quarta-feira, 15 de maio de 2024

UM CRIMINOSO A QUEM O RECORD DÁ VOZ


Esta é a forma escabrosa como o record do bernardeco lança suspeições sistemáticas sobre o SL Benfica e as suas Gentes. Uma câmara de eco ao serviço da bandidagem instalada na CS desportiva e no futebol.

Em qualquer processo judicial resultante da divulgação ilegal de e-mails do SL Benfica – esse sim um crime julgado e punido pelo Supremo Tribunal de Justiça, com mais consequências que num futuro advirão para os condenados – este miserável pasquim desportivo manipulado por uma corja afecta ao lagartêdo e anti-Benfica primária traz sempre à liça os vómitos e o ódio de um criminoso. Uma latrina on line que trata candidamente um bandido por “pirata informático”.

O criminoso é sempre o mesmo - Rui Pinto.

O record das pêtas e a sua execrável quadrilha de escrevinhadores que têm arrastado impunemente o Glorioso para a lama e nela chafurdam, mostram mais uma vez de que lado estão – do lado da bandalheira, da canalhice, dando voz e validando implicitamente as insinuações do criminoso, tentando influenciar a opinião pública.

É essa a voz que conta para o record do bernardeco.

A voz da pirataria, dos chungas, de macacos e afins. O pasquim confunde-se com ela e com eles. E estes confundem-se com as ordinarices jornalísticas dessa fossa mediática.

Que credibilidade podem ter os autores destas sacanices?

Como têm eles o desplante e a falta de carácter para lançar estas insinuações na publicação on line?

O RECORD É MESMO UM ANTRO DE BANDALHOS.

Quando é que o SL BENFICA põe esta gajada na ordem?

MAXIMUS VERMILLUS

 

segunda-feira, 13 de maio de 2024

OS JAGUNÇOS POR DETRÁS DA BALIZA GRANDE


Desde que Roger Smith ferrou em directo aquela bordoada no Venturinha da RTP, a CS desportiva e mesmo a generalista puxou do seu corporativismo básico e nunca mais lhe deu descanso. Tem-lhe mordido as canelas que é obra.

A estratégia concertada nos jornais, rádios e TV’s para acabar com o alemão e desestabilizar a equipa de futebol do SL Benfica, não obstante eventuais equívocos que possa ter cometido, tem sido uma constante. O ruído é tal que contagiou doentiamente uma estúpida bolsa residual atrás da baliza grande do Estádio da Luz nos jogos caseiros, ou melhor, um bando de jagunços que pelos seus actos altamente prejudiciais mesmo em outros locais contra o Glorioso, deveria ser identificado, preso, julgado, condenado e banido.

A corrente do bota-abaixo não se fica por aqui. Há benfiqueiros em diversas áreas, especialmente na CS, que pensando mais em proventos próprios ou desesperados pela absoluta necessidade de pôr o pão à mesa da família se estão a borrifar para o Clube, mesmo que seja necessário esfaqueá-lo a sangue frio. A sabotagem interna começa também a tornar-se um grave problema para a Direcção, em especial para o seu Presidente, alvo de constantes insultos que ultrapassam em muito a crítica que se requereria construtiva. Vou mencionar aqui o epíteto que essa chungaria merece – canalhas conscientes.

Como é possível estarmos a vencer tranquilamente o Arouca e haver criminosos a lançar tochas para o relvado?

Como é possível ser exibido um miserável pano pintado com a cara do treinador pedindo a sua demissão, após um dos nossos golos?

Como são possíveis protestos inqualificáveis, vindos sempre do mesmo sector do estádio?

Mas quem se julga essa escumalha?

Lá em cima, os mentores da macacada, da vigarice e da coacção estão bem controlados atrás das grades. No Benfica, que a maioria esmagadora estima e defende, também falta agarrar nesse tipo de gentalha e enviá-la de uma vez por todas para a choça responsabilizando-a criminalmente por danos e ofensas.

Miseravelmente, a CS não se importa com esta selvajaria. Antes pelo contrário, alimenta e noticia essas acções não as verberando sem tecer qualquer tipo de condenação. Uma vergonha, um nojo, visível num compadrio tácito visando prejudicar o Benfica e beneficiar de todas as formas os grémios de que são adeptos, especialmente o lagartêdo – o caso actual mais flagrante é a actuação mediática do batráquio bernardeco no correio da merda tv e no pravda de alvalixo. Senão, é desfolhar as diversas edições desportivas em papel, com destaque para as capas diárias da imprensa, de bajulação e publicidade gratuita, bem como todo o lixo tóxico on line produzido por uma cambada de einsteins futeboleiros, luminárias de pacotilha, ex-árbitros, nhagas e futurólogos anti-Benfica, que debitam teses mirabolantes como quem sofre de contínuas descargas de diarreia mental incontrolável – sabem de tudo, produzem teorias, alimentam os contra, manipulam notícias como a da recente decisão do Supremo quanto ao julgamento dos e-mails. Paradigmático.

Sempre houve no Clube uma 5ª coluna que vá lá saber-se porquê, tem e sempre teve um sentimento fóbico e persecutório contra ele. Muitos querem poleiro, outros são mentecaptos compulsivos e irrecuperáveis e ainda outros descarregam as suas frustrações quando não podem afinfar na mulher ou nos filhos. Já vem de antanho mas sempre foi residual. Mesmo nas vitórias e nos títulos ganhos lá aparecem esses escarros clubísticos, muito embora estrategicamente, metam a viola no saco na maior parte do tempo. No entanto, a CS anti-Benfica dá-lhes uma grande visibilidade, o suficiente para que se crie um clima artificial de contestação a tudo o que é Benfica, em especial ao seu treinador.

Apesar da insatisfação dos adeptos, a maioria respeita e apoia quem dirige e trabalha incansavelmente para tornar o Benfica cada vez mais ganhador e maior. O desagrado público pelas acções dessa trupe de chungas que se acantona por detrás da baliza grande, com a maioria esmagadora dos adeptos no estádio e no dia-a-dia quando contactam jogadores, técnicos e dirigentes, incluindo o presidente, a condenar veementemente esses jagunços é factual, mas esta posição claramente maioritária, é totalmente omitida pela CS espúria, parasitária e cobarde.

É um imperativo extirpar esses parasitas e chungas do Estádio da Luz e do Sport Lisboa e Benfica. Depois, então sim, poderão proceder como os energúmenos dos supermorcões – organizarem uma peregrinação ao Altar do Mundo com a bênção de um américo qualquer e implorarem à Santa que proteja os benítez e quejandos desta vida.

 

MAXIMUS VERMILLUS

quarta-feira, 8 de maio de 2024

FONTELAS GOMES E A SUA “ORQUESTRA”

No pretérito domingo, ao ouvir Herr Schmidt na CI pós-jogo, endereçando os parabéns ao Famalicoun e ao lagartêdo, deu-me tamanha náusea que tive de desligar imediatamente o televisor.

Inaceitável que após consecutivos roubos de igreja ao Glorioso e descarados favorecimentos arbitrais e da direcção da Liga à trupe do Tito Corantes Vesgo, haja alguém Benfiquista a felicitar gentalha cuja inveja e ódio ao SL Benfica já se arrasta miseravelmente, desde que meia dúzia de traidores, émulos de Judas Iscariotes, a troco de “trinta dinheiros” se foram alojar dentro das ceroulas encarameladas do “Bisconde de Alvalixo”.

A cartilha do monarca das bufas, hoje decrépito e humilhado por muitos dos seus prosélitos, gangster dos gangsters da Inbicta Corrupta, foi bem assimilada e tem sido melhor aplicada pelos seus sócios do Altis. O affaire Palhinha já era um sintoma disso mesmo. Esta época, as manipulações, especialmente a arbitral resultaram em pleno. A sintonia entre a CS – com elementos-chave afectos e fanáticos do lagartêdo nas direcções, linhas editoriais, artigos de opinião, comentários, análises e outros aspectos mais, das rádios, jornais e TV’s – dirigentes lagartos e conselho de arbitragem foi de uma desfaçatez que já não se via desde os famigerados tempos do Apito Dourado.

No campo arbitral, Fontelas Gomes realizou um trabalho completo, formando logo no início da época uma orquestra de vários músicos que se encarregaram de marcar o compasso desde a 1ª jornada do campeonato. A nova versão dos “Cinco Violinos” surgiu assim com o beneplácito vergonhoso de um fulano pouco escrupuloso quanto aos deveres de imparcialidade que o cargo exige, notoriamente enfeudado aos interesses do grémio do lagartêdo, bem como Luciano Gonçalves, o mequetrefe da APAF, um títere que quando alguém do Benfica espirra, salta da toca com uma rapidez superior à de um peido supersónico de Herr Schmidt.

Hugo Miguel, António Nobre, Luís Godinho, Fábio Ver(d)íssimo e Tiago “Moedas” Martins, lagartos convictos, acompanhados por mais dois solistas de bombo e sanfona – Cláudio Pereira e André Narciso - pelo homem da pandeireta Nuno Almeida e do coro de acólitos dos camarotes da Pocilga do Freixo foram os eleitos de Fontelas Gomes para preparar o “assalto” ao campeonato. Escândalos atrás de escândalos, linhas do VAR marteladas, penaltys inventados, expulsões perdoadas, agressões ignoradas, nomeações cirúrgicas, repetidas e viciadas, adiamento de jogos com datas por conveniência – tudo em favor da lagartagem - trouxeram à memória os tempos tenebrosos de Lourenço Pinto, J. Guímaro, Isidoro R., J. Silvano, Martins dos Santos, Donato Ramos, Carlos Calheiros seguidos de Leirós, Olegário, PH, Elmano, Augusto Duarte, Proença, Duarte Gomes, Vasco & encornados, mais uns grupelhos arbitrais que deram continuidade a uma série infindável de aldrabices e trapalhadas que Alex Ferguson definiu de uma forma lapidar por “compras no supermercado”.

Antes mandava no apito a corja de Palermo do Douro. Agora, quem mexe habilmente os cordelinhos arbitrais é a pandilha agregada ao grémio do lagartêdo acolitada por uma CS pôdre, espúria, cobarde por conveniência – uma corja de sacanóides, feios, porcos e maus que se está a borrifar para a imparcialidade e para ética jornalística. Ainda no início desta semana foi bem patente a canalhice na capa do record das pêtas do bernardeco ao tentar esconder num pequeno cantinho em baixo e à esquerda, o nome "BENFICA" – substituindo-o por águias, encarnadas, à beira do tetra e Luz – ostracizando assim os títulos nacionais e outros, ganhos pelo Benfica em diversas modalidades no último fim-de-semana.

O objectivo é claro – dar excessiva visibilidade ao grémio do lagartêdo, incensá-lo, omitindo, apoucando, achincalhando tudo o que diga directa ou indirectamente respeito ao Glorioso de Portugal. Até Darwin Nuñez, ex-Benfica, agora no Liverpool, é constantemente um alvo preferencial do jogo sujo e do ódio desses desbragados. Depois são as alusões recorrentes ao julgamento de delinquentes, aos crimes passionais de indivíduos que nem sequer jogaram no Clube, flirts amorosos com traições à mistura, invenções de conflitos entre elementos directivos, jogadores e treinador, insinuações, especulações, etc., etc., etc. – a CS desportiva e não só alimenta-se diariamente disto - tentando apagar as selvajarias na invasão a Alcochete e as tentativas de muitos lagartinóides corruptores. Quem veste o Manto Sagrado é de imediato denegrido, amaldiçoado e escorraçado por essa corja de bastardos.

O que interessa ou o que está a dar para o maralhal se babar e depois lamber as beiças é visualizar o rabiosque e as têtas da Gina, as punhetas do pequenote, os piretes do melhor das Arábias, as feijoadas do Pingo Doce, as piadinhas sonsas do Rubenzinho, as fábulas do camelo e do anão ruim, o fogo no cu do Diogo e as bacoradas do Benítez.

E assim vai este triste folclore futeboleiro indígena a abarrotar de títeres, engraxadores, oportunistas, aduladores, sacripantas, incompetentes, malandros de urinol e escrevinhadores da pasquinagem, numa loja de conveniências onde todos mamam à custa do SL Benfica.

 

MAXIMUS VERMILLUS

domingo, 5 de maio de 2024

OBRIGADO, PENTACAMPEÕES!

Voleibol!

Finalíssima!

Emocionante, arrasador!

Ao ver as sete décadas a chegar, o tempo vai-se escoando. De preferência devagar, devagarinho. Na razão inversa, a paixão pelo SL Benfica cresce e é cada vez mais intensa. Para quem vive o Glorioso na sua plenitude, a vida é assim – sofrimento, ansiedade, crença, garra, vitória, emoção, exultação, glória!

Depois do futebol, a modalidade a que dedico mais do meu tempo “Benfica” é o voleibol. Um desporto fantástico pela sua beleza estética, com características muito especiais, em que o espírito solidário é fundamental para debelar contrariedades e construir vitórias.

Ontem, tudo isso, numa espiral de emoções, teve o seu apogeu no vigésimo quinto ponto do 3º set que garantiu o pentacampeonato nacional, após um play-off final de 5 jogos, todos eles autênticos combates.

A hegemonia do SL Benfica no voleibol nacional tem sido incontestável. Durante as épocas mais recentes, a Fonte do Bastardo e o lagartêdo têm-se assumido como os principais adversários e também os mais difíceis.

O lagartêdo tem tentado das mais variadas formas destronar o Benfica. Um obsessão doentia que no início desta época levou os seus responsáveis a construir um plantel praticamente novo – presumo que muitíssimo caro - recheado de excelentes jogadores de diversas nacionalidades, aumentando assim as possibilidades de chegar ao topo, após mais de uma vintena de derrotas seguidas perante o Benfica. Após terem perdido a supertaça no início de época para o mesmo de sempre, esse esforço enorme, traduziu-se na vitória na Taça de Portugal e em mais um jogo ganho para o campeonato, o que lhes permitiu adquirir um fôlego adicional e alimentar as ilusões para o play-off final do campeonato, falando até com alguma petulância na hipótese da dobradinha, esquecendo-se que iriam ter de se bater com o Maior de Portugal.

O Benfica, por sua vez, deu continuidade a um trabalho de longo prazo, sustentado e consistente, com declarações sempre sóbrias do seu treinador Marcel Matz, não se deixando perturbar por este assomo do adversário. No entanto, a idade de pelo menos dois dos nossos atacantes – os grandíssimos Hugo Gaspar e Rapha já na casa dos quarenta anos – a não utilização de Peter Wohlf e a ausência por lesão de Bernardo Westermann, poderiam ser um factor desfavorável no que concerne à rotação da equipa. Felizmente que a subida gradual de forma e o visível empenho de Felipe Banderó perante algumas contrariedades exibicionais, a regularidade impressionante de André Aleixo (Japa) e o talento do diamante em modo de lapidação, Pablo Natan, juntamente com as grandes “performances” de Tiago Violas, imprescindível, Ivo Casas, um “animal” de competição e a eficácia no bloco e no ataque de Lucas França e Eshenko junto à rede, iam dando fortes sinais e garantias que a equipa estaria à sua altura para vencer o pentacampeonato, não obstante o denodo e por vezes a raiva com que os jogadores do lagartêdo se bateram nos cinco jogos finais, especialmente no 2º e 4º jogo em sua casa.

No seguimento destas vitórias caseiras lá veio a bazófia costumeira, ajudada aqui e ali pela habitual CS execrável anti-Benfica. Assim, após a derrota do Benfica no 4º jogo por 3-0, em que a pasquinagem nojenta (A BOLA, pois nem vale a pena falar no Pravda do Lagartêdo, o famigerado record das pêtas do bernardeco) titulou a crónica do jogo com um “ARRASO” do lagartêdo no Benfica, esquecendo-se pura e simplesmente dos 3-1 que os lagartos encaixaram nos dois jogos anteriores na Luz, o desejo da lagartagem de vencer a finalíssima no pavilhão do SL Benfica aumentou desmesuradamente.

João Coelho, treinador do lagartêdo e ex-jogador do Benfica, logo veio cantar de galo, dizendo que queria fechar o play-off com “chave de ouro”, subindo assim a fasquia. A sua postura em todos os jogos finais foi acima de tudo uma tentativa de se equiparar a Marcel Matz - agora até já faz uso do tablet para esconder as suas orientações durante os jogos – e consequentemente ao Benfica. Pouca humildade, muito jogo subterrâneo com aquele olhar de carneiro mal morto durante e após os jogos, declarações com algum azedume em que falava e falou em “adversário” omitindo como que de propósito o nome que nunca deveria esquecer – Benfica!

Para completar o ramalhete destas jogadas sub-reptícias com o intuito de desestabilizar os atletas Benfiquistas, referência a um pedaço d’asno que durante alguns jogos e sets, com provocações verbais e gestos impróprios criou momentos de fricção desnecessários inclusivé com o próprio público. O seu nome é Armando Escalante, colombiano, lagartinóide imbecil a prazo à solta na quadra e que já na Fonte Bastardo apresentava esta triste postura, fazendo dupla com Caíque.

Coelho elevou a fasquia e lá vieram os ditados - “quanto mais se sobe, maior é o trambolhão” e “pela boca morre o peixe”. Neste caso o peixe morreu na praia.

3-1 para o SL Benfica no 5º jogo e SEM ESPINHAS!

PENTACAMPEONATO NO PAPO!

Upa, upa, Coelho!

 

Fantásticas as lágrimas de alegria dos nossos “Bravos do Pelotão”.

Fantástico o apoio dos adeptos e a sua ligação à equipa!

Carrega Benfica!

MAXIMUS VERMILLUS