domingo, 11 de janeiro de 2026

FALTOU PINHEIRO E BOMBA

Ainda me lembro bem da sã convivência entre Benfiquistas e bracarenses na cidade dos arcebispos. Um significativo número de colegas meus de trabalho, nados e criados nesse burgo histórico, manifestavam o seu Benfiquismo na cidade sem receio de quaisquer atitudes hostis ou mesmo ameaçadoras por parte dos adeptos do Sp. de Braga. Toda a animosidade e digo mesmo, violência e ódio, começaram a surgir quando num passado já distante, um pequeno trolha mal formado, mal-educado, ganhou a presidência desse grémio minhoto, ligando-se umbilicalmente, por conveniência, ao grémio da Inbicta Corrupta, o famigerado fruta corrupção & putêdo. Essa aliança tácita entre o falecido rei do peido e das putas da Palermo Portuguesa e o pequenote brácaro fez germinar um ódio visceral ao Benfica e aos Benfiquistas, cada vez mais estimulado, muito especialmente aquando dos jogos entre o Glorioso e os brácaros, quer no Minho ou na capital.

Quando esse trolha ressaibiado escarrou na cara do presidente do Glorioso em plena tribuna do Estádio da Luz simulando miseravelmente um gesto de surripianço com a mão, quando estava a levar na touca, num jogo em que a sua equipa jogou como se não houvesse amanhã, mas já sem quaisquer objectivos e pretensões no campeonato dessa época, revelou toda a sua má educação, o seu rancor anti-Benfica e espírito anti-desportivo.

Hoje levou outra vez na touca, ou melhor no trombil. No final do jogo entre o Vitória e o seu grémio, imaginei-lhe uns cornos dum tamanho tal que iam de Braga até ao Cabo Touriñán, a ponta mais ocidental de Espanha, no norte da Galiza. Numa passagem fugaz pela flash interview vociferou, bolçou bacoradas, roncou, expelindo um ódio visceral pela derrota sofrida. Desta vez, ao invés de criticar a inépcia da sua equipa, criticou o VAR desta final, esquecendo-se de fazer o mesmo quando o seu amigo do apito escamoteou dois penaltys ao Benfica na meia-final desta Taça, evitando que a partida acabasse empatada. Deu-me um gozo tremendo vê-lo naqueles deploráveis propósitos muito semelhantes às ordinarices que com ele ocorreram em tempos no Estádio da Luz.

Na última quarta-feira a sua equipa esgotou todo o combustível de muitas octanas que consumiu durante esse jogo contra o SL Benfica. Muitos dos seus jogadores mais pareciam verdadeiros foguetões. Esta noite, em Leiria, os foguetões abortaram a descolagem. O exemplo de Zalazar é paradigmático. Em jogos contra o SL Benfica, o foguetão Zalazar atravessa toda a galáxia. Numa noite para esquecer como esta, perdeu-se, deambulando pelo relvado futeboleiro sem o gasogénio necessário e mesmo no final, o foguetão foi o keeper vimaranense. E a ausência de um pinheiro natalício foi crucial para regressarem a penates com o rabinho entre as pernas. 

Mas Malheiro, supondo que era um ajudante de trolha a acartar calhaus na Pedreira, prolongou, prolongou, prolongou o jogo até que um negligente do Vitória, dentro da sua área, acertou com uma cotovelada desnecessária na cara de um brácaro, deitando tudo a perder. Penalty indiscutível, mas escreveu-se direito por linhas tortas. Charles Silva, o keeper que virou herói, fez uma defesa do outro mundo.

Quem falha?

Zalazar, Zalazar, Zalazar!

Quem manda?

Dói, Ndoye?

 

MAXIMUS VERMILLUS