No
pretérito domingo, ao ouvir Herr
Schmidt na CI pós-jogo, endereçando os parabéns ao Famalicoun e ao lagartêdo,
deu-me tamanha náusea que tive de desligar imediatamente o televisor.
Inaceitável
que após consecutivos roubos de igreja ao Glorioso e descarados favorecimentos
arbitrais e da direcção da Liga à trupe do Tito
Corantes Vesgo, haja alguém Benfiquista a felicitar gentalha cuja inveja e
ódio ao SL Benfica já se arrasta miseravelmente, desde que meia dúzia de
traidores, émulos de Judas Iscariotes,
a troco de “trinta dinheiros” se foram alojar dentro das ceroulas encarameladas
do “Bisconde de Alvalixo”.
A
cartilha do monarca das bufas, hoje
decrépito e humilhado por muitos dos seus prosélitos, gangster dos gangsters da
Inbicta Corrupta, foi bem assimilada
e tem sido melhor aplicada pelos seus sócios
do Altis. O affaire Palhinha já
era um sintoma disso mesmo. Esta época, as manipulações, especialmente a
arbitral resultaram em pleno. A sintonia entre a CS – com elementos-chave
afectos e fanáticos do lagartêdo nas direcções,
linhas editoriais, artigos de opinião, comentários, análises e outros aspectos
mais, das rádios, jornais e TV’s – dirigentes lagartos e conselho de arbitragem foi de uma desfaçatez que já não
se via desde os famigerados tempos do Apito Dourado.
No
campo arbitral, Fontelas Gomes realizou um trabalho completo, formando logo no
início da época uma orquestra de vários músicos que se encarregaram de marcar o
compasso desde a 1ª jornada do campeonato. A nova versão dos “Cinco Violinos”
surgiu assim com o beneplácito vergonhoso de um fulano pouco escrupuloso quanto
aos deveres de imparcialidade que o cargo exige, notoriamente enfeudado aos
interesses do grémio do lagartêdo,
bem como Luciano Gonçalves, o mequetrefe da APAF,
um títere que quando alguém do Benfica espirra, salta da toca com uma rapidez
superior à de um peido supersónico de Herr Schmidt.
Hugo
Miguel, António Nobre, Luís Godinho, Fábio Ver(d)íssimo e Tiago “Moedas”
Martins, lagartos convictos, acompanhados por mais dois solistas de bombo e
sanfona – Cláudio Pereira e André Narciso - pelo homem da pandeireta Nuno
Almeida e do coro de acólitos dos camarotes da Pocilga do Freixo foram os eleitos de Fontelas Gomes para preparar
o “assalto” ao campeonato. Escândalos atrás de escândalos, linhas do VAR
marteladas, penaltys inventados,
expulsões perdoadas, agressões ignoradas, nomeações cirúrgicas, repetidas e
viciadas, adiamento de jogos com datas por conveniência – tudo em favor da lagartagem - trouxeram à memória os
tempos tenebrosos de Lourenço Pinto, J. Guímaro, Isidoro R., J. Silvano,
Martins dos Santos, Donato Ramos, Carlos Calheiros seguidos de Leirós,
Olegário, PH, Elmano, Augusto Duarte, Proença, Duarte Gomes, Vasco & encornados, mais uns grupelhos arbitrais
que deram continuidade a uma série infindável de aldrabices e trapalhadas que
Alex Ferguson definiu de uma forma lapidar por “compras no supermercado”.
Antes
mandava no apito a corja de Palermo do
Douro. Agora, quem mexe habilmente os cordelinhos arbitrais é a pandilha
agregada ao grémio do lagartêdo
acolitada por uma CS pôdre, espúria, cobarde por conveniência – uma corja de
sacanóides, feios, porcos e maus que
se está a borrifar para a imparcialidade e para ética jornalística. Ainda no início desta semana
foi bem patente a canalhice na capa do record
das pêtas do bernardeco ao tentar esconder num pequeno cantinho em baixo e
à esquerda, o nome "BENFICA" – substituindo-o por águias, encarnadas, à beira do tetra e Luz – ostracizando assim
os títulos nacionais e outros, ganhos pelo Benfica em diversas modalidades no
último fim-de-semana.
O
objectivo é claro – dar excessiva visibilidade ao grémio do lagartêdo, incensá-lo, omitindo, apoucando, achincalhando
tudo o que diga directa ou indirectamente respeito ao Glorioso de Portugal. Até
Darwin Nuñez, ex-Benfica, agora no Liverpool, é constantemente um alvo
preferencial do jogo sujo e do ódio desses desbragados. Depois são as alusões
recorrentes ao julgamento de delinquentes, aos crimes passionais de indivíduos
que nem sequer jogaram no Clube, flirts
amorosos com traições à mistura, invenções de conflitos entre elementos
directivos, jogadores e treinador, insinuações, especulações, etc., etc., etc. –
a CS desportiva e não só alimenta-se diariamente disto - tentando apagar as
selvajarias na invasão a Alcochete e as tentativas de muitos lagartinóides corruptores. Quem veste o Manto Sagrado é de imediato denegrido, amaldiçoado e escorraçado
por essa corja de bastardos.
O
que interessa ou o que está a dar para o maralhal se babar e depois lamber as
beiças é visualizar o rabiosque e as têtas da Gina, as punhetas do pequenote, os
piretes do melhor das Arábias, as
feijoadas do Pingo Doce, as piadinhas sonsas do Rubenzinho, as fábulas do
camelo e do anão ruim, o fogo no cu do Diogo e as bacoradas do Benítez.
E
assim vai este triste folclore futeboleiro indígena a abarrotar de títeres,
engraxadores, oportunistas, aduladores, sacripantas, incompetentes, malandros
de urinol e escrevinhadores da pasquinagem,
numa loja de conveniências onde todos mamam à custa do SL Benfica.
MAXIMUS
VERMILLUS