sexta-feira, 26 de julho de 2024

O BENFICA TEM DE PIAR, E É JÁ!


Neste fim de tarde, princípio de noite, assisti a uma autêntica palhaçada arbitral, muito baixinha, no Estádio da Luz.

Decerto que Fontelas Gomes e a sua entourage devem estar a bater palmas de contentes pela prestação dessa sumidade arbitral de sua graça, Ricardo Baixinho.

Baixinho não foi de modas e tratou o jogo à imagem de muitas das arbitragens da época passada em que o putêdo do Freixo inicialmente e o lagartêdo do Novo Banco durante todo o tempo foram largamente beneficiados com o Benfica a ser escamoteado desde o início, por todas as artes, maneiras e feitios.

Como poderemos ter árbitros sérios em Portugal, quando se envia um incompetente deste calibre para arbitrar o jogo da luz?

A resposta é simples. Mandando esta gajada do apito, a começar pelos Fontelas nomeadores e pelos baixinhos deste mundo para o lixo. Completamente para o lixo, sem possibilidade de serem reciclados.

Lamber as botas ao patrão e proceder em conformidade com os objectivos de quem manda, mesmo que seja num jogo amigável, proporcionará a quem o fizer a promoção e a benção tão desejadas.

O Benfica tem de piar e é já!

Como é possível, após uma falta grosseira do defesa do Brentford sobre o jogador do Benfica que já seguia isolado para a baliza, na eminência de fazer golo, o Baixinho, numa apitadela baixinha, dirigir-se “determinado” e “ufano” ao inglês, numa encenação teatral, exibindo-lhe somente o cartão amarelo, quando as leis impõem o vermelho da expulsão?

Como é possível o Prestianni ser completamente trucidado dentro da grande área inglesa e o Baixinho, mais uma vez numa prestação baixinha, não marcar absolutamente nada, deixando o jogo prosseguir, não marcando a grande penalidade a favor do Benfica, que se impunha?

Como é possível, com o Benfica a carregar para obter a vitória, o Baixinho, num rigor muito, muito baixinho, apitar para o final do desafio, com o Benfica a ter ainda mais um canto a seu favor?

Será isto rigor arbitral?

Não!

É o rigor de quem quer parecer bem aos olhos de quem o supervisiona, dando a entender que rigor (aparente, porque convinha) é com ele.

Não. Não houve rigor na sua prestação tão baixinha. Se tivesse havido seriedade, acima de tudo, esta triste palhaçada não teria acontecido.

Uma expulsão e um penalty contra o Brentford traria justiça e verdade ao jogo.

O que aconteceu foi baixo de mais e é um péssimo indicador para o primeiro jogo do Benfica em Famalicão e restantes do início de época.

O sinal está dado!

Palhaços arbitrais NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO!

MAXIMUS VERMILLUS

 

quarta-feira, 24 de julho de 2024

VÃO APONTANDO AS HABILIDADES DESTE ARTISTA…


Para este anti-Benfiquista básico, novelas são só com o Glorioso. Mesmo algumas inventadas para a primeira página do pasquim para vender o papel que cada vez tem menos saída.

Já com o Ioannidis que anda nas bocas do mundo há meses, não se passa nada.

E o Diomandé? Nada?

E o Edwards? Nada?

E as frangalhadas do Kovacevic? Nada?

E novidades do Novo Banco? Nada?

Este gajo mete nojo!

MAXIMUS VERMILLUS

 

Nota:

Ó Pedro Pinto, estás de férias ou a dormir?

sábado, 20 de julho de 2024

ABUSADORES A METER O BEDELHO ONDE NÃO DEVEM


Continua a bandalheira sobre o SLB no record das pêtas.

Já ouviram, por acaso, estes jagunços jornalísticos a dissertar sobre assuntos semelhantes em relação à dragartagem?

Mas quem são estes espécimes para criar expectativas sobre a vinda ou não vinda de jogadores, quanto ganham ou quanto não ganham fulano, sicrano ou beltrano quando envergam ou deixam de envergar, quando podem envergar ou não o Manto Sagrado para o Sport Lisboa e Benfica?

Por que é que estes papagaios não se calam?

Tem a palavra a Direcção e o director de comunicação do SLB.

MAXIMUS VERMILLUS

quinta-feira, 18 de julho de 2024

MAQUIAVELICES BERNARDÊSCAS


C’a ganda lata!

Campanha organizada?

Por quem?

Haverá melhor campanha organizada de instigação à contestação do dirigismo Benfiquista nas pessoas do presidente Rui Costa e do manager do futebol Roger Schmidt, feita pela asquerosa CS indígena onde o record das petas e o correio da merda pasquim, on line e tv, têm desempenhado um papel de grande destaque?

O record das pêtas que com o seu clone televisivo, em papel e on line – correio da merda tv – esgalham forte e feio no Benfica mesmo que não haja notícias ou factos (eles inventam-nos às carradas) continuam a sua cruzada, agora de uma forma maquiavélica.

Quando leio esta declaração do fulano mais anti-Benfiquista – havia ainda outro, o octávio lopes, mas deve ter-se engasgado com os escarros e a gosma odienta que bolsava quando falava do SLB e desapareceu da circulação - que chafurda nesse pasquim e actualmente na respectiva estação televisiva (é porta com porta) esboço um sorriso, acima de tudo de desprezo, mas ao mesmo tempo enojado por esta triste figurinha do péssimo jornalismo desportivo indígena. Perigoso, tendencioso, fanático lagarto anti-Benfica que não perde uma oportunidade para ferrar no Benfica e nos Benfiquistas.

Quem mais que o record das pêtas e do qual este indígena é director, que quer em papel ou on line traz sempre notícias diárias, quer do passado, quer do presente, de cariz depreciativo, até mesmo de achincalho, sobre o Benfica ou personagens a ele ligadas seja a alusão ao Darwin aos sopapos numa bancada de um estádio, defendendo a sua família, seja o Enzo a mandar uns bitaites quaisquer tomados logo por alusões rácicas, seja um qualquer outro ligado ao clube que há mais de cinquenta anos atestou umas piladas de esguelha na Ximena Pitanga enquanto ela gritava pelo Anastácio Morricone, o chulo principal de lá da rua do pecado?

Agora, num maquiavelismo bernardêsco absolutamente deplorável e premeditado, escamotear uma co-responsabilidade naquilo que aconteceu na época anterior - e não foi só a situação em Faro, houve outras iguais ou piores na própria Luz – em que não houve praticamente uma única edição do pasquim em papel ou on line que não trouxesse esse ou outro tipo de notícias que subliminarmente incitavam aos protestos violentos ou acirravam os ânimos de muitos adeptos completamente desinformados pelo ardil jornalístico de uma corja de fulanos, que sem o menor escrúpulo faz mira ao Benfica destratando-o, apoucando-o, achincalhando-o, causando uma boataria sucessiva de insinuações diversas.

Este comentário de que houve uma campanha contra Rui Costa e Roger Schmidt fez-me lembrar uma inesquecível estória da época da minha escola primária quase esbatida na bruma do tempo, mais propriamente quando frequentava a 3ª classe, numa sala onde, por cima do grande quadro de ardósia ainda estavam afixadas as molduras com as fotografias de Américo Tomás e Oliveira Salazar.

O maior malandro e calaceiro da turma, um mandrião bi-repetente, sabidola e já com muitos meses de treino na vida, após ter apanhado umas vinte reguadas (10 em cada mão) – a régua de madeira e de côr castanha-escura, era apelidada de comadre joana e tinha pelo menos 1,5 cm de espessura, 7 de largura e 45 de comprimento!!! - e uns valentes puxões de orelhas do professor que o punham suspenso sobre o tampo da carteira de dois lugares, jurou vingança e logo no intervalo da aula, dirigiu-se aos sanitários escavacando o lavatório e a retrete onde se arriava de pé o respectivo calhau, cagando umas grossas poias no armário dos medicamentos, desenrolando o papel higiénico como se fosse uma serpentina de carnaval, acabando por escarrar no livro de ponto dos professores e a esconder a pochete da senhora Emília, contínua da escola. Quando se constatou que tinha havido um quase ciclone de destruição na escola e havendo suspeitas quanto ao autor da façanha, o dito cujo foi chamado ao Conselho da Escola onde foi interrogado sobre a ocorrência. Mesmo sob ameaça de investigação policial, negou sempre, empurrando inclusive o odioso para cima dos melhores alunos da turma. Nunca nada ficou provado e assim a culpa morreu solteira, não sem que o nome de muitos inocentes tivesse ficado manchado também para sempre. Muito mais tarde, passados anos, já no seu leito de morte e enquanto a cirrose alcoólica lhe carcomia o fígado encharcado de bagaço matinal, num momento de arrependimento veio a saber-se que Papuças Boieira, “O Calaças”, tinha sido efectivamente o autor do inaudito vandalismo.

Noutros quadrantes, a culpa também morrerá solteira, certamente. Serão sempre os Benfiquistas, os culpados por acontecimentos cuja génese, por nós, está devidamente identificada, sem necessidade de recurso a qualquer acto de contrição.

Hoje, há muito “jornalista” astuto que ainda consegue sacudir a água do capote, mas virá o dia em que entrarão num beco sem saída.

São assim, as maquiavelices bernardêscas!

MAXIMUS VERMILLUS

sábado, 6 de julho de 2024

DESAPARECIDO EM COMBATE


A vida tem destas coisas. Ironias do destino. Depois de um bando de mentecaptos fanáticos que se assumem como jornalistas terem colocado Diogo Costa no pedestal mais elevado do mundo futeboleiro cá do burgo, exaltando, numa espiral de paranóia as três defesas nos penaltys marcados e falhados por três cêpos eslovenos – um trolaró do record do bernardeco até chegou ao cúmulo de dizer que “Diogo Costa é o melhor guarda-redes português de todos os tempos” - o rapaz falhou as 5 defesas no desempate por penalidades contra a França.

Até onde chegou a parvoíce! Ontem, meteram a viola no saco e toca a jogar Félix para a fogueira das bruxas.

Mas como já é hábito, a quadrilha da Cofina - a própria A BOLA fê-lo no imediato e on line - lá vão continuar a esturricá-lo na grelha mas só em lume brando, não vá o SL Benfica recomprá-lo ao preço da uva mijona com a desvalorização que lhe fazem e lhe têm feito.

É assim. Há os heróis, segundo as sábias ratazanas do jornalismo desportivo, que não marcam um golo durante os jogos realizados e outros que defendem três e depois sofrem cinco. A seguir vêm os vilões, sempre vilões desde que, mesmo por uma só vez tenham envergado o Manto Sagrado, aquele manto vermelho que a corja da CS indígena tanto abomina.

Já António Silva foi metido no forno do vilipêndio. Também já ficou a saber que jogar pela selecção nacional e ser ao mesmo tempo jogador do SL Benfica e Benfiquista assumido tem custos muito elevados. Mas que fique descansado. Os adeptos Benfiquistas apoiá-lo-ão sempre. Nas horas más e nas horas boas. A corja jornalística indígena na sua cegueira a roçar o ódio anti-Benfica arriou-lhe forte e feio. Jamais esta filha da putice feita a um jovem de 20 anos com potencial e com uma cotação internacional já por si significativa, será esquecida. A estratégia, recorrente, desenvolvida por tentativas rasteiras e pelas mais variadas formas, posta em prática por todos os bernardecos desta vida para desvalorizar os activos Benfiquistas através dos órgãos de CS em papel ou em on line e de muitos outros mídia, nunca passará. Por mais vis que sejam as acções desta quadrilha ao serviço, especialmente, do grémio do lagartêdo.

A algazarra patrioteira, a euforia desmedida, alimentada por alguns megafones pretorianos de tempos recentes que ontem já se conseguiram ver através dos directos nas tv’s e por uma CS inebriada e bêbeda de ronaldices, terminou num fim de tarde-noite de desilusão com muito choro, baba e ranho à mistura. Do outro lado, Deschamps, Mbappé & Ciª saborearam, ainda que só por uma noite, “Coq au vin” acompanhado de Moët & Chandon bruto ou por um Bordeaux Reserva. Hoje, por cá, haverá pimentos e sardinha assada pelo Espalha-brasas e tinto carrascão, caldo verde azeitado com tora à moda do Soisa do rascord, feijoada PD da D. Dolores, enriquecida com tromba fresquinha, beiça cozida com todos à moda dos cUmentadeiros televisivos e radialistas e… saia um “Martini(ez)” gelado para a mesa do fundo.

Não se sabe mas é se haverá apetite e vontade para tudo isto. Pelas últimas notícias das revistas cor-de-rosa, as Aveiras perderam oito quilos cada uma com as crises de histerismo no Volksparkstadion de Hamburgo, a Gina sarcoteou-se toda e pirou-se sem uma foto para as redes sociais, o Tianinho após comer uma salsicha mal-amanhada sentou-se no penico com febre e soltura, enquanto os restantes maninhos andam fulos, às marradas ao Pikachu insuflável. O outro, o pino das Arábias, dos tomahawks para o País de Gales e para detrás das balizas, continua desaparecido em combate.

Pronto. O arraial acabou.

C'est fini e au revoir!

MAXIMUS VERMILLUS