Todos sabemos que quando José Mourinho chegou ao SL Benfica, uma das primeiras medidas que tomou, foi a de reenviar os “pandas” que deambulavam sem rumo certo pelo Seixal e pela Luz, novamente para o seu habitat natural – a “China”.
Tudo começou a fiar mais fino, apesar das dificuldades que encontrou, especialmente uma preocupante modorra que começava notoriamente a tomar conta do futebol e que se reflectia em resultados frouxos e pálidas exibições pouco consentâneos com a grandeza do Clube.
A sua forte mentalidade, talento, liderança e determinação aliadas ao “seu querer” ser o timoneiro que o Benfica precisava no futebol, apoiado na confiança dos dirigentes e na evidente capacidade do seu staff, trouxeram novamente o SL Benfica para a ribalta internacional e para a disputa interna, apesar de tudo isto ter obrigatoriamente sido feito passo a passo e ter demorado algum tempo a ser conseguido.
Estas evidências começaram a perturbar o status quo estabelecido no futebol indígena, minado por um “bureau político” afecto principalmente ao lagartêdo com os principais pilares assentes numa CS inundada de lagartos militantes e malhadiços e na dominância dos principais órgãos do futebol mas onde pontualmente a incorrigível quadrilha da Inbicta Corrupta também se mexe, e que valeu a esta ultrapassar o lagartêdo pela direita e colocá-lo incrivelmente de joelhos nesta fase final do campeonato, ao jogarem em momentos-chave com a força da violência, dos truques, das coacções e das vigarices habituais, copiadas ponto por ponto dos “bons velhos tempos” do gangster defunto e com o beneplácito de uma federação e seus respectivos órgãos que têm fechado os olhos, branqueando tudo e em particular o que de pior existe no futebol actual – a arbitragem.
Concomitantemente começaram a surgir os habituais paus-mandados das direcções dos órgãos de CS, especialmente a desportiva, com invectivas e insinuações constantes ao treinador do Benfica e ao seu Presidente. As CI antes e depois dos jogos do SL Benfica atingiram os limites do bom-senso e num número significativo de vezes ultrapassaram-no com a isenção jornalística que é no mínimo exigível aos profissionais deste ofício a ser "mandada às malvas". O bombardeamento começou quando os resultados da equipa de futebol começaram a tomar algumas evidências atingindo o seu máximo quando Trubin encavou o Real e os líderes desta propaganda ignóbil anti-Benfica, chegando ao ponto do Clube cortar relações com a Medialivre.
Perante este cenário a guerra anti-Benfica intensificou-se e deitando mão a tudo o que podem têm tentado desestabilizar o Clube de todas as formas e feitios. Já não escondem a sua militância alagartada e nestas últimas ocorrências chegou-se ao cúmulo de um desses pontas-de-lança se espalhar completamente com a frase - “custaram-NOS em esta semana 3 pontos ao sporting”. Simplesmente reprovável e vergonhoso.
Mas esta guerra ultrapassa os próprios problemas intestinos do lagartêdo. Ela estende-se prioritariamente à tentativa de desestabilizar o grupo de futebol Benfiquista ao acossarem e empurrarem sistematicamente José Mourinho para fora do SL Benfica. Primeiro foi Newcastle, depois sei lá o quê e termina agora com a insistência da sua ida iminente para o Real Madrid. Incansáveis nessa estratégia de derrotar o Clube e mais a mais numa semana em que o jogo fundamental para o campeonato é em Famalicão, onde o Benfica tem obrigatoriamente de alcançar os 3 pontos para se manter na corrida pelo 2º lugar.
Acossar Mourinho e desestabilizar o futebol do Benfica está na ordem do dia de um grupelho extenso de tristes profissionais da comunicação com uma agenda que já nem escondem, exibida à descarada. Mexem-se num atoleiro sem rei nem roque, a soldo de patrões anti-Benfiquistas e que é protagonizada por uma escumalha indecente que segue por um esgoto a céu aberto.
Cuidado Benfica! Godinho, Nobre ou Narciso estão na calha para Famalicão!
MAXIMUS VERMILLUS
PS. Soube agora mesmo que é o Narciso e o “barrasco” a VAR.
Estão a guardar os outros para a semana seguinte.

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