quinta-feira, 31 de outubro de 2024

SÓ FALTA À VIÚVA (AI QUE SAUDADES!...) MIJAR EM CIMA DA CAMPA DO DEFUNTO!

 https://www.abola.pt/opinioes/noticias/ruben-amorim-90-na-escala-de-richter-2024103017524209989

• Jorge Pessoa e Silva

“A relação entre Sporting e Rúben Amorim, um amor eterno enquanto durou. Eu sou o Jorge Pessoa e Silva e esta é a crónica semanal do meu Livro do Desassossego.

Há casamentos que nos parecem tão perfeitos que acreditamos serem eternos. O do Sporting com Rúben Amorim é um deles. Tenho 54 anos de vida e em Portugal não me lembro de uma ligação tão emocional e tão singular entre um treinador e os adeptos de um clube. Lá por fora, de mais parecida, a relação de Klop com os do Liverpool. Nestes casos, qualquer divórcio é a realidade a entrar pelos olhos dentro: o amor só é eterno enquanto dura. Mudemos o foco, como explica Vinícius de Moraes no Soneto da Felicidade:

«Eu possa lhe dizer do amor (que tive)

Que não seja imortal, posto que é chama

Mas que seja infinito enquanto dure.»

Rúben Amorim merece a oportunidade de treinar um clube como o Manchester United. Diria mais, este Manchester United. Um gigante desorientado. O clube no qual mais sentido faz um novo «e se corre bem?». Mas Rúben Amorim não merecia sair agora do Sporting. Tenho a certeza, desejaria o mesmo que aconteceu com Hugo Viana. Fechava já o acordo para a próxima época, mas acabava esta a lutar para que, esta, terminasse no Marquês.

A confirmar-se, a saída de Amorim, nesta fase, é um 9.0 na escala de Richter. Basta ouvir os adeptos. Mágoa e tristeza foram as duas palavras que mais ouvi. Poucos estão mesmo zangados com Amorim, poucos o vão acusar de traidor ou de librateiro. A maioria está entre o incrédulo e o magoado, num sentimento de vazio. E, no fundo, até compreende a iminente decisão, mas nunca o timing. A sair agora, por vontade do próprio, fica um vazio enorme, uma deceção que não se explica e que Rúben também percebeu ao dizer, na conferência de imprensa após o jogo com o Nacional, que encontrou o ambiente mais «estranho» que já sentiu em Alvalade e que o sentiu logo no balneário na palestra de lançamento do jogo. Sentiu a deceção dos jogadores, alguns dos quais a quem tinha pedido para ficar, comprometidos, mais um ano, com Gyokeres à cabeça. Alguns, sentem que Amorim os desilude.

Quebra-se o chip que permitiu uma mudança de mentalidade em todo o universo leonino, criando-se clareiras que serão aproveitadas pelos Velhos do Restelo regressarem em força para sussurrarem «isto vai correr mal…».

Por muito estranho que possa parecer o que vou dizer, e passe o exagero, do ponto de vista do sucesso desportivo melhor seria que os adeptos e os jogadores ficassem mesmo zangados com Amorim e lhe chamassem todos os nomes. Porque a revolta é um poderoso gatilho que convoca à ação. Perigosos mesmo são o conformismo e o desalento. Perigoso é o «ambiente estranho» que convoca à paralisia.

Podem os realistas apregoar que ninguém é insubstituível. Balelas. Em termos de conhecimento técnico, claro que há muitos treinadores tão bons e melhores do que Rúben. Mas a competência técnica é apenas 50 por cento do que é exigido a um grande treinador, como me explicou há mais de 20 anos, desenhando um gráfico numa folha de papel, o saudoso treinador António Medeiros. É nos outros 50 por cento que encontramos o carisma, a ligação afetiva, a liderança. É pelos outro 50 por cento que os adeptos se apaixonam.

Substituir um líder tão marcante como Rúben Amorim – e há vários exemplos no futebol como nas empresas – é um processo duro. Porque é emocional antes de ser profissional. Porque esvazia balões que sugaram todo o ar antes de voltarem a ser cheios. Não invejo a missão de João Pereira, chamado a preencher mais vazios do que é justo pedir-lhe. E Frederico Varandas é agora convocado a testar todas as competências. A ser garante de estabilidade e tomar decisões vitais. A provar a solidez dos alicerces de um novo Sporting, resistentes até a um terramoto, alicerces que também ajudou a construir e com brilho.

O Sporting seguirá o seu caminho como clube grande. E Rúben fará o seu caminho. O que criou no Sporting dará um dia uma tese de doutoramento sobre liderança.

Na vida nem sempre se consegue ter o melhor de todos os mundos. Nesta fase, Amorim acredita que o projeto pessoal se deve sobrepor ao do Sporting e, juro por tudo, não é uma crítica, é um facto... Não sou moralista. Mas Rúben sabe que ao trocar de amor, ao colocar em risco um objetivo nesta fase da época, não continuará a ser amado da mesma maneira pelos sportinguistas e que será confrontado quanto à coerência do que tem dito nos últimos anos. E seria uma pena. Ficará, assim o espero por ser justo, o respeito, a gratidão e uma história bonita para contar.

O amor, de facto, é eterno enquanto dura.”

 C'A GANDA CANTATA, Ó SILBA!

SE O RIDÍCULO MATASSE 'A BOLA' JÁ TINHA DESAPARECIDO!

MAXIMUS VERMILLUS

segunda-feira, 21 de outubro de 2024

O CARAPAU DE CORRIDA

https://www.abola.pt/futebol/video/-2024102021571628208

E tu, luís mateus, deves olhar para OS GRANDES-MESTRES de A BOLA e perceberes porque o teu jornalismo é uma MERDA!

Nunca farás parte dessa elite de enormes jornalistas desportivos como foram Carlos Miranda, Vítor Santos, Carlos Pinhão, Homero Serpa, Aurélio Márcio, Alfredo Farinha, António Florêncio. Se fossem vivos, amarrotavam-te como um papel mal escrito e jogavam-te literalmente para o cesto ao lado das secretárias, onde cai a escrita medíocre e tendenciosa.

Também passou por lá muito lixo, Esses foram cair a algumas tv’s, verdadeiras fossas futeboleiras a céu aberto e ao pasquim das pêtas, hoje chefiado por um empedernido e seboso batráquio e que passou há muito tempo a ser o órgão oficial do lagartêdo, bem como A BOLA, hoje ao serviço do rambo afegão Federico I, governador da saparia.

Para completar o ramalhete lá aparece o songamonga do JP&S a abanar com a cabeça, a dizer “sim” e “é verdade”.

Que tristeza!

sexta-feira, 18 de outubro de 2024

O MISERABILISMO JORNALÍSTICO DE LUÍS MATEUS

 


https://www.abola.pt/opinioes/noticias/benfica-quando-ja-so-o-futebol-da-alguma-esperanca-2024101714571079074

Este artigo de opinião de luís mateus, o melhor ponta-de-lança anti-Benfica do pasquim A BOLA, revela acima de tudo uma falta de decência jornalística. Uma epidemia que se propaga actualmente no país desportivo e não só, como a Peste Negra grassou na Idade Média.

É a morte do jornalismo sério e o aparecimento de uma pulhice ignóbil, infame.

No SL Benfica, para este gajo (sim, este gajo) só há nuvens negras. Alude ao Apito Dourado para reforçar os alegados "casos" do Benfica, - omitindo as escandaleiras no lagartêdo - para sustentar as suas opiniões parciais imbuídas de uma total falta de isenção e respeito pela maior Instituição de Portugal.

Porque razão este gajo não menciona o depósito de 2.000 euros na conta de um árbitro num banco da ilha da Madeira, a mando de Paulo Pereira Cristóvão, à época vice-presidente do sporting (crime provado) e esquece o caso Cash Ball (o denunciante é que foi condenado, eh, eh, eh...) encontrado na lixeira mafiosa de Alvalade?

Este artigo de opinião é mesmo MISERÁVEL!

MAXIMUS VERMILLUS