segunda-feira, 29 de junho de 2026

OBRA GLORIOSA! 13 SEGUIDAS E UMA BI-ENCAVADELA!


A realidade é só uma. Todo e qualquer título do SL Benfica, seja qual for a modalidade, é sempre alcançado com sangue, suor e lágrimas. Cada vez mais a superioridade Benfiquista, muitas das vezes mais que evidente, é diluída no ódio, na hostilidade que os jogadores e as jogadoras encontram e enfrentam recorrentemente nos recintos alheios e colocada em causa pelo principal entrave às nossas vitórias, neste caso, quer em casa, quer fora - um conjunto de palhaços do apito que na dúvida, ou nalguns casos premeditadamente, tentam prejudicar as nossas equipas de todas as formas e feitios.

Como já não aguento as transmissões em directo do futsal, especialmente nos jogos contra o lagartêdo, autênticas batalhas sempre disputadas nos limites e muitas vezes para lá deles e sempre ou quase sempre em nossos claro prejuízo, rebobino o canal BTV e já consigo assistir de uma forma muito mais fria e analítica às incidências dos jogos, para mais a mais este em que obtivemos mais um título de campeão nacional contra a equipa que tem sido a mais beneficiada durante anos e anos a fio. Por isso, não posso compreender atitudes arbitrais claramente cobardes, reveladoras de um inexplicável temor em relação a determinados intervenientes dos jogos.

No que concerne à finalíssima de ontem de futsal no Pavilhão da Luz, é inadmissível que já a findar o desafio entre o SL Benfica e o lagartêdo, o nosso treinador Cassiano Klein tenha visto um cartão amarelo, quando um palhaço que durante todos os jogos está mais ocupado em moer a cabeça aos árbitros que tem por perto, pressionando-os e insurgindo-se sistematicamente contra as suas decisões, não veja uma única advertência – refiro-me obviamente ao treinador da cor-do-ranho, o intragável Nuno Dias. Absolutamente surreal o que se passa com as atitudes constantes deste fulano. Hoje aos 10 minutos do 1º tempo já a equipa do SL Benfica estava tapada com faltas. Um critério arbitral deplorável, sistemático, especialmente de um apitadeiro de barbas que estava do lado oposto às câmaras televisivas. Nessa altura o 2-0 para o SL Benfica já era um resultado bastante preocupante para o lagartêdo e seu treinador. Ele sabe isso como ninguém, pois conhece bem o valor e a alma de todo o Benfica – jogadores, técnicos, dirigentes e especialmente os adeptos. Como seria de esperar, lá apareceu o livre milagreiro para a diferença ser reduzida. Escreveu-se direito por linhas tortas e o Carrera encheu a baliza gloriosa evitando assim o 2-1 que no entanto numa jogada confusa acabou por aparecer, atendendo ao receio fundado dos jogadores Benfiquistas de fazerem nova falta para mais um livre directo contra si. Não foi de uma maneira, foi de outra. Frieza e muita cabecinha dos jogadores Benfiquistas resultaram numa vitória muito bem conseguida. Um Bicampeonato com sabor muito especial. Parabéns!

O que eu não posso aceitar como assinante da BTV é que sejam necessários tantos elementos para relatar/comentar o desafio. Se dois já são demais, três já parecem uma orquestra., neste caso muito desafinada. Ter o sr. Carlos Louzeiro como comentador-mór das modalidades é um verdadeiro absurdo. Um desastre! Arrasta a voz, gagueja, usa adjectivos fora do contexto, inventa intelectualidades de pacotilha, repete elogios ao adversário, etc., etc.. Já me estava a enojar ao repetir que o adversário era o campeão europeu. Isso já todo o mundo sabe e os Benfiquistas fartam-se deste tipo de abordagens inúteis, tal como o “Arrepiado” e o “Censor” que não se comprometem com nada nos programas que comentam ou moderam. Outro é o sr. Nuno Saraiva que neste campo dos comentários e relatos é outra nulidade. A BTV merece fulanos muito mais enquadrados e tecnicamente competentes neste tipo de funções.

Agora vamos ao hóquei feminino. Também não vi em directo para não me incomodar. Mas fiquei estupefacto com a atitude arbitral para com a Raquel Santos, que de tanto persecutória que foi e com a agravante do apitadeiro a enviar para o banco quando se aproximava o final da partida com as miúdas do Benfica a segurar o 4-3 tangencial. Quero mencionar o jogo duro da equipa do Gulpilhares para o qual Marlene & Ciª não estão habituadas. No entanto as hoquistas Benfiquistas cedo entenderam como deveriam actuar perante tal cenário. A nossa capitã pegou na batuta, marcou o 1º golo só como ela sabe e apesar das incidências dentro e fora do ringue, arregaçaram as mangas, vestiram o fato de macaco como tão bem referiu o Paulo Almeida e com uma 2ª parte competente e inteligente, viraram o resultado acabando por vencer o campeonato pela 13ª vez consecutiva, sem recurso a uma finalíssima (3º jogo). Parabéns miúdas. Continuam a fazer história!

MAXIMUS VERMILLUS

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