A prestação deste malabarista no jogo Casa Pia-Benfica, decorrido anteontem em Rio Maior foi de tal forma deplorável que a única conclusão que se pode tirar é que João Pinheiro estudou, mais uma vez, a lição, de forma a atrapalhar a vida ao Benfica e aos seus jogadores.
É óbvio que poderíamos escrever sobre a toxicidade arbitral de Gustavo Correia, João Gonçalves, António Nobre, Luís Godinho, Cláudio Pereira, Fábio Veríssimo, André Narciso, Miguel Nogueira, Sérgio Guelho, Anzhony Rodrigues, Carlos Macedo, Ricardo Baixinho, David Silva, o VAR “Moedas”, Fábio Melo, Manuel Mota, Bruno Esteves e demais quejandos…
Mas não vale a pena. Todos merecem uma desconfiança total, ainda mais quando “arbitram” jogos onde intervém o SL Benfica, seja em qualquer escalão, dos iniciados aos seniores.
No mundo da arbitragem, para mim a pior fauna que chafurda no futebol, ainda pior que os intragáveis intermediários, temos visto de tudo desde as Américas e Europa até à Oceânia – mentirosos, aldrabões, trapaceiros, cambalacheiros, moscambilheiros, corruptos, vendidos, malabaristas, todos ou quase todos a soldo de uma mafia que vai desde o topo da pirâmide dirigente às bases mais necessitadas – estou, por exemplo, a recordar a deplorável prestação de Felix Brych na final da Europa League de 2013/14 entre Benfica e Sevilha, em Turim, de má memória para o Glorioso e seus adeptos, onde o alemão do apito tudo fez para que os espanhóis levassem o ceptro para a Andaluzia.
Quanto à arbitragem portuguesa, continua a ser uma das maiores vergonhas do futebol indígena. Mas não só. A manipulação de apitadeiros nos bastidores a norte, com muitos agentes “secretos”, tipo W52, ligados ao fruta corrupção & putêdo, vulgo fcp de Billas, tendo como aliados o esquadrão verde de Borba, Leiria & Moedas, SA, e com a entourage corporativista que a protege tão ou mais conivente com esta escabrosa promiscuidade, são a tempestade perfeita para a total descredibilização da corporação arbitral.
Só uma LIMPEZA GERAL, começando pela demissão de Pedro Proença e acabando no “cozinheiro” Luciano Gonçalves e seus compagnons de route, poderá voltar a trazer alguma credibilidade às nossas competições futeboleiras. E até ao presente há um ditado que nestes momentos se ajusta na perfeição – “manda quem pode obedece quem deve”. Uma máxima que mostra o despautério que grassa como uma doença altamente contagiosa jornada após jornada, bem patente nas nomeações para os jogos do SLB, mesmo nos amigáveis de início de época. Porque não se sorteiam as equipas de arbitragem em vez das escandalosas nomeações?
Mas a questão prioritária e que titula este “post”, prende-se com um dos personagens mais sombrios do apito indígena – João Pinheiro.
João Pinheiro é um habilidoso nato. Anteontem, em Rio Maior já sabia ao que ia. Com os jogadores do Benfica a jogarem a todo o gás e bem, logo tratou de tentar colocar equilíbrio no desafio. A avalanche de futebol de ataque do Glorioso era demasiada. Com dois golos madrugadores, logo Pinheiro tratou do “assunto” como tão bem sabe – livres inventados a favor do Casa Pia, descaídos na intermediária Benfiquista de ambos os lados, na tentativa de “ajudar” os casapianos, através de centros perigosos para a área de Samuel Soares & Ciª., no sentido de reduzir o score que ameaçava tornar-se cada vez mais elevado a cada momento a favor do Benfica. Acrescentou a essa habilidade o levantamento da sua mão nos lançamentos de linha lateral dos jogadores Benfiquistas, exibindo progressivamente os dedos um a um como que contando os segundos de demora na execução dos lances. Como se isso fosse necessário fazer a uma equipa que esteve constantemente ao ataque na ânsia de marcar muitos mais golos, o que para azar de João Pinheiro veio a acontecer. Depois veio ainda a “palhetada” sobre Sudakov. Uma vergonha! Para Pinheiro não se passou nada. Nem livre, nem punição severa para o infractor casapiano. Depois com aquele xeque-mate de Pavlidis em nove minutos as habilidades foram metidas no mesmo bolso dos cartões. Pinheiro fechou a loja para outros carnavais…
Em suma, uma prestação de MERDA validada pela maior sapiência arbitral que deambula como um “pato bravo corporativista” na BTV (Benfica TV), de sua graça António Rola, um verdadeiro “passarôco arbitral einsteiniano”, que teve o desplante de lhe atribuir nota 4 numa escala de 5! Absolutamente surreal!
António Rola não merece a chamada à TV do Clube e o programa que tem na BTV. É um verdadeiro papalvo que não se enxerga, envolto numa capa que não consegue despir – a do corporativismo arbitral!
A noite de anteontem, foi uma pequena amostra do que aí vem. A percepção que se tem destas acções arbitrais é que há clara premeditação estudada para os jogos onde o SLB intervém. Já na época passada, João Pinheiro, em jogos do Benfica foi um personagem deplorável. Mas a estatística não mente. Em 42 jogos do Benfica arbitrados pelo dito cujo, o Glorioso não ganhou em 16 – 10 empates e seis derrotas - o que equivale a 38% da totalidade dos jogos. Atenção a este número!
João Pinheiro é hoje um exemplo flagrante, como houve outros num passado recente e mais longínquo de como se trava hàbilmente o Benfica, ao nível de um Veríssimo, um Nobre, um “Moedas” ou um Godinho, mais conhecido pelo lagarto de Borba. Mas há mais na calha.
Uma realidade sombria.
Anteontem foi só mais uma vez.
Na pretérita 2ª feira, João Pinheiro foi só o principal adversário que sofreu uma copiosa derrota. Não foi o Casa Pia.
MAXIMUS VERMILLUS





