quarta-feira, 19 de agosto de 2026

JOÃO PINHEIRO – A FACE ANTI-BENFICA MAIS SOMBRIA DO APITO

A prestação deste malabarista no jogo Casa Pia-Benfica, decorrido anteontem em Rio Maior foi de tal forma deplorável que a única conclusão que se pode tirar é que João Pinheiro estudou, mais uma vez, a lição, de forma a atrapalhar a vida ao Benfica e aos seus jogadores.

É óbvio que poderíamos escrever sobre a toxicidade arbitral de Gustavo Correia, João Gonçalves, António Nobre, Luís Godinho, Cláudio Pereira, Fábio Veríssimo, André Narciso, Miguel Nogueira, Sérgio Guelho, Anzhony Rodrigues, Carlos Macedo, Ricardo Baixinho, David Silva, o VAR “Moedas”, Fábio Melo, Manuel Mota, Bruno Esteves e demais quejandos…

Mas não vale a pena. Todos merecem uma desconfiança total, ainda mais quando “arbitram” jogos onde intervém o SL Benfica, seja em qualquer escalão, dos iniciados aos seniores.

No mundo da arbitragem, para mim a pior fauna que chafurda no futebol, ainda pior que os intragáveis intermediários, temos visto de tudo desde as Américas e Europa até à Oceânia – mentirosos, aldrabões, trapaceiros, cambalacheiros, moscambilheiros, corruptos, vendidos, malabaristas, todos ou quase todos a soldo de uma mafia que vai desde o topo da pirâmide dirigente às bases mais necessitadas – estou, por exemplo, a recordar a deplorável prestação de Felix Brych na final da Europa League de 2013/14 entre Benfica e Sevilha, em Turim, de má memória para o Glorioso e seus adeptos, onde o alemão do apito tudo fez para que os espanhóis levassem o ceptro para a Andaluzia.

Quanto à arbitragem portuguesa, continua a ser uma das maiores vergonhas do futebol indígena. Mas não só. A manipulação de apitadeiros nos bastidores a norte, com muitos agentes “secretos”, tipo W52, ligados ao fruta corrupção & putêdo, vulgo fcp de Billas, tendo como aliados o esquadrão verde de Borba, Leiria & Moedas, SA, e com a entourage corporativista que a protege tão ou mais conivente com esta escabrosa promiscuidade, são a tempestade perfeita para a total descredibilização da corporação arbitral.

Só uma LIMPEZA GERAL, começando pela demissão de Pedro Proença e acabando no “cozinheiro” Luciano Gonçalves e seus compagnons de route, poderá voltar a trazer alguma credibilidade às nossas competições futeboleiras. E até ao presente há um ditado que nestes momentos se ajusta na perfeição – “manda quem pode obedece quem deve”. Uma máxima que mostra o despautério que grassa como uma doença altamente contagiosa jornada após jornada, bem patente nas nomeações para os jogos do SLB, mesmo nos amigáveis de início de época. Porque não se sorteiam as equipas de arbitragem em vez das escandalosas nomeações?

Mas a questão prioritária e que titula  este “post”, prende-se com um dos personagens mais sombrios do apito indígena – João Pinheiro.

João Pinheiro é um habilidoso nato. Anteontem, em Rio Maior já sabia ao que ia. Com os jogadores do Benfica a jogarem a todo o gás e bem, logo tratou de tentar colocar equilíbrio no desafio. A avalanche de futebol de ataque do Glorioso era demasiada. Com dois golos madrugadores, logo Pinheiro tratou do “assunto” como tão bem sabe – livres inventados a favor do Casa Pia, descaídos na intermediária Benfiquista de ambos os lados, na tentativa de “ajudar” os casapianos, através de centros perigosos para a área de Samuel Soares & Ciª., no sentido de reduzir o score que ameaçava tornar-se cada vez mais elevado a cada momento a favor do Benfica. Acrescentou a essa habilidade o levantamento da sua mão nos lançamentos de linha lateral dos jogadores Benfiquistas, exibindo progressivamente os dedos um a um como que contando os segundos de demora na execução dos lances. Como se isso fosse necessário fazer a uma equipa que esteve constantemente ao ataque na ânsia de marcar muitos mais golos, o que para azar de João Pinheiro veio a acontecer. Depois veio ainda a “palhetada” sobre Sudakov. Uma vergonha! Para Pinheiro não se passou nada. Nem livre, nem punição severa para o infractor casapiano. Depois com aquele xeque-mate de Pavlidis em nove minutos as habilidades foram metidas no mesmo bolso dos cartões. Pinheiro fechou a loja para outros carnavais…

Em suma, uma prestação de MERDA validada pela maior sapiência arbitral que deambula como um “pato bravo corporativista” na BTV (Benfica TV), de sua graça António Rola, um verdadeiro “passarôco arbitral einsteiniano”, que teve o desplante de lhe atribuir nota 4 numa escala de 5! Absolutamente surreal!

António Rola não merece a chamada à TV do Clube e o programa que tem na BTV. É um verdadeiro papalvo que não se enxerga, envolto numa capa que não consegue despir – a do corporativismo arbitral!

A noite de anteontem, foi uma pequena amostra do que aí vem. A percepção que se tem destas acções arbitrais é que há clara premeditação estudada para os jogos onde o SLB intervém. Já na época passada, João Pinheiro, em jogos do Benfica foi um personagem deplorável. Mas a estatística não mente. Em 42 jogos do Benfica arbitrados pelo dito cujo, o Glorioso não ganhou em 16 – 10 empates e seis derrotas -  o que equivale a 38% da totalidade dos jogos. Atenção a este número!

João Pinheiro é hoje um exemplo flagrante, como houve outros num passado recente e mais longínquo de como se trava hàbilmente o Benfica, ao nível de um Veríssimo, um Nobre, um “Moedas” ou um Godinho, mais conhecido pelo lagarto de Borba. Mas há mais na calha.

Uma realidade sombria.

Anteontem foi só mais uma vez.

Na pretérita 2ª feira, João Pinheiro foi só o principal adversário que sofreu uma copiosa derrota. Não foi o Casa Pia.

MAXIMUS VERMILLUS

domingo, 2 de agosto de 2026

A FARSA DOS AMIGOS DO ALHEIO CONTINUA…

 

Ontem, esta supertaça foi “adquirida” em Coimbra, no supermercado (segundo Alex Ferguson) do Centro Comercial ALMA, contíguo ao estádio de futebol da mesma cidade.

Sabem quem eram os “seguranças” de serviço à saída do supermercado?

Pois fiquem já a saber.

Simples. André Narciso e Luís Ferreira!

MAXIMUS VERMILLUS


sábado, 1 de agosto de 2026

segunda-feira, 20 de julho de 2026

DE LIONEL PATAGÓNIA A NARCISO LAURISSILVA

Julho de um ano qualquer. Inverno sêco na América do Sul. Na aproximação à pista, através da pequena janela do 737-800 da Iberia, após muitas horas de vôo, vislumbrava, ao longe, num final de tarde frio, crepuscular, a luminescência da vibrante, cosmopolita e eterna Buenos Aires. Momentos depois, a aeronave pousava suavemente na pista principal do aeroporto internacional da capital argentina. 

De imediato, a minha fértil imaginação levava-me para uma das muitas milongas que proliferam pelos típicos bairros dessa gigantesca metrópole sul-americana.

À saída do terminal A, o das chegadas internacionais, esperava-me uma das minhas paixões de sempre. Alicia Romero, hoje CEO da subsidiária argentina de uma multinacional americana da área da cosmética. Os seus longos cabelos castanhos, a sua impecável maquilhagem, os seus olhos verdes-claros, os seus lábios sedutores delineados por um discreto bâton rouge-bordeaux contrastavam com um tailleur negro, cintilante. Al, como eu carinhosamente a tratava, estava simplesmente arrasadora! 

Ainda distante dela, ao ver toda aquela silhueta, dengosamente curvilínea, perpassou-me rapidamente pela memória, a inesquecível noite numa suite de um luxuoso hotel de Paris, onde completamente nua, dançava o tango à média-luz, somente com a minha écharpe de boémio sobre a sua cútis pura e sedosa, escondendo-lhe maliciosamente os seus belos seios. O seu telemóvel reproduzia “Tomo y Obligo”, o meu tango preferido na versão instrumental de Paco de Lucia e sua guitarra. Como um louco, inebriado por aquela visão divinal, partilhei com Al seus passos de dança, envolvendo-nos num turbilhão de sensações, atingindo um clímax indescritível que durou longamente até à exaustão total.

Ainda no aeroporto, envolvendo-me num abraço profundo, beijou-me apaixonadamente. Mesmo ali, as nossas feromonas já fervilhavam intensamente. Agora, entrava num Porsche cinza claro, último modelo, que Al, com o seu charme de sempre, conduzia, até pararmos na sua milonga favorita, onde nos esperava uma pequena orquestra que à nossa chegada repetiu magistralmente o célebre tango de Carlos Gardel e das nossas recordações…

Inesquecível! 

- “Alto lá e para o baile”! – berrou o mini-strumf carpinteiro esbaforido, vindo do meu subconsciente. E continuou, atormentando-me o bestunto:

- Maximus, lembra-te que estás a escrever sobre o Lionel e o Narciso, ok? Nada de te esticares, certo?

Meti travões a fundo e comecei a escrever a história que dá vida ao título deste post

Mas não. Desisti.

Comparar Lionel, o catedrático das Pampas, com Narciso Laurissilva, é a mesma coisa que comparar o incomparável - a cena magistral do tango de Al Pacino em “Perfume de Mulher” com os saltinhos folclóricos do bailinho da Madeira protagonizado por um vulgar turista inglês no átrio da Pousada dos Vinháticos.

MAXIMUS VERMILLUS

segunda-feira, 13 de julho de 2026

QUAL DESTES PRIMATAS É O MACACO ALFA?

Este instigador assinalado acima num círculo cor-de-laranja, é acima de tudo um ser inqualificável!

Ao vê-lo e ouvi-lo sobre Prestianni, chego à conclusão que em matéria de futebol andam mentecaptos à solta no Brasil, a quem têm de ser colocados açaimes de aço.

Este jagodes, cujo nome é Flávio Prado, jornalista, coach, professor universitário e advogado, de naturalidade brasileira, aparece no facebook “urubu reels” com declarações que merecem a reprovação e a condenação totais.

Quero vê-lo a atravessar a fronteira do Brasil com a Argentina e ver os “hinchas da Albiceleste” a lançá-lo de cabeça do alto das Cataratas de Iguaçu. Como é possível um bastardo mental deste calibre aprovar a violência e a selvajaria de alguns jogadores do Flamengo sobre o jogador argentino ao serviço do Benfica? Em que se fundamenta este demente para condenar Prestianni, dando como adquirido que o rapaz insultou o seu adversário – pressupostamente terá chamado “mono” a Vinicius Jr. (o que negou sempre) e este antes tê-lo-á tratado por V. Exa. - no 2º jogo na Luz entre o SL Benfica e o Real Madrid. 

Ouvir este bandalho de comentador é o mesmo que ouvir um cagalhão pestilento a fazer splash! no buraco da retrete. O SL Benfica tem a obrigação de considerar personas non gratas, não só esta deplorável besta como também o treinador do Flamengo, Leonardo Jardim e alguns dos seus jogadores - Bruno Henrique, Emerson Royal, Erick, Samuel Lino e alguns mais.

Durante toda a 1ª parte a equipa brasileira mais parecia um bando de jagunços à solta! 

É assim que Flávio Prado, muita gentalha semelhante e toda esta ralé que acampou no relvado do estádio do Algarve vai transformando um país de futebol sui generis, outrora admirável com grandes “génios” da bola, numa selva onde vale tudo, desde samba provocador, simulações de actos sexuais junto das bandeirolas de campo e insultos debitados à tripa forra. No sábado, um “amigável” foi transformado pelos brasileiros num jogo louco que mais parecia uma final desesperada da Champions League onde a vitória sobre o SL Benfica teria de ser alcançada a todo o custo, sem escrúpulos. Para este triste espectáculo muito contribuiu um sarrafeiro mental mascarado, de apelido Royal, ainda pior que um rebenta-canelas, aviando por três meses um jovem jogador promissor do SL Benfica com uma entrada assassina por trás, com a conivência de um miserável do apito que deixou que este acto violento, entre outros, passasse impune. A Prestianni montaram-lhe uma caçada criminosa. Para Leonardo Jardim, um treinador meio-rafeiro, com cara de poucos amigos que em determinados momentos mais parecia um insurrecto faveleiro e que nunca tinha ganho ao Glorioso, só duas palavras: - vai bardamerda pela triste figurinha que fizeste e boa viagem para o lado de lá do Atlântico!

MAXIMUS VERMILLUS