domingo, 13 de setembro de 2026

ANTES QUE FOSSE TARDE DEMAIS…


Um denso nevoeiro paira desde há quarenta e muitos anos na arbitragem indígena. Tudo começou quando um dos maiores venenos de que há memória no futebol intramuros pediu, no contrato que esteve prestes a concretizar, uma quantia elevadíssima à época para resolver questões do apito - 15.000 contos para os árbitros, dizia ele descaradamente – associado à elevada quantia a ser paga como treinador do clube que o iria contratar, situação que nesse tempo mereceu a total repulsa do presidente desse mesmo clube, tendo a contratação sido abortada por esse motivo.

No entanto, esse veneno futeboleiro encetou esse mesmo caminho ínvio noutro local, noutra cidade, noutro clube. A sua obsessão contra a capital e contra o poderio futebolístico de uma equipa excepcional que se materializou de uma forma quase absoluta durante uma década – a de 60 e mesmo parte da de 70 – em que o próprio, disfarçando a sua calvície com a célebre bóina “à Zé do boné” dizia à boca cheia quando deambulava pelo submundo e pelas caves e tabernas da Inbicta Corrupta, onde se jogava também à sueca entre caixotes de leguminosas e sacos de batatas e de feijão, que “enquanto o preto jogasse naquela equipa, nenhuma outra, nem ninguém teria hipótese, nem mesmo com os árbitros a favor…”

Nesses tempos já longínquos e nesses antros lúgubres, a “quadrilha dos pintos” e esse sinistro personagem do boné que se juntavam às tardes para o joguinho da praxe, por vezes com mais alguns mirones colaboracionistas, começou a conspiração para transformar a arbitragem no pântano que ainda hoje continua a crescer à tripa forra, a par da guerrilha fomentada pela bandidagem acantonada na Palermo Portuguesa - um gang que “comprava títulos nos supermercados”, num modus operandi bem identificado no país e na Europa - como a ela tão bem se referiu um velho e proeminente manager escocês, figura incontornável do futebol britânico, nomeadamente do Manchester United.

Assim chegamos à história contemporânea do apito, numa brutal e contínua espiral de suspeição da qual ninguém, dentro desse meio, no momento actual, consegue sacudir a água do capote.

Alguns, antecipando o descalabro prevísivel foram-se afastando discretamente, enveredando por comentadores de pacotilha e analistas avençados, chafurdando na grande e escabrosa CS desportiva indígena. Outros, pagos a peso de ouro transformaram-se em “consultores”, formadores e conselheiros, envolvendo-se em tramóias de bastidores cujo exemplo mais paradigmático desse modus faciendi foi o Apito Dourado, tendo como percursores os famigerados Garridos do mundo antigo, já não falando dos actuais “bertinos” deste país.

Outros se seguiram com as mesmas estratégias e acções obscuras. Recordo aqui a citação de um debutante que depressa se tornou em mais um degradante actor nestas andanças futeboleiras“tenho na minha lista dois juízes-conselheiros do Supremo, um Procurador da República, um Juiz-Desembargador. Acha que estas pessoas não vão (…) fazer braço de ferro na justiça, no Sporting?”.

Da justiça rapidamente se passou para o campo onde se têm definido os vencedores antecipados – a arbitragem. Em aceleração desenfreada, esta área do dirigismo futeboleiro onde as ocorrências do “apito” se incluem e onde abrir mão das mordomias e dos chorudos vencimentos é novamente o caminho para a penúria, chegou irreversivelmente ao “point no return”. Antes que fosse tarde alguém deu de frosques e meteu a boca no trombone, para salvaguarda da sua imagem e consequentemente evitar os tormentos condenatórios de acções suspeitas que o possam envolver.

A PJ está novamente em campo. No entanto, e como não é novidade para ninguém neste “país de brandos costumes à beira-mar plantado”, apesar da denúncia e dos alertas feitos “a montanha vai parir um rato” e continuaremos a ver na arbitragem, e não só, um chafurdo pestilento sem fim à vista.

MAXIMUS VERMILLUS

quinta-feira, 10 de setembro de 2026

ESTA DUPLA TEM DE SER CASTIGADA

Após a escandaleira parcial anti-Benfica do árbitro Fábio Veríssimo e sua entourage - árbitros auxiliares e 4º árbitro, respectivamente Pedro Mota, Hugo Coimbra e Vítor Ferreira - em campo, mais a incapacidade visual de Rui Costa no VAR – a luminosidade dos ecrãs de vídeo provocaram-lhe muitos encandeamentos e por consequência incapacidade visual?!? – no jogo Moreirense-SL Benfica, com graves prejuízos para o SL Benfica, todos nomeados por Luciano Gonçalves, o Sport Lisboa e Benfica não pode ficar de braços cruzados perante o tamanho ataque de que é alvo e às agressões contínuas, ofensivas à credibilidade da arbitragem índigena e do futebol em geral!

Mas na CS, o Poio Arbitral, o Faustino Poltrão e demais quadrilha conivente com a MERDA ARBITRAL À SOLTA NESTE PAÍS DE BRANDOS COSTUMES, alinham pela mesma desonestidade e mascambilhas contra o Glorioso, já não falando dos abortos artísticos d’O NOJO!

O que aconteceu ontem, desde o início do desafio, foi tão evidente que qualquer pessoa honesta não pode deixar de denunciar tamanha barbaridade arbitral. Foi demais! Marco Silva e os seus colaboradores a gesticularem de braços bem no ar, indignados, tentando alertar todos os intervenientes arbitrais para a infracção do jogador moreirense Parsemain sobre Lenglet, e Veríssimo a tentar por seu lado que o guarda-redes do Moreirense acelerasse o pontapé de baliza para passar como cão por vinha vindimada sobre a ilegalidade do jogador do Moreirense que fez penalty evidentíssimo sobre o defesa-central do SL Benfica. Isto, com o VAR Rui Costa calado que nem rato, só "acordando" com os "alertas" indignados do técnico e restantes Benfiquistas. Mas, FV - chamado por RC pela pressão sobre si exercida pelas hostes Gloriosas - hábil, esteve a pensar e a “visionar” o vídeo, 2' e 50'', e quase 4' para decidir (desde a falta até ao simbólico gesto do desenho do rectângulo no espaço e consequente explicação verbal), tentando entrementes enviar o penalty para as calendas e simultânemente descortinar algo que evitasse esse pontapé de Parsemain na cabeça de Lenglet. UMA VERGONHA, UM NOJO DE ÁRBITRO!

Após a decisão arbitral, Parsemain nem tugiu, nem mugiu, ao contrário dos herbívoros da CS - jornais e TV's - do dia seguinte (hoje)... 

Nesta época, neste jogo, Fábio Veríssimo foi um émulo de Nobre, Godinho e Moedas na bandalheira arbitral anti-Benfica das duas épocas antecedentes! Mas tem sido sempre assim. Veríssimo é sempre indicado quando há necessidade de puxar o SL Benfica para baixo. Juntamente com os outros três mencionados compõe um dos mais sinistros quartetos de toda a triste história arbitral indígena. Já para não falar no que foram os tempos áureos do APITO DOURADO em que muitos árbitros eram presenteados com prostitutas e dinheiro para beneficiar o clube mais corrupto do país, da Europa e do Mundo, o famigerado fruta corrupção & putêdo, vulgo fcp!

A PJ tem obrigatoriamente de pôr mão neste descalabro arbitral!

E TODO O BENFICA CALADO!

CARO PRESIDENTE E TODA A CLASSE DIRIGENTE DO GLORIOSO, TODOS VÓS, NÃO PODEREIS DEIXAR PASSAR TAMANHA ESCANDALEIRA!

OS BENFIQUISTAS ESPERAM DE VÓS ACÇÃO E PROCEDIMENTOS!

MAXIMUS VERMILLUS



quarta-feira, 9 de setembro de 2026

FARIOLERI JÁ LEVOU COM A 3ª INJECÇÃO ATRÁS DA ORELHA…


“Champignons a la Farioleri”!

A ementa refinada de ontem à noite na Pocilga do Billas foi, segundo o italiano já vacinado com a 3ª dose de reforço atrás da orelha, fantástica!

Bailarico à Sã Juôun, sardinha assada gourmet, tripas para inglês ver e fràncesinhas à Farioleri. Uma ementa para encher o bandulho a uma cambada de jornalistas e cUmentadeiros prostitutos, porque o público em geral e aqueles que visionaram o jogo não engoliram o embuste.

Todo o mundo da CS, a começar na società Luís Beiças Tonto & Orlando, SA, encheu o papo com a “fabulástica” exibição das suas feras amestradas – quase que comiam tudo com um ADN tão especial que uma vitória por 5-0 sobre Haaland & Ciª não seria de admirar!

90 remates à baliza do City (1 por minuto), 100% de posse de bola, 40 cantos e malhanço nos citizens à tripa forra. Foskas! Nunca vi os farioleiros a jogarem desta maneira!

Puro engano!

Apesar das habituais provocações dos esbirros de serviço e da restante pandilha adepta de morcões das barracas de praia aos “benfiquistas” Enzo e Rúben – o apelido Madureira que anda sempre na liça agora com nome de Tiago e Henrique Monteiro - o City trouxe os seus barbeiros habituais e por causa das tosses foi logo rapadela de barba e máquina zero no corte de cabelo.

Salvou-se o Farioleri cujo incrível ADN lhe fez crescer novamente as pilosidades faciais na flash interview.

É uma chatice quando vem um Marciniak qualquer e põe aquela gajada toda na linha e a cagar de joelhos…

Vou esperar para ver a flamencada no tablado do Balompié de Sevilha…

É que na Andaluzia não há árbitros e VAR’s do Calor da Noite nem da Taverna do Infante…

MAXIMUS VERMILLUS

segunda-feira, 7 de setembro de 2026

DE GUELHO AO FONTELO, PASSANDO PELO ASSALTO EM VILA DO CONDE

 

Guelho!

Que apelido tão estapafúrdio!

A etimologia desta palavra é diversa e com diferentes significados, desde o latim, passando pelo galaico-português até aos sobrenomes característicos lá para os montes e pedregulhos da Egitânia...

Quis o destino que “guelho” fosse sobrenome de baptismo de um títere que compõe o elenco no teatro dos robertos do apito, cujo supervisor é um tal de Luciano Gonçalves, que por si depende do boss Pedro Proença…

Guelho!

Onde é que o conselho de arbitragem da FPF apanhou este espécime arbitral? Já com 35 anos, o que anda a fazer esta pobreza franciscana nos jogos da 1ª liga? Tê-lo-ão ido buscar à paragem que o Sud Express faz na estação dos caminhos-de-ferro da Guarda ou foi apanhado na AE 25 à saída de Vilar Formoso?

A verdade, é que à semelhança da época anterior na Luz, no hábil empate a 1-1 entre o SL Benfica e o Rio Ave por si concebido, desta vez, Guelho foi enfiado no avião rumo ao Funchal, ilha da Madeira, para fazer mais uma arbitral cagada no Estádio dos Barreiros – desta vez as contas saíram furadas ao conselho de arbitragem que para adornar mais a mascambilha ainda indicou o malhadiço do “Camarote” para VAR - que paradoxalmente entupiu o cano de esgoto que liga os Barreiros ao Curral das Freiras, não se coibindo de tentar travar habilmente a fluidez de jogo do SL Benfica, através de uma condescendência inadmissível perante agarrões contínuos e porrada de três em pipa que os jogadores do Marítimo distribuíram durante o desafio. 

A sua prestação foi miserável, bem como a de “Camarote”.

“Camarote” no VAR, na cidade do futebol, acompanhando a sinfonia cagatória de Guelho, talvez provocada por indigestão de funcho, não se fez rogado e mandou às malvas a travagem ilegal sobre Prestianni, ignorando, qual malabarista de vídeo, o penalty escandaloso sobre o argentino. Terá sido nesse momento, enquanto cagava, que também estaria a pensar quando iria sentar-se novamente no camarote do calor da noite, vulgo Pocilga do Billas

A tarde destes dois comparsas foi um regabofe arbitral. O deixa-andar, da porrada dos jogadores do Marítimo até ao 2º golo de Leandro Barreiros, para ver até onde paravam as modas foi um fartar vilanagem, um fartote de incompetência!

E para tornar mais ridícula a prestação desta pandilha, 3 amarelos para jogadores do SL Benfica e 2 para os do Marítimo!

Incompetência?!?

Não!

Será que estamos a dar um nome diferente à desonestidade subreptícia, ao compadrio promíscuo ou à obediência canina a quem manda?

Mas, infelizmente, para que a controvérsia atinja patamares nunca vistos, temos um Rola na BTV a dar nota satisfatória (3) a Guelho e Ciª, com o P. Poia Henriques a escrever e a dizer que no pasa nada!

Incompetência arbitral?

Não!

Coloquem-lhe o verdadeiro epíteto!

Em Vila do Conde, no sábado à noite, aconteceu um assalto à supertaça de futsal no Pavilhão dos Desportos dessa cidade!

Um golo limpo de Carlinhos, marcado com o ombro e que colocava o SL Benfica a vencer por 2-1, foi escandalosamente transformado em jogada ilegal - mão em vez de ombro – por parte de dois “artistas” que nem no vídeo conseguiram ver o óbvio e assim ofereceram em bandeja de ouro o troféu ao adversário do Glorioso.

Uma completa indecência!

Para finalizar a ronda desportivo-futeboleira uma breve alusão à MANITA das jogadoras da equipa de futebol do SL Benfica que no Fontelo “encavaram” mais uma vez um Daniel Chaves [uma cópia aparvalhada e grosseira do "poliglota" fariol(e)i(ro) que só fala em inglês para gáudio dos pulhas jornalísticos] intragável e desportivamente ordinário – as jogadoras dos jerseys azuis e brancos das barracas de praia até se devem sentir incomodadas com tanta verborreia odienta que o fulano e a sua entourage bolçam pelas goelas fora - causando-lhe novamente um azedume incontrolável. A porcaria verbal e comportamental que sai daquela estrumeira da Palermo Portuguesa através de indivíduos sem classe, formatados para a guerrilha no desporto, e neste caso no futebol feminino, revela também que este tipo de reles estirpe é o que define uma agremiação que não se liberta do jogo sujo, do provincianismo bacoco e do ódio que foi semeado durante muitos anos pelo maior bandido da nossa história contemporânea que lamentavelmente tem continuidade num delfim que ontem estava visivelmente azamboado no final do desafio em Viseu, macambúzio com o abanão de cinco dedos e com o olhar fixo e vago no descalabro desse horizonte.

Ainda bem! Também têm de começar a aprender!

MAXIMUS VERMILLUS