Tudo foi feito para arrastar estas duas equipas excepcionais para a lama.
Arbitragens com evidente premeditação e a habitual CS rafeira tudo fizeram para arrombar com o moral, a motivação e a crença destes grupos – hóquei em patins masculino e futsal feminino seniores.
No hóquei, uma equipa com um talento e um virtuosismo excepcionais, com muita inteligência e frieza, matou o felídeo com três fogachadas certeiras mas sempre com uma concentração absoluta na mira, quer na sua coutada na Luz como na selva agreste e hostil do lagartêdo. Edu Castro e seus Globetrotters provaram que o Benfica com a isenção que tem faltado a muitas arbitragens será sempre o topo do hóquei indígena. O Benfica teria tido muitos mais títulos nacionais se não tivesse havido durante mais de vinte anos um Apito Dourado no hóquei-em-patins. A roubalheira era tanta que os morcões azuis e broncos da Inbicta Corrupta, sempre com a cumplicidade arbitral, conseguiram aproximar-se e mesmo ultrapassar o Benfica em títulos tendo ganho na primeira década deste século dez seguidos que ninguém consegue explicar. Só mesmo os corruptos arbitrais poderão um dia confessar essas vigarices contínuas, impunes e desavergonhadas. Dez anos de despautério total que ainda hoje se reflectem em algumas finais como aquela em que o Benfica marca um golo por João Rodrigues mesmo ao soar do gongo – que dava o título ao SL Benfica - e dois dos sacaninhas arbitrais dessa altura revertem-no para falta contra o Glorioso. Jogo em que um selvagem do hóquei equipado com um pijama às riscas verdes e brancas conseguiu com a sua fúria enxaropada atirar o seu stick para a assistência ferindo seriamente um adepto da sua equipa. Uma vergonha! Um nojo! Anos tenebrosos que não podem nem devem ser branqueados.
No futsal feminino, após duas roubalheiras monumentais no 2º - onde muitos adeptos do Nun’Álvares tiveram um comportamento deplorável para as jogadoras Benfiquistas e com a árbitra principal exibindo as suas unhinhas pintadas de azul forte - e 3º jogo (este na Luz, ganho pelas nossas heroínas nos limites do quase impossível), e num clima de cortar à faca no 4º, em Fafe, com a equipa gloriosa seriamente desfalcada, o panorama não era muito animador, sabendo da intensidade física e da qualidade das jogadoras do Nun’Álvares. Entretanto, com uma Chama Imensa impressionante e após estarem em desvantagem quase toda a 1ª parte do 5º e decisivo jogo, arrancaram para uma exibição e um resultado que marcará não só a equipa mas também todos os adeptos que acompanharam de perto esta grande odisseia, demostrando ao público furibundo e de uma hostilidade incompreensível do pavilhão de Fafe que “quem ri por último, ri melhor”. “À volta cá te espero”, como dizia o outro… Foi demasiado chocante o clima de selva densa e intimidatória do 4º jogo. Mais parecia uma luta sem tréguas como na arena do Coliseu de Roma onde as pobres atletas do Manto Sagrado foram devoradas numa perspectiva de que já não haveria volta a dar ao campeonato. Puro engano. O arreganho e a vontade de vencer na Luz foi tal, que os 4-1 de Maria, Janice e Ciª na finalíssima, perante um fortíssimo adversário altamente profissionalizado, vieram confirmar que “até ao lavar dos cestos é vindima”. E que vindima!
PARABÉNS ÀS EQUIPAS!
BTV
“O Comenta-Tudo” (hãmmm, hãmm, hâmm…de, de, de…te, te, te…, “O Arrepiado” e o “Censor”.
Ver qualquer jogo hoje na BTV, neste caso das modalidades de pavilhão é deprimente no que concerne à locução. Apesar de haver alguns elementos com qualidade adequada, o comentador mais parece uma entidade divina de constante omnipresença. Aparece em quase tudo menos no Voleibol. Pode ser um Benfiquista indefectível (e sei que é), mas não tem capacidades nem talento para estar em frente de um microfone. Torna-se “chato”, pouco objectivo e com uma dicção irritante, invocando por vezes ideias e frases completamente fora do contexto a roçar a intelectualidade barata, arrastando e gaguejando continuamente a sua voz, soando muito mal aos ouvidos dos espectadores/ouvintes da BTV. Quando começa a falar, corto o som para não me aborrecer com aquele tédio vocal. Nem sequer tem presença e à vontade para perante as câmaras, responder às questões muito bem colocadas pelo elenco feminino da BTV, esse sim, todo ele de grande competência. O Benfica não pode ter destes perfis nos comentários em directo dos jogos das modalidades de pavilhão, mas o responsável mantém-no a ele e a mais dois ou três, incompreensivelmente nessas funções. Este por sua vez, num dos programas que modera, mais parece um censor do que propriamente um colaborador dos elementos do painel em causa. Estou, obviamente a falar do programa “Lanças Apontadas” onde não manifesta comprometimento nenhum com as opiniões dos quatro elementos que compõem a mesa, levantando logo o stop se algum deles “se atira para fora de pé”.
Para finalizar uma referência ao “Arrepiado”. Outro igual a estes dois. Comprometimento nada! Se há pivots na BTV que me impressionam pela negativa ”O Arrepiado” é um deles. Ao dar uma de isento, mesmo nos próprios relatos e mesmo que os lances cruciais a favor do SL Benfica sejam por demais evidentes há sempre da sua parte aquele senão para não se comprometer com qualquer tipo de tendência Benfiquista. Ora bem, a BTV é ou não um veículo de Benfiquismo a sério? Se o é, para quê tantos salamaleques do “Arrepiado”? Já nem falo naqueles songamongas que por lá vão aparecendo e que do conhecimento do fervor e da História de puro Benfiquismo têm muito, muito pouco. Oferecem a percepção de que um dia se por um acaso deixarem de mamar na BTV vão ter as portas abertas noutras estações tal qual como o Calado faz na CMTV. O exemplo mais flagrante desta trupe é o Queirós que desde que saiu da BTV e se pôs ao serviço da Medialivre, malha no Glorioso e no seu Presidente como quem malha em centeio. Não vale um pataco!
DOIS DOS GRANDES ÓDIOS ANTI-BENFIQUISTAS DO HÓQUEI-EM-PATINS
Parabéns pelas tristes figuras que sempre fazem quando jogam contra o SL Benfica.
MAXIMUS VERMILLUS








