terça-feira, 27 de outubro de 2026

CLÁUDIO, CLÁUDIO, PORQUE ME PERSEGUES?

Na obra-prima da literatura de Victor Hugo – transposta para a tela, em diversas versões, da qual destaco aquela em que John Malkovich  e Gerard Depardieu interpretam os personagens principais – a figura que mais me impressionou foi Javert, o cruel inspector policial que fez da implacável perseguição a Jean Valjean a sua doentia obsessão. Nessa obra, cujo título é “Os Miseráveis”, o desgraçado Jean Valjean personifica o eterno fugitivo, condenado por roubar um naco de pão.

Ontem, Cláudio Pereira fez-me lembrar o inspector Javert, tal o instinto persecutório demonstrado aos jogadores do Glorioso em todo o desafio entre o Sta. Clara e o SL Benfica que descambou num final surreal - o destrambelho de um desvairado de cabeça perdida pela vitória do impensável levou este miserável do apito a distribuir cartões vermelhos como quem distribuiu “fruta para dormir”…

Quando esta fotografia mostra este pardalão - reprovado recentemente nas provas físicas que regularmente são exigidas aos apitadeiros do burgo e com um currículo arbitral medíocre - com as insígnias da FIFA ao peito, apetece-me perguntar:

- Cláudio, Cláudio, porque me persegues? Porque foste nomeado para este jogo?

Ah, Luciano! Oh c’um catano!

Então envias esta peça arbitral mais dois zelosos comparsas auxiliares e VAR?!? a Ponta Delgada, nos Açores, para quê?

Para fazer aquela peça teatral, arbitral, que por ironia do destino transformou o seu instinto persecutório ao Glorioso numa cena final ininteligível?

Não, Luciano. Tudo isto que tem vindo a acontecer com os medíocres do apito, e são quase todos, não pode voltar a acontecer. Mas tu, Luciano, és o mais medíocre dentre eles! Ou melhor, és mais que medíocre, és mau, muito mau! Muito mau e manhoso!

Ontem, Araújo não rasteirou nenhum jogador santaclarista com a cabeça, nem Jhon Durán foi pisoteado por qualquer cornúpeto desembestado, mas que as malas estavam lá, não há dúvidas. Cláudio, para além do vento forte desfavorável à equipa Benfiquista no 1º tempo, foi empurrando sistematicamente os jogadores Benfiquistas para o seu meio-campo, punindo-os com faltas imaginárias e fazendo vista grossa ao jogo rasteiro e desvairado da equipa açoriana composta maioritariamente de brasileiros liderados por um petit trauliteiro com memória selectiva. Ao marcar célere, o penalty que deu vantagem ao Sta. Clara num lance em que a bola bateu ao de leve no braço de Samuel Dahl sem que este sequer a visse nesse momento e ao no passa nada ao descarado empurrão a Bah por um defesa santaclarista na grande área açoriana, demonstrou à saciedade ao que vinha.

Cláudio, armado em justiceiro de pacotilha ferrou logo de entrada com um amarelo em Marco Silva. Uma pintelhice autoritária que começou a definir a sua parcialidade arbitral demonstrada ao longo de todo o jogo. Mal ele imaginaria que num espaço curto de seis minutos, Prestianni e Pavlidis mudariam o rumo dos acontecimentos. Com vaselina purificada de grande qualidade, encavaram de tal forma Cláudio, que este acabou por atingir o zénite da sua frustração com aquela vingançazinha final em Jhon Durán & Cia, no pós-jogo.

O jogo foi um triste espectáculo. De início, o que parecia uma disputa leal, intensa e meramente futebolística, transformou-se rapidamente numa contenda obsessiva muito dura, extremada por um colaboracionista que disse muito cedo ao que vinha. Os jogadores do Sta. Clara pareciam possuídos pelo demónio tal o ímpeto rasteiro que colocavam em cada lance – agarrões, rasteiras, empurrões provocadores. A equipa do SL Benfica mostrou estar à altura das responsabilidades, muito embora na primeira metade do desafio tivesse passado por um mar de tormentas muito difícil de travar – relvado, vento, equipa arbitral e adversário a funcionar com combustível de muitas octanas. Tudo isto mudou no período complementar. Com vento favorável, substitutos expeditos e estratégia redefinida, mesmo com um apitadeiro miserável a fazer contra-vapor, o SL Benfica acabou imparável com um triunfo categórico, apesar de todas as contrariedades. É assim que se constrói um campeão e como os Benfiquistas dos Açores ficaram tão felizes com tão saborosa vitória! Um Efe-Erre-Á para todos eles! 

MAXIMUS VERMILLUS


segunda-feira, 5 de outubro de 2026

NARCISO LAURISSILVA E A TRAVESSIA DO DESERTO


Por 40 anos o Povo Hebreu vagueou pelo deserto do Sinai. Um castigo divino, segundo a Bíblia, devido à sua rebeldia e falta de fé.

Um exemplo milenar que poderá repetir-se dentro em breve com este nómada da mundanice mediática. Para já, aterrou com o seu séquito nas tórridas areias da Arábia. Para a “travessia do deserto”, dinheiro é coisa que não lhe falta para comprar mais uma cáfila, para além daquela que já o acompanha por todo o lado, com roupeiro especial e tudo…

Narciso Laurissilva, numa atitude incompreensível e rebelde, mesmo alvo de todas as mordomias, renegou, dentro das suas competências e obrigações, tudo o que diz respeito à portugalidade referenciada de forma despropositada, grosseira e absolutamente errónea pelo falso Profeta da Brilhantina e que estupidamente a associou a este personagem mediático.

Para completar o ramalhete, ainda escancarou as portas da federação e da selecção nacional futeboleira ao regresso do transgressor. Deprimente! É o único adjectivo que moderadamente pode qualificar atitude tão culambista, como a protagonizada pelo falso profeta na mini CI à RTP após a contenda de ontem entre portugueses e noruegueses.

Se a lei for cumprida, pois ela terá sempre de ser igual para todos, Narciso Laurissilva começará a sua “travessia do deserto” com o castigo de 1 ano de suspensão, agravado ainda pela sua condição, à data, de capitão do grupo índígena.

Antes desta triste e despudorada desfaçatez deste ex-malabarista do apito e agora contorcionista federativo – até o Tigre da Malásia, Bruto Alves, uma referência da brutalidade futeboleira tuga (só lá falta o Carniceiro do Bernabéu) anda a vagabundear por aquela entidade não se sabe bem em que funções, mas a mamar também - apareceu Jójó Chiklas, cagando e tossindo com algum temor numa surreal CI no pós-jogo de ontem; mas mesmo metendo alguma água sobre o seu quid pro quo com Laurissilva, ainda arranjou coragem para dizer que não tem de pedir desculpas a ninguém, que no seu métier quem manda é ele e que se Narciso quiser a porta estará aberta, não sem que antes se tivesse borrado todo desfazendo-se em encómios sobre o dito cujo. No entanto, e porque o seu saber da experiência feito lhe dita, tanto momentos luminosos como outros hilariantes, deixou desta forma hábil a batata quente nas mãos de Narciso Laurissilva.

O actual homem das Arábias, se tiver vergonha e decoro, limitar-se-á a recolher a penates e a um prudente silêncio de quem em mais um infeliz momento de arrogância desmedida, vaidade pura e pretensiosismo bacoco, esbanjou muitos dos créditos que granjeou como futebolista de alto nível, pois fora deste âmbito, atitudes questionáveis, polémicas, abusivas, perigosas e pouco recomendáveis acompanharam em paralelo e quase constantemente a sua carreira futeboleira, que através dos ganhos estratosféricos que rentabiliza, lhe têm servido para ultrapassar tudo e todos – desde o silêncio obrigatório da mãe incógnita do seu filho mais velho até à confidencialidade da anilha traseira da Mayorga! Já não falando do colinho de Badr Hari, o famigerado MMA marroquino…

Mesmo na sua área profissional, os conflitos foram muitos e só o seu mediatismo associado a um culambismo idólatra das suas fiéis ronaldettes têm permitido que ainda saia com pouco lodo no atoleiro em que se tem vindo a afundar.

Não é agora, neste tempo em que os culambistas, lambescrotos, lacaios comunicacionais, piers morgans, bytorinos pyntellos deste mundo e demais rataria mediática usam todo o tipo de produtos branqueadores para salvarem a pele de um indisciplinado e transgressor a quem tem sido perdoada toda a espécie de erros, tropelias e acções pouco éticas que a estória sobre este personagem será escrita. Não, não é no nosso tempo. Mas que a real estória dos anais futebolísticos e sociais modernos e contemporâneos de Narciso Laurissilva e todos os outros será bem contada e recontada é uma absoluta certeza. E depois disso, todos os que viverão esse tempo poderão saber quem foi Stanley Matthews, Di Stéfano, Puskas, Kocsis, Kubala, Czibor, Pélé, Rivelino, Gerson, Tostão, Maradona, Garrincha, Beckenbauer, Cruijff, Eusébio, Yashin, Müller, Platini, Gullit, Van Basten, muitos e muitos outros e… Messi!

E que os miseráveis papagaios desta vida não venham falar mais em símbolos de portugalidade!

Imperdoável e ofensivo a muitos portugueses que levaram e levam longe, muito longe, o nome de Portugal!

Basta aludir a Luís de Camões!

MAXIMUS VERMILLUS

sexta-feira, 2 de outubro de 2026

A FUGA DE NARCISO LAURISSILVA


Quando numa urgência inusitada o boss da brilhantina abalou da Portela de Sacavém rumo a Malmo na Suécia, onde se encontrava o quartel-general do pontapé na chincha indígena em trânsito para a capital da Dinamarca, com o objectivo de resolver um diferendo de egos, já quase toda a CS, especialmente os prostitutos da medialivre, sabia que os serviços externos da entidade a que preside, tinham encomendado por sua ordem expressa uma sofisticada maca aeroespacial para ser colocada à disposição de Narciso Laurissilva e ser usada na contenda aprazada para a pretérita 5ª feira no Parken Stadium em Copenhaga. A maca, uma JJ.XPTO-CR7 expedida pela fábrica da NASA em New Orleans num 747 da DHL, chegou a tempo e horas dos técnicos fisioterapeutas poderem instalar comodamente o mediático craque em campo, salvaguardando assim a sua posição de pino no ataque do grupo, pois o raio do andarilho sem uma perna, ferrugento e sem as ventosas de borracha de aderência ao relvado, estava completamente obsoleto e não pôde ser restaurado a tempo e horas pelo mecânico de serviço. Laurissilva tinha o seu problema resolvido e nada indicava que a sua estória em terras nórdicas viesse a ter tão triste desfecho como se veio logo a constatar. 

Todos os salamaleques e mordomias estavam à disposição de Narciso Laurissilva quando, de um momento para o outro e de uma forma extemporânea, numa birra tremendamente agarotada por não concordar com as declarações do seu manager na CI do dia anterior relativamente ao próximo desafio de 5ª feira, resolveu dar de frosques, abandonando com um desprezo de um inculto e mal-formado nababo, os seus colegas de grupo, ordenando de imediato aos responsáveis pela sua aeronave pessoal que o viessem recolher ao aeroporto de Copenhaga com destino a um dos seus refúgios milionários em Madrid. A sofisticada maca, sem que tivesse tido o efeito pretendido, foi obviamente devolvida à sua origem para desilusão dos cérebros da NASA que através desta experiência de colocar um aparelho tão complexo em campo, poderiam saber de imediato se um ponta-de-lança obsessivo-compulsivo poderia ou não marcar 27 golos num único desafio…

O manager do grupo, Jójó Chiklas, pouco se importou com as bufas do garotelho de 40 anos - uma idade que na maioria dos casos proporciona maturidade, conhecimento, nível, formação, educação, saber estar, classe. Nada disso aconteceu. Narciso Laurissilva que continua numa ininteligível e longa adolescência, agarrou na sua Louis Vuitton de pele de tartaruga enfiando-se no black Bombardier sem dar quaisquer tipo de satisfações, marimbando-se pura e simplesmente para os seus colegas de grupo. Lá foi ele, alapado numa poltrona da sua aeronave a olhar para o telemóvel, lendo as mensagens que muitas das ignaras ronaldettes lhe enviaram de imediato a manifestar um apoio incondicional pela atitude que tomou, enaltecendo a sua coragem de dar às de Vila Diogo. Narciso até recebeu de um bacoco – será que já haveria indicações do staff comunicacional de Laurissilva, para ser preparada mais uma acção mediática a seu favor? - umas fotos de uns ridículos outdoors a endeusá-lo e a achincalhar o Jójó Chiklas pela sua firme posição de contrariar o que Narciso pretendia avacalhar. Mas coragem teve o Jójó Chiklas no primeiro whatsapp que lhe enviou, passava o Bombardier pelos céus da Germany – “Narciso, finito, meu!”. Logo a seguir e de acordo com a boçalidade de uma vivência dura e da sapiência empírica que se lhe reconhece há muito, enviou-lhe mais uma mensagem, bem extensa, de se lhe tirar o chapéu – [Olha lá, Narciso Laurissilva, tens a partir de hoje uma oportunidade de ouro para passares pelo boticário Juvenal das Sementes na Caparica e ires passar umas férias à tua ilha de nascimento, aproveitando o tempo para nas Fajãs dos Asnos e da Betesga, plantares umas sementes de “peaners” da minha safra e ires ao Funchal tratares o teu fiel apoiante Miguelito por "bocê"… e agradeceres a formação que te deu o teu professor da primária, Tobias Guedelhas, amigo do peito do padre Frederico. Quero também dizer-te que o Bytorino Pyntello, os Budas, os Avejões e restantes patetas e invertebrados do NOW e do correiodamerdaTV já se disponibilizaram para arrancar no próximo vôo da TAP para o Funchal, de enxadas e seitoiras nas unhas para limparem as ervas daninhas das ditas fajãs, preparando aquela terra fértil para semeares os meus famigerados “strong peaners”… e olha, não voltes mais para aqui, porque saudades foi coisa que cá não deixaste…]

MAXIMUS VERMILLUS


segunda-feira, 28 de setembro de 2026

OS FIORDES DA NORUEGA E A PROBLEMÁTICA DOS ANDARILHOS


Proença não esteve com meias-medidas. Após a pobreza franciscana exibicional do grupo do Chiklas contra o País de Gales, o todo-poderoso da estrutura futeboleira nacional arrancou de imediato para o Ribatejo. Durante toda a noite e no dia seguinte visitou várias explorações agropecuárias, acabando por escolher uma vaca conhecida pelos boiadeiros e ganadeiros da zona por ser uma hábil equilibrista. Em princípio ninguém entendeu esta ideia luminosa de Proença ter ido alugar uma vaca leiteira batida, metê-la em contentor pressurizado e levá-la no porão do avião que transportou o seu grupo até Oslo, na Noruega. 

Na realidade ele lá tinha as suas razões. No meio daqueles fiordes, com ravinas vertiginosas e com um vendaval de futebol nórdico nunca visto, nada melhor que uma vaca leiteira para suster esse ímpeto viking, nem que a tivesse ido buscar à última hora aos curros da praça do Campo Pequeno…

E assim, cantando e rindo, lá refizeram as malas para seguir de Oslo directamente para Malmo, no Reino da Dinamarca, com três pontos muito mal paridos no bornal. Curiosamente a vaca, por causa das tosses, lá continuará a mugir junto da comitiva até 5ª ou 6ª feira próximas, datas do possível regresso da comitiva a terras lusitanas.

Mas a par desta grandiosa façanha visionária, em que Proença, sem rebuço, para além de levar os supermilionários da bola indígena, embarcou uma hábil herbívora ao preço da uva mijona e com direito a ser devolvida no final deste périplo por terras nórdicas aos prados ribatejanos, houve mosquitos por cordas no final dessa penosa e ilusória vitória sobre os vikings. Chiklas revelou uma ansiedade desmesurada durante a contenda, levando até um cartão amarelo de aviso às suas estapafúrdias atitudes e gesticulações. Para azar dos noruegueses, a pileca que guardava as suas redes tratou de cometer suicídio e assim, para mal dos seus empenhados e corajosos companheiros, do seu treinador e do numeroso público, o podão do tufo na nuca acabou com as pretensões, legítimas, de Haaland & Ciª.

Por essa altura já se vislumbravam algumas trombas de penico no banco tuga. Cris, a pseudomascote do Chiklas, olhava para o campo com um semblante carregado, mais parecendo o de uma criança bufona prestes a desencadear uma birra das sérias, pois até aquele perna-de-pau do Ramos, para destoar, aplicou uma chapelada monumental vitoriosa no meio de tanta barraca da pileca norueguesa.

Hummmmm…. já estou a pressentir que desta vez fico a ver navios… - balbuciou entre dentes a mascote jesuína.

E assim aconteceu. No final, o trombil era tal que Cris cagou em tudo e foi mijar e cuspir para os balneários à espera do seu presumível protector, o afamado Chiklas…

O diálogo entre eles foi assanhado e por muito pouco a mascote não exigiu a presença do boss máximo para lhe recomendar que o seleccionador seria a muito breve prazo para substituir por um Martinez II.

Mas afinal o que é que tu querias? – perguntou o Chiklas à mascote.

O que me disseste foi que eu iria entrar na 2ª parte e o que fizeste foi mandar lá para dentro uns coxos que sinceramente… - retorquiu o bufão.

Chiklas, já incomodado pela aspereza da conversa, atirou forte e feio:

- Olha lá, ó Cris, mas tu julgas que quê? Querias ir lá para dentro com um andarilho nessas condições como está o teu? O tratador das botas e teu roupeiro avisou-te que o teu andarilho já não tinha uma perna nem três das quatro borrachas de fixação ao relvado, e tu ainda querias ir nesse estado para dentro do campo perante aqueles cavalões nórdicos? Ó Cris por favor, primeiro vai lá reparar o andarilho se é que alguma vez aquele chaço ferrugento terá algum conserto…

Cris não se ficou e ainda mais irritado com a frontalidade de Chiklas questionou-o sobre outros andarilhos que por lá andam…

- Ainda estou para saber porque é que o dentolas do Fernandes também não jogou e puseste lá um pequeno andarilho no meio-campo que em tempos colocaste a defesa-esquerdo e que teria de nascer dez vezes e crescer muito mais… - observou a mascote.

Chiklas começou a ficar refodido com aquela contestação toda e disse-lhe peremptoriamente:

- Aqui quem manda sou eu! Percebeste? E digo-te mais, o Fernandes não jogou porque se esqueceu do andarilho na sala de espera do Aeroporto da Portela e o andarilho do Bernardo estava ainda em condições suficientes para que, já depois, no tempo de compensação ainda ter conseguido arriar duas ou três fragatadas, uma delas no Odegaard, um gajo que já me estava a mexer cá com as minhas entranhas e os meus poucos neurónios! E para a próxima 5ª feira, das duas uma, ou pões o teu andarilho em condições ou então nem no banco te sentas! – palavras onde se confundem a sapiência empírica com a boçalidade pura.

Depois desta séria altercação foi todo o mundo para o chuveiro, incluindo a vaca leiteira e o Proença das escutas…

Até 5ª!

MAXIMUS VERMILLUS