quarta-feira, 22 de abril de 2026

OS GAJOS NÃO LARGAM O OSSO E CONTINUAM A GANIR


A vitória do SL Benfica tem sido muito difícil de digerir por toda a canzoada da CS.

A Medialivre teve o que mereceu. Os abusos já eram tantos que o SL Benfica decidiu e muito bem cortar relações com essa escória dona de diversos órgãos de comunicação.

Em alguns, como é o caso do NOW, não existe nenhuma diferenciação com o record das petas. A promiscuidade é evidente e os interlocutores de um mudam para o outro, acrescentando a estes a CMTV. Portanto estamos conversados relativamente à estratégia e à política que vigora neste grupo. Para complementar o ramalhete falta a revista Sábado que recentemente e para alimentar ainda mais o ódio ao Benfica, veio com uma não-notícia sobre uma dívida de carácter pessoal e particular já paga pelo Presidente do Benfica, tentando desse modo perturbar e desestabilizar toda a estrutura do Clube em semana de derby, como foi largamente divulgado. Uma nojeira, uma vergonha, com os profissionais desses órgãos a fazer pela vida, numa obediência canina, sem respeito nenhum pela Instituição que lhes dá colateralmente o pão que têm de pôr na mesa dos filhos e da família.

Sem o Benfica passavam fome. Mas ao contrário do que seria sério e honesto, malham no Clube e em tudo o que lhe diga respeito como quem malha em centeio.

Curiosamente, toda esta escória que deambula pelos corredores destas TV’s e destes pasquins é tendenciosa e fanaticamente afecta ao lagartêdo. Por isso a táctica é tentar apear o Benfica com o objectivo de garantir o 2º lugar do campeonato ao grémio do lagartêdo.

Assim, e em consequência da vitória do SL Benfica em Alvalade que para já os deixou com as calças na mão, continuam com o refrão do penalty a favor do lagartêdo que não foi convertido e que lhes causou um dissabor tremendo ao não ser repetido.

A Lei 14 ditou a sentença, mas continuam a alimentar uma polémica estéril no sentido de condicionar as próximas arbitragens dos jogos do SL Benfica, tentanto pouxá-lo para baixo e favorecendo assim o seu querido e amado grémio.

Os mabecos, em tudo o que é sítio na CS continuam a ganir. Não largam o osso nem por nada. E curiosamente vêm a terreiro como se pode ver na imagem destes três anti-Benfiquistas primários a recorrerem a tudo o que podem para enganar os mais incautos.

Bytorino Pyntello, o Gordo e o Cretino fazem-me lembrar o trio maravilha – Cócó, Ranheta & Facada!

Esta gente não tem escrúpulos. A sorte é viverem na capital. No caso de viverem e trabalharem no Porto nem piavam ou então estariam habilitados a saltar de pára-quedas ou em vôo livre da Ponte da Arrábida para o rio Douro.

Depois de baterem tanto no ceguinho e de recorrerem a opiniões diversas só falta saber qual a opinião do feiticeiro Nhaga e da bruxa de Matosinhos.

MAXIMUS VERMILLUS

terça-feira, 21 de abril de 2026

SCHJELDERUP, O INVASOR E TITO, O POBRE VENDEDOR DE MELÕES

 

Schjelderup, o invasor, cometeu uma proeza histórica – obrigou todo o lagartêdo a sair das respectivas tocas, rasgar as suas vestes e clamar, aqui d’el Rei que o penalty que Trubin (gloriosamente digo eu) defendeu e o invasor resolveu, tinha de ser repetido!

No pasquim desportivo mais ordinário e sectário, onde a lagartite endémica com fases agudas e mortais nalguns casos e o anti-Benfiquismo primário grassam como a Peste Negra na Idade Média, escreve um fulaninho de sua graça Tito, que o que de melhor faz, segundo fontes curriculares, é exercer a advocacia. No entanto, vejo-o por vezes no record das pêtas esgalhando o seu passatempo preferido – contar anedotas sobre o lagartêdo e com uma comicidade genuína, vender melões fora de prazo aos seus clientes habituais, muitos lagartos, que a par desta fruta comem também gelados com a testa.

Convenhamos que para arriar a giga, despeitado e ressaibiado após dois desaires monumentais seguidos – Arsenal e SL Benfica – usando um palavreado doentio e fanático nas suas crónicas subscritas pomposamente numa rubrica do pasquim – “Um jogo de cavalheiros” – mais valia limpar o seu aristocrático traseiro à sua bandeira e depois disso jogá-la com desprezo no caixote dos papéis borrados.

Na realidade, os seus escritos nada têm de cavalheirismo, antes pelo contrário, estão eivados de uma descortesia que raia a grosseria a par de um fanatismo descontrolado, truncagens de conveniência e memória selectiva.

Mas, infelizmente ou talvez felizmente para o seu ódio de estimação e seu grande inimigo, o que se passa de patológico na sua mente, também é endémico na maioria dos adeptos do seu querido grémio – são doutos, sabichões, apetrechados de um léxico de viscondes prenhes de uma pseudoética e dizem eles, bons costumes que ridículamente os transforma em vendedores de ilusões. Presunçosos encartados, não conseguem libertar-se de um complexo de inferioridade que lhes vai corroendo as entranhas há décadas e que é o seu anti-Benfiquismo primário.

Com os seus proeminentes apelidos – Arantes e Fontes – Tito bem poderia recatar-se engolindo o “apito” e dedicar-se a um tratamento termal intensivo, limpando assim todo esse lixo tóxico que o vai minando e aumentando a sua obsessão e inveja pela grandeza e glória de Algo que ele nem reencarnando (reencarnar, o que eu fui dizer!) em todas e mais umas vidas, poderia ou poderá alcançar.

Tudo isto vem a propósito desta sua última e complexada composição de secreções azedas e moncos de cor-do-ranho, como queiram, explodindo para todo o lado, marrando forte no “vermelho” e numa corrida desenfreada, com uma velocidade excessiva, ter esbarrado de frente contra um “Pinheiro” que depois de tanta sombra benfeitora que o protegeu e benefícios habilidosos que lhe proporcionou ainda é pisoteado à bruta e à tripa forra.

Com o título “Detalhes e ‘Pinheirices’!!!” com três pontos de exclamação finais, foi talvez dos artigos de opinião (crónicas), mais aberrantes e fanáticos que li até hoje.

Tudo o que a equipa do seu querido grémio fez no jogo com o SL Benfica, no pretérito domingo teve da sua parte epítetos grandiloquentes – “portentosa jogada”, “magnífico trabalho”, “colocou imperialmente na baliza” e por aí adiante para adornar uma jogada que terminaria anulada, não sem antes apoucar o guarda-redes adversário, Trubin, de “atarantado”, de bolçar um “tributo a Mourinho”, porque Tito queria e quer o arruaceiro e seu centro-campista Hjulmand sempre impune, “labéu”, “escravos dos seus suseranos” (esta foi de mestre!), neste caso gozando ainda por cima com quem lhe tem posto a mão por baixo – os árbitros. Um despautério total!

Coincidentemente, o árbitro auxiliar levantou de imediato a bandeira antes de terminar a jogada, mas mesmo assim, o Tito, de braço dado com o seu fanatismo incontrolável falou numa “impercepção no estádio”, como que dizendo que o seu grémio devia ter visto o seu golo (que nunca foi) validado. A sua vontade, num desvario total, foi contrariada por uma verdade muitíssimo bem percepcionada pelo fiscal-de-linha (e já agora bem jogada pelo defesa adversário, o António Silva, que colocou o seu opositor em claro fora-de-jogo). Para o Tito, o metro-padrão em Sèvres, tem de ser revisto e corrigido - neste caso, 30 cm deveriam ser 3 milímetros (o tal fora-de-jogo milimétrico de que fala e que tanto lhe custou a deglutir).

Porra! Azar dos Távoras!

Tito não desarma e clama injustiça pela vitória do SL Benfica. É triste e doentio. Depois de todo o seu arrazoado sectário e empedernido, atira-se como gato a bofe às “pinheirices” do árbitro da partida, o desgraçado João Pinheiro.

Aqui começa a memória selectiva de Tito. E para recordar, anulando essa selectividade facciosa, basta puxar a fita do tempo só um pouquinho mais atrás (porque haveria muito mais para mostrar ao Tito) para lhe dizer que todo o mundo viu como o seu querido grémio eliminou o Sta. Clara para a Taça de Portugal – 12 minutos para marcar o penalty salvador aos 90+16 (uma festinha de um jogador açoriano nas beiças do lagarto arruaceiro) que deu o empate a 2-2 no tempo regulamentar do desafio e lhe permitiu de uma forma batoteira permanecer na competição. Palmas para Tito por não se ter lembrado desta triste farsa. Tito, sabes quem era o árbitro que esteve a pensar 12 minutos como deveria descalçar a bota para vos ajudar? Era esse. Era o João Pinheiro em que agora tu bates forte e feio!

Mas quanto a João Pinheiro haveria muito mais para contar. Não vale a pena. Basta relembrar esta peça de teatro em que imperou uma fraude descarada, o favorecimento grosseiro de quem não tem nenhuma razão de queixa dos artistas arbitrais.

Depois de ter acabado de ler um dos piores e mais fanáticos artigos de opinião de que tenho memória, só me resta concluir que este australopiteco de pele verde tem tanto de cavalheiro como de paciente vesgo e manipulador, um fanático grosseiro e incendiário, com o beneplácito dos responsáveis pelo pasquim.

Por mim, e a partir de hoje TAF vai montar a respectiva banca e vender os seus grandes melões aos seus ignaros prosélitos.

Fala ele em “desonestidade intelectual”. Querem uma opinião mais desonesta intelectualmente que este seu artigo de opinião encerra? Não há!

Um indivíduo desta estirpe nunca pode ser um cavalheiro, no mínimo será um desequilibrado futeboleiro.

É caso para dizer na linguagem pura e autêntica do futebol jogado:

- Ó Tito, vai pr’ó caralho!

MAXIMUS VERMILLUS

segunda-feira, 20 de abril de 2026

O CALHAU DA LEI 14

Nascido em 1967, na localidade de Arrankudiaga, Viscaya, Iturralde González tem hoje 59 anos. Mora em Laudio, localidade também situada no País Vasco – nada de confundir o dito cujo com o Vasco Santos - e antes de ter decidido dedicar-se exclusivamente à arbitragem e à formação respectiva, exercia a profissão de protésico dentário. Tornou-se conhecido pelo “carrinho” que fez sobre o jogador Canales do Valência, num lance de futebol.

Por ser árbitro escapou ao cartão vermelho, eh, eh, eh.

Como avençado do record das pêtas foi “pescado” pelos bernardecos deste mundo para se pronunciar sobre lances do futebol indígena, em especial jogadas do lagartêdo, do putêdo das barracas de praia e do Glorioso de Portugal.

Curiosamente só de olhar para esta foto fico com a ideia de que o protésico trataria dos dentes, ou faria placas dentárias em algum hospício para os respectivos utentes. Só o seu fácies mete medo ao melhor Rambo das Américas, quanto mais a jogadores de futebol…

Poderia até ser escolhido para as festas carnavalêscas de qualquer infantário como condutor ou revisor do Comboio Fantasma ou impor disciplina à canalhada mais irrequieta que continuaria a ganhar bem a vidinha. Seria mais uma avença…

Pois esta eminência arbitral, eleito por um dos pasquins desportivos mais ordinários e parciais na nossa praça, resolveu “botar faladura” sobre o lance de penalty favorável ao lagartêdo, marcado contra o SL Benfica que Trubin defendeu e que Schjelderup acabou por resolver. Esta abécula que o record das pêtas apanhou aos trambolhões numa das vertiginosas descidas de uma estrada secundária do Monte Igueldo, em San Sebastián, ditou do alto da sua cátedra de pacotilha que o penalty teria de ser repetido, analisando a lei 14 de uma forma desactualizada e errónea, dando azo a uma discussão estéril que foi alimentada pelos calhordas comunicacionais do NOW, da CMTV e outros canais inundados pelo lençol verde. A conclusão, depois da devida leitura da lei é de que a decisão da equipa arbitral foi acertada, correctíssima de acordo com a lei actual.

Este episódio do record das pêtas revela mais uma tentativa de uma parte da pandilha lagarta que chafurda na CS, de truncar, aldrabar e desvalorizar um resultado intocável, como foi a grande vitória do SL Benfica no antro do lagartêdo.

Iturralde vive longe das nossas fronteiras e foi uma personalidade arbitral muito polémica em Espanha, criando muitas conflitualidades com dirigentes, jogadores e treinadores.

Não consegui saber se também alinhava de caneleiras nos jogos por si arbitrados, mas convenhamos que qualquer país do mundo tem o direito de ter na sua história arbitral um Jorge Encornado.

Amén.

MAXIMUS VERMILLUS