OS
ESPIÕES ENVIADOS PELA CMERDA TV E PELA NAW
Que me desculpem os The Muppets, mas na realidade, esta dupla
de espiões do mais rasca que se possa imaginar, mandatados por duas das piores
TV’s indígenas anti-Benfica que os poderiam parir, conseguiu adquirir os
disfarces mais aberrantes para criar o pânico em Valdebebas, junto de um
significativo número de sócios do Real Madrid apoiantes do actual presidente,
com o objectivo de colocar Henrique Riquelme na liderança do clube e evitar
assim que o maior e mais cotado clube português, por eles profundamente odiado
– o Sport Lisboa e Benfica – viesse a usufruir de 15 M€ a pagar pelo gigante madrileno,
numa indemnização resultante da renúncia de José Mourinho ao Glorioso de
Portugal e da sua consequente adesão ao projecto de continuidade merengue, subscrito
pelo seu presidente Florentino Pérez que mais uma vez, este domingo, para mal
das atitudes pecaminosas desse bando de pulhas, renovou o seu mandato que já
dura há mais de 20 anos.
Todos os desesperados esforços
envidados por esta dupla sinistra anti-Benfica saíram gorados, o que provocou
um temor nunca visto nas redacções dos seus órgãos de desinformação, na
perspectiva da Secreta Espanhola vir no encalço de toda essa corja que por cá
chafurda desalmadamente. Na véspera das eleições, Bytorino Pyntello ainda conseguiu penetrar nos aposentos de
Florentino Pérez, munido de pacotes de água a ferver para provocar ao
presidente-candidato um golpe de calor, mais conhecido nos meandros da espionagem de pechisbeque como macacôa térmica. Os seguranças de
Florentino, apercebendo-se do bicharoco
a largar fumaça pelo olho do cu, admitindo tratar-se de um bombista suicida, neutralizaram-no,
deitando-lhe a luva, mas o espião ainda assim conseguiu escapar usando a “técnica da enguia” enfiando-se por uma
tampa de esgoto e desaparecendo no submundo pestilento da Puerta del Sol. Quanto
a Tâmara Naranjus, o disfarce era medonho.
Curiosamente, antes de actuar no recinto de treinos do Real Madrid como
repórter para entrevistar somente os apoiantes de Henrique Riquelme, tinha à
saída do hostal onde se hospedou, um grande cartaz pendurado no pescoço de uma velha
mula esquelética requisitada à Praça de Las Ventas pela contra-espionagem florentina, com os dizeres – “Vai, MASNÃOBEBAS”. Com os apaniguados de Riquelme já avisados da
presença daquele monstrinho, Tâmara,
largando no meio da multidão merengue uma resma de bufas engarrafadas compradas
em saldo numa banca improvisada de um marroquino na Plaza Mayor de Madrid, movia-se
com todo à vontade no meio eleitoral, empunhando o microfone numas das mãos e
na outra uma garrafa já a meio de brandy
Pedro Domecq, dando a entender erroneamente para o lado de cá da fronteira,
particularmente para as redacções de merda jornalísticodesportiva que por cá
abundam às paletes, que o putativo candidato, adversário de Pérez, estaria no
bom caminho para uma vitória sensacional, afastando desta forma Mourinho do
clube merengue e criando mais um imbróglio ao SL Benfica. Colada à parte
exterior da sua mochila tapioqueira,
uma foto publicitária de Pedro Proença, Luciano Gonçalves, Gustavo Correia e “Odorico” Varandas abraçados, bebendo um
cava Freixenet Cordon Negro numa
tasca em Vila Nova de Famalicão à saúde de Riquelme e ainda exultando com o
célebre empate entre os da casa e o Glorioso de Portugal; para comemorar essa
pressuposta vitória do putativo candidato, ainda se vislumbrava no cimo da dita
mochila da Tâmara, o gargalo selado
de uma botelha de conhaque Carlos III.
Logo após ter começado a
desenhar-se a evidente e copiosa derrota do candidato da quadrilha a que
pertence, Pyntello tentava escapar a
todo o custo à Guardia Civil pelos antigos e lendários trilhos dos
contrabandistas, e chegar o mais breve possível ao seu país e às redacções dos
seus órgãos de desinformação, trazendo na mala secreta meia-dúzia de sacos de
caramelos - roubados na tienda do
bandarilheiro de Las Ventas, Paco Piçarra
Genitales, seu principal elo de ligação na capital espanhola - para adoçar
a boca à asquerosa pandilha de jornalistas e cUmentadeiros que antes dos
resultados eleitorais serem divulgados, já com os neurónios em curto-circuito,
bolçavam azia a rodos, desiludidos pelo aumento das receitas do SL Benfica à
custa da indemnização pela revogação do contrato com o seu ex-treinador, já há
muito de malas aviadas para Valdebebas. Quanto a Tâmara, roendo uns chipirones
na tasca Mira Coña, mas já com uma
carraspana na cornadura que até fervia, murmurava uns olés prolongados, gritando para as câmaras que a filmavam em
directo, com os bofes de fora, uma mama ao léu e de muleta na mão fanada numa tienda de recuerdos de toreo, após a
imitação de um natural rematado com um passe de pecho: - “E agora, Bernardeco? Quem é que está a ser
toureado, ó monte de sêbo?”
Pyntello, em
fuga, manteve contactos com o seu quadro redactorial através da rádio
clandestina “Mojón en Altitud” algures
num dos intrincados rincones da Sierra
de Guadarrama. Do lado de cá, os seus compagnons
de route da cor-do-ranho pediam-lhe, desesperados, para trazer uma grande
quantidade de penicos de esmalte verde às riscas, empilhados, das Galerías Preciados em Badajoz, pois a
aberrante estória mental dessa miserável corja jornalísticocUmentadeira sobre Mourinho e o Benfica que já durava
há muitas semanas, transformou-se numa diarreia tão severa que até pensavam que
era o Ébola a atacar em força e a desintegrá-los, numa descarga indiscriminada
por aquelas caraminholas loucas, computadores e secretárias adiante. Quanto à Tâmara Naranjus, com uma ressaca do
arco-da-velha, procurava, no dia seguinte, um boteco nos arrabaldes de Madrid, numa busca desenfreada por um tubo
de pastilhas efervescentes de Guronsan
que lhe valesse. Cambaleando ainda perto de Las Ventas, na Feira de San Isidro,
deu de caras com um “miura” de 600
quilos, fugido dos currais da praça; este, mugindo baixinho, esboçando um
sorriso de desprezo e com as patas dianteiras esgravatando o chão poeirento do
local, ainda balbuciou: - “Esta já está
tão desconchavada que nem com uma cornada vai ao sítio! E o que eu mais gostava,
era que cá estivesse aquela catrefada dos seus chefinhos, subchefinhos, cUmentadeiros
avençados, mamões e chupistas para lhes tratar das suas obsessões anti-Mourinho
e da saúde mental antibenfiquista…”
No final, ouvia-se alto e bom
som em Valdebebas:
-
Hala Florentino, hala… bota 15 milliones para cá!
MAXIMUS VERMILLUS
PS.
Aos
“fulgores vermelhos”, anti-benfiquistas desta vida: - amanhem-se com mais 65%,
gandas pulhas!