem o Benfica com unhas e dentes. A esses, o meu sincero reconhecimento. Na matéria em causa, o seu expoente máximo é atingido por um bardamerdas que chafurda nos esgotos do Colombo e que se autodenomina de ByGB. Um mentecapto, meio arraçado de bastardo, que se entretém a enxovalhar constantemente o presidente do Benfica Rui Costa, seus assessores e dirigentes, criticando tudo e todos por dá cá aquela palha. Um parvalhão que a par do seu compagnon de route desse espaço nojento que serve outros interesses que não os do Benfica, deveria há muito tempo ser posto na devida ordem. Mas infelizmente, o Benfica pela sua grandeza ainda alberga uma cambada que deveria ser despachada na próxima enxurrada a ocorrer na capital.


 

terça-feira, 17 de janeiro de 2023

A NOITE EM QUE OS PERNAS-DE-PAU VIERAM EM PIJAMA VER FUTEBOL À LUZ

Não vi o derby em directo, mas se me tivessem dito que o SL Benfica tinha acabado de jogar contra o Rompe & Rasga FC ou contra o SC Rebenta-Canelas não teria sido admiração nenhuma. Afinal, os adversários foram onze trauliteiros do lagartêdo espicaçados pelas declarações incendiárias do seboso Dias Palito, da múmia paralítica Babosa dos Cus, do imbecil Caraminhola de Algodão, do pançudo Manel Bojão (agora um escrevinhador encartado do ex-pasquim do Sherpa dos Croquetes), e do Fala-Barato-aos-Pinotes e demais escumalha de batráquios, o que foi dar ao mesmo – porrada de criar bicho sobre os Benfiquistas!

Com curiosidade revi alguns excertos do desafio. Os jogadores do SL Benfica a quererem jogar o jogo pelo jogo e do outro lado um bando de caceteiros que sob a complacência cobarde de um conhecido pasteleiro da Inbicta Corrupta recorreram a todas as manhas e truques possíveis, muito comuns às equipas dos campeonatos distritais indígenas.

Momentos houve em que me lembrei das histórias indecentes do famigerado Canelas do macaco e de outros marginais cadastrados, tal era a violência e a intimidação que muitos jogadores do lagartêdo colocavam em jogo.

Esta forma rasteira de jogar futebol - se isto é jogar futebol vou ali e já venho – foi completada no dia seguinte, com a “superlativa intervenção verde e bronca” do anuro Miguel Braga na TV do seu famigerado grémio que com o seu habitual coaxar de sapo traumatizado e complexado, se abespinhou com as declarações pós-jogo de Roger Schmidt. Um comportamento pequenino perante a grandeza do SL Benfica.

Ugarte & Ciª não o fizeram por menos, mas note-se, tudo isto não foi espontâneo. Nessa agressividade e violências descontroladas está o dedo e a postura sonsa do Midas de Al-Cacete, que alguns benfiquistas, sonsos como ele, se dedicaram a aplaudi-lo logo que se mostrou no relvado do Templo Sagrado. Com licença, bardamerda para estes papalvos. Bem podem mudar para o outro lado da 2ª circular, pois na Luz não fazem falta absolutamente nenhuma.

Pelos vistos o jogo teve uma equipa a querer ganhar limpo e uma outra a querer evitar a todo o custo a derrota, nem que para isso tivessem que berrar que nem uns capados ao mínimo contacto físico.

Para o lagartêdo importava mais que o SL Benfica perdesse a vantagem pontual para os seus mais directos perseguidores do que encurtar distâncias para a liderança. E para isso muito contribuiu a tríade arbitral composta por Dias, Moedas & Pinheiro, uma sociedade feita à medida das necessidades de brácaros e grémio da fruta. A palavra “ladroagem” ecoou pelo Templo com a exultação de Palito, Babosa, Algodão, Bojão e Pinotes – foi um fartar vilanagem concluído de “forma sublime” com a asquerosa e parcial análise arbitral de “duarte gomes”, um descarado cagão em especialidades arbitrais que faz o seu jogo de cintura tentando substituir Fontelas e mamar no conselho de arbitragem. Tudo tem feito, nas suas análises tendenciosas e parciais para agradar a gregos e troianos, que é como quem diz, ao lagartêdo e ao putêdo de Palermo do Douro, desancando em tudo o que soe a Benfica. Para ele Tó Silva faz penalty e aproveita a embalagem para mandar a gravata sobre Rafa para as calendas! Um nojo!

Portanto, festa rija após o arraial de porrada com Ugarte, Pote, Coates e Matheus a comandarem as “operações especiais”, com pisões, agarrões e entradas a matar e com paulinho e nuno santos a espolinharem-se e a rebolarem no relvado, aos gritos, em constantes simulações. Sujos e desonestos.

Uma nota final. Mesmo que se possa considerar institucional Rui Costa apresentar-se na tribuna com o chefe dos batráquios a seu lado, da minha parte colocaria à sua disposição um camarote longínquo com o cheiro a peidos do Chorão Cornudo de Palermo do Douro.

Vão a doze, mas para a asquerosa CS indígena, no pasa nada. Para os nojentos jornalistas, paineleiros e demais fauna comunicacional o que é importante é acentuar que o SL Benfica está a atravessar uma crise nunca vista por ser o primeiro na classificação geral.

Oremos…

sexta-feira, 13 de janeiro de 2023

DEGRADANTE, INDECENTE, VERGONHOSO

ESTA NOMEAÇÃO, A PAR DOS OUTROS ESCOLHIDOS, RUI COSTA 4º ÁRBITRO, MOEDAS MARTINS A VAR E JOÃO PINHEIRO A AVAR, REVELA TODA A MANOBRA HABILIDOSA DO CONSELHO DE ARBITRAGEM E DO SEU PRESIDENTE, FONTELAS GOMES.

DOMINGO, O GRÉMIO DAS PUTAS DO CHORÃO CORNUDO E DOS CHICOS DAS TRUNCAGENS TAMBÉM JOGA NA LUZ E TEM COMO PONTA-DE-LANÇA O SEU MELHOR ARTILHEIRO - ARTUR SOARES DIAS!

A PRIORI JÁ SABEMOS COMO VAI SER.

SPORTING? OK,OK...

AGUENTA BENFICA!

OREMOS...

 

quinta-feira, 12 de janeiro de 2023

O “EVANGELHO” SEGUNDO ARMANDO EVANGELISTA…

 
 Temos de nos sentir orgulhosos do percurso que fizemos até aqui, sair da Taça aos pés do FC Porto acaba por ser um prémio justo pelo percurso imaculado e o grupo está de parabéns. O FC Porto mereceu passar à próxima eliminatória»

Este e muitos outros sabem bem que prestar vassalagem ao grémio da fruta é muito importante para as suas carreiras profissionais.

Tudo o resto são trêtas.

Basta comparar estas declarações com as do central varzinista sobre o jogo Varzim-Benfica em que os poveiros foram derrotados por 2-0 pelo Glorioso.

Ora leiam.

“…Faltámos ao respeito ao Benfica, fomos para cima deles sem medo...”

A conclusão é que o Arouca foi premiado ao ser vencido pelo grémio do putêdo.

Uma derrota é um prémio?

Uma “brilhante” tirada de Evangelista a quem só faltou narrar uma passagem de um evangelho bíblico na igreja das Antas…

domingo, 8 de janeiro de 2023

ONZE PORCINOS E UM BOI À BOLEIA DE UM FERRARI

Nem assim conseguiram atingir a meta. Com o Ferrari a todo o gás e num só sentido, a vara e o cornúpeto, convictos do seu sucesso confiaram na máquina. E a máquina correspondeu em pleno. Logo de início abalou a concorrência, fechando os olhos a infracções e viciando a corrida. A boleia, bem urdida durante a semana, garantia à partida o objectivo pretendido.

Se não fosse de uma maneira, seria de outra. E logo se constatou que a melhor solução seria o Ferrari varrer a estrada, passando por cima de toda a folha com os semáforos amarelos, acabando a passar o vermelho, trucidando assim quem quisesse fazer frente à vara desenfreada.

Complementando o cenário e suspeitando que com a conivência de supostos obstáculos melhor seria a noite.

Na Inbicta Corrupta, a confiança era total. A corrida estava à partida ganha, com uma limpeza à casa e particularmente à pia, mantendo-se a distância necessária para todos os frequentadores do Chiqueiro do Freixo irem aspirando em breve ao poleiro, com “rio” bazófias acima e com um “lobo” esfaimado descendo ao povoado.

Durante 100 minutos o Ferrari teve uma prestação soberba. É sempre assim. Ao ver porcinos à beira da estrada pára sempre para dar aquela boleia providencial. Só que desta vez, os animais nem com essa ajuda chegaram à meta. O Ferrari deu o que tinha a dar e a mais não seria obrigado. Para escandaleira já chegava o sucedido. E a vara não conseguiu truques suficientes, perdendo-se pelo caminho.

Assim a corrida empatou e na berma viam-se os porcinos irritados e o boi a mugir, olhando a meta mais longe.

A pergunta fica.

Por que será que um Ferrari quando vê porcinos à beira da estrada, lhes tem de dar sempre obrigatoriamente boleia?

 

Tratado de Suinicultura, “A vara à boleia de um Ferrari”, pág 8